No dia 9 de julho de 2026, foi realizado, no auditório da Universidade Castelo Branco (UCB) – Campus Realengo, o II Seminário de Saúde Integral da População Negra – CAP 5.1, reunindo gestores, profissionais de saúde, representantes do controle social e instituições parceiras para fortalecer o debate sobre a promoção da equidade racial no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
A mesa de abertura contou com a participação de Emanuelle Pereira, Superintendente de Integração de Áreas de Planejamento da SMS-Rio; Aline Aguiar, Superintendente de Promoção da Saúde; Cristiane Vicente, Gestora Técnica do Grupo Gestor Especial em Saúde Integral da População Negra; Raphael Costa, Coordenador Geral de Atenção Primária da AP 5.1; Erica Nascimento, Diretora da Divisão de Ações e Programas de Saúde da CAP 5.1; Jaqueline Nascimento, Apoiadora Técnica da Saúde Integral da População Negra; e Ludugério Antonio da Silva, Presidente do Conselho Distrital de Saúde da AP 5.1.

O seminário promoveu importantes reflexões sobre o fortalecimento da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, destacando a necessidade de enfrentar as desigualdades étnico-raciais que impactam diretamente o acesso, a qualidade da assistência e os desfechos em saúde. A iniciativa reforçou o compromisso do SUS com os princípios da equidade, da integralidade e da justiça social.
Ao longo da programação, foram debatidos temas fundamentais para a qualificação da atenção à saúde, como Gestão Antirracista: como superar as barreiras institucionais para implementar políticas de qualidade; Serviço, ensino e participação social na promoção de práticas antirracistas; e Saúde Mental e os atravessamentos étnico-raciais. As discussões estimularam a troca de experiências e a construção de estratégias voltadas à promoção de um cuidado mais inclusivo, humanizado e livre de práticas discriminatórias.

Promover esse debate com os profissionais do SUS é essencial para ampliar o reconhecimento do racismo como um determinante social da saúde, qualificar o cuidado ofertado à população negra e fortalecer práticas que garantam um atendimento mais equânime em todos os níveis da Atenção à Saúde.
O encerramento do seminário foi marcado por uma apresentação musical, proporcionando um momento de integração e valorização da cultura, reafirmando a importância da diversidade e do respeito às diferentes identidades na construção de um SUS cada vez mais inclusivo.



PARTE DA ORGANIZAÇÃO INICIAL DAS IDEIAS FOI REALIZADA COM APOIO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (CHATGPT),SENDO O CONTEÚDO POSTERIORMENTE ANALISADO, REVISADO E VALIDADO PELO AUTOR.