Mutirão de Regulação CAP 5.1 – Primeiro Dia

No dia 12/08/2024, recebemos no laboratório da estação OTICS-Rio Padre Miguel, Thalita Schetine médica do NIR da 5.1 para mutirão de regulação.

O objetivo é reduzir as filas com disponibilidade de vagas em tela, qualificação das filas da AP e do município do Rio de Janeiro. Participaram neste dia Priscila Mafra, Maria Nazareth, Mariana Defavari e Raphael Azevedo.

09/08 – Dia Internacional dos Povos Indígenas

UTILIDADE PÚBLICA:

A data comemorativa, adotada em dezembro de 1994 por meio da Resolução 49/214 da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), marca a realização da primeira reunião do Grupo de Trabalho da ONU sobre Populações Indígenas da Subcomissão para a Promoção e Proteção dos Direitos Humanos, realizada em Genebra, em 1982.

A celebração é dedicada a homenagear e a reconhecer as tradições dos povos indígenas e a promover a conscientização sobre sua inclusão na sociedade, alertando sobre seus direitos e reafirmando as garantias previstas na Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas, que estabelece padrões mínimos de sobrevivência, incluindo o direito à autodeterminação, ao autogoverno e a não sofrer assimilação cultural forçada, evitando a destruição de suas culturas. Esses padrões garantem também o direito de participação dos povos indígenas nas instituições do Estado.

Os Povos Indígenas vivem em todas as regiões do mundo e possuem, ocupam ou usam cerca de 22% da área terrestre global. Em termos numéricos há, pelo menos, 370-500 milhões de indivíduos, representando a maior parte da diversidade cultural do mundo. Eles falam a esmagadora maioria das cerca de 7.000 línguas do mundo e representam 5.000 culturas diferentes. Apesar de suas diferenças culturais, esses povos, mundialmente, compartilham problemas comuns relacionados à proteção de seus direitos e continuam a ser confrontados com a marginalização, pobreza extrema e outras violações de direitos humanos.

Todos os anos, a UNESCO assinala o Dia Internacional dos Povos Indígenas do Mundo partilhando informações sobre projetos e atividades que são relevantes para o tema anual.

Abaixo, está disponível a mensagem da Sra. Audrey Azoulay, Diretora Geral da UNESCO, por ocasião da data, em 09 de agosto de 2024:

“Todos os anos, no sul da floresta amazônica, o povo Enawenê-nawê realiza o ritual Yaokwa. Ocorrendo durante vários meses durante a estação seca, busca homenagear os espíritos Yakairiti por meio de cerimônias e oferendas retiradas da biodiversidade local. Hoje, porém, esse ritual está em perigo. O estilo de vida dos Enawenê-nawê, que viveram em isolamento voluntário até a década de 1970, está seriamente ameaçado pelas mudanças no uso da terra e pela degradação ambiental.

Como resultado, desde 2011, Yaokwa está inscrito na Lista do Patrimônio Cultural Imaterial da UNESCO que necessita de salvaguarda urgente. Povos indígenas como os Enawenê-nawê possuem, ocupam ou usam e preservam quase um quarto das terras do mundo. A sua cultura e tradições são uma riqueza de conhecimentos, especialmente nesta era de novos desafios ambientais. No entanto, com demasiada frequência, estes povos são privados do direito de gerir as terras que ocupam há séculos.

O Dia Internacional dos Povos Indígenas deste ano visa aumentar a consciência sobre o direito à autodeterminação – e os outros princípios consagrados na Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas. Na UNESCO, os direitos, as culturas e o conhecimento dos povos indígenas são de suma importância e trabalhamos para defendê-los em todas as áreas do nosso mandato. Fazemo-lo, por exemplo, protegendo a diversidade cultural e biológica, nomeadamente nas nossas 1.700 áreas protegidas: os nossos sítios do Património Mundial, as Reservas da Biosfera e os Geoparques Globais em todo o mundo. Por exemplo, na Reserva da Biosfera do Chaco, no Paraguai, a UNESCO está a coordenar-se com as autoridades e gestores locais para reduzir a deflorestação nos territórios do povo Ayoreo.

No Brasil, a UNESCO contribuiu para salvaguardar a diversidade cultural e linguística de mais de 25 povos indígenas recentemente contatados que vivem perto de regiões fronteiriças. Após quase uma década de cooperação com o Museu Brasileiro do Índio, este projeto resultou em um repositório do patrimônio linguístico e cultural desses povos, incluindo registros audiovisuais, etnográficos e fotográficos. Mostrar o conhecimento dos povos indígenas, especialmente para abordar as causas das perturbações climáticas, também é um dos focos do nosso trabalho com a Presidência brasileira do G20 em 2024.

Além disso, a UNESCO procura aumentar a sensibilização para as interações entre língua, cultura e identidade para a proteção de paisagens e paisagens marinhas – nomeadamente através do Plano de Ação Global da Década Internacional das Línguas Indígenas (2022-2032), que deu aos povos indígenas e aos Estados-Membros a oportunidade de cooperar na elaboração de planos de ação nacionais que reconheçam e apoiem estas ligações.

Esta colaboração continuará na Convenção das Nações Unidas sobre a Diversidade Biológica em Cali, Colômbia, de 21 de outubro a 1 de novembro de 2024, onde a UNESCO trabalhará com os Estados-Membros, organizações de povos indígenas e cientistas para destacar as ligações entre a diversidade cultural e biológica.

Neste dia, lembremo-nos de que os povos indígenas são atores de mudança, guardiões dos recursos naturais e portadores de visões de mundo, conhecimentos e habilidades únicas. Devemos proteger as suas tradições e modos de vida – respeitando simultaneamente os seus direitos. ”

No âmbito da saúde, o Estado deve garantir acesso ao cuidado – com medicamentos, equipes interdisciplinares, Unidades Básicas de Saúde Indígena bem estruturadas – sem perder a perspectiva de que saúde também é demarcação dos territórios, respeito aos saberes ancestrais e o uso de medicinas da floresta, e ocupar os espaços de tomada de decisão.

Desta forma, em 2010 foi criada a Secretaria de Saúde Indígena (SESAI), responsável por coordenar e executar a Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas e todo o processo de gestão do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS) no Sistema Único de Saúde (SUS).

A SESAI atende mais de 762 mil indígenas aldeados em todo o Brasil e conta com mais de 22 mil profissionais de saúde, sendo que destes, 52% são indígenas, e promove a atenção primária à saúde e ações de saneamento, de maneira participativa e diferenciada, respeitando as especificidades epidemiológicas e socioculturais destes povos.

Em medida inédita, Ministério da Saúde implanta telessaúde no território Yanomami

Avanço permitirá que indígenas tenham acesso a especialistas como oftalmologista, nutricionista, dermatologista, e cardiologista

O Ministério da Saúde avançou na implantação da infraestrutura de telessaúde para o território Yanomami, em Roraima. O avanço inédito permitirá que os indígenas tenham acesso a especialistas como oftalmologista, nutricionista, dermatologista e cardiologista sem sair de suas comunidades. A pasta instalou 98 pontos de internet na área indígena de Roraima e Amazonas. Além disso, enviou 106 computadores para o Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Yanomami.

Raquel Adjafre, consultora técnica do Departamento de Saúde Digital e Inovação, acompanhou o processo desde o início. Ela explica que essa é uma inovação que muda o fluxo de atendimento na região e traz mais possibilidades de tratamento.


“Com a telessaúde passamos a contar com mais possibilidades de exames e de especialistas. No contexto do território Yanomami isso é ainda mais importante quando diminuímos a necessidade de deslocamento dos indígenas. Sabemos que, por questões culturais, os Yanomami têm mais dificuldade para deixar o território por conta da alimentação e rituais, por exemplo”, destaca Raquel


A consultora técnica ressalta que a telessaúde é capaz de aumentar a oferta de especialidades que normalmente são impactadas pela dificuldade de contratação de médicos para território de difícil acesso. “Além de todos os benefícios para o paciente, o profissional também ganha vantagens, como qualificação. Um exemplo: um enfermeiro ao consultar um dermatologista sobre uma ferida, acumula conhecimento, experiência, que beneficia a ele e aos indígenas da comunidade”, conclui.

Dados reforçados

O investimento na infraestrutura digital, com mais computadores e ampliação dos pontos de internet, reforça a captação e consolidação de dados sobre vacinação, adoecimentos, tratamentos realizados, óbitos e outros indicadores de saúde, o que garante uma maior geração de dados e informações sobre o povo Yanomami.

O Datasus articulou, ao longo dos últimos meses, a instalação de pontos de internet e a entrega de computadores. Em junho, foi montada uma sala de digitação com 25 notebooks especialmente para inserção de dados de vacinação e de malária. A estrutura foi montada na Fundação Nacional de Saúde (Funasa), em Boa Vista. O investimento em conectividade beneficiou cinco casas de apoio à saúde indígena (Casais), 52 polos base e 41 unidades básicas de saúde indígena (UBSI).

Outro avanço é o uso do InfoSUS IV, que visa fornecer conectividade para hospitais e instituições ligadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), especialmente unidades de assistência básica à saúde e população indígena e outros estabelecimentos de saúde.

Guilherme Bobadilha, assessor técnico do Datasus, explica que a conectividade trará benefícios para todo o DSEI Yanomami. “Os computadores também serão usados para termos melhores informações. Com a carência de máquinas, os dados de vacinação, por exemplo, ficam represados e não entram nos nossos sistemas. Agora, os digitadores terão mais condições de registrar e melhorar a inserção de dados”, frisa.

“Com a conectividade, a comunicação com os polos também melhorou. A infraestrutura de rede ampliou as comunicações por aplicativos de mensagens, de notificações de remoção, entre outras situações”, explica.

Boletim

O Ministério da Saúde divulgou, em 5 de agosto, um novo informe do Comitê de Operações Emergenciais (COE) Yanomami. No primeiro trimestre deste ano, foram notificados 74 óbitos no território. Na comparação com igual período do ano passado, houve uma queda de 33%. Nos três primeiros meses de 2023 foram registradas 111 mortes. O documento ressalta que os principais agravos tiveram queda como, óbitos por malária, desnutrição e infecções respiratórias agudas graves.

O povo Yanomami tem a maior terra indígena do Brasil, com 10 milhões de hectares, mais de 380 comunidades e 30 mil indígenas. Desde janeiro de 2023, o Ministério da Saúde investe para mitigar a grave crise causada na região pelo garimpo ilegal. A pasta aumentou o efetivo de profissionais, dobrou o investimento em ações de saúde e trabalhou para garantir a assistência e combater doenças, como a malária e a desnutrição, no território.

A implantação da telessaúde é uma ação da Secretaria de Informação e Saúde Digital (Seidigi) que envolve os departamentos de Saúde Digital e Inovação (Desd), de Informação e de Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus) e a Universidade Federal de Roraima (UFRR).

Fontes: 
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2024/agosto/em-medida-inedita-ministerio-da-saude-implanta-telessaude-no-territorio-yanomami
Agência Senado
Ministério da Saúde
Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO)
Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal no Estado de São Paulo

Olimpíadas CFOE – Academia Carioca

UTILIDADE PÚBLICA:

Aproveitando o espírito olímpico, a Clínica da Família Olímpia Esteves através do programa Academia Carioca, organizou um dia festivo em homenagem ao evento esportivo que acontece em Paris-França. Participaram alunos do projeto vinculados à unidade, com a supervisão da profissional de educação física Júlia Fonseca e da assistente social Jéssica Cura.

Além das atividades físicas de rotina, os participantes puderam curtir gincanas esportivas, competindo entre equipes e desfrutando de um dia de muita descontração e espírito olímpico. Todos receberam medalhas, mostrando que no esporte e na saúde todos vencem.

Encontro dos Agentes de Vigilância em Saúde

UTILIDADE PÚBLICA:

Na manhã do dia 08/08/2024, recebemos alguns AVSs no laboratório de informática da estação OTICS-Rio Padre Miguel, para que fossem lançadas as suas demandas.

 

 

 

 

 

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro atua fortemente na área de Vigilância em Saúde, colocando em prática um conjunto articulado de ações destinadas a controlar determinantes, riscos e danos à saúde de populações que vivem em determinados territórios. Esse trabalho é feito sob a ótica da integralidade do cuidado, o que inclui tanto a abordagem individual como a coletiva dos problemas de saúde (Portaria Ministerial nº 3.252, de 22 de dezembro de 2009). De forma mais objetiva, pode-se dizer que sua atuação abrange as ações de vigilância, prevenção e controle de doenças e agravos à saúde, constituindo espaço articulado de conhecimentos e técnicas. Os principais desafios desse trabalho são a definição de responsabilidades e a consolidação de redes de atenção à saúde; a compatibilização de territórios; e a eleição de prioridades, utilizando metodologias e ferramentas da vigilância epidemiológica.

Fonte: Vigilância em Saúde – www.rio.rj.gov.br

08/8 – Dia Nacional de Prevenção e Controle do Colesterol

UTILIDADE PÚBLICA:

Colesterol alto: um inimigo silencioso da saúde humana

Comemorado anualmente em 08 de agosto, o Dia Nacional de Prevenção e Controle do Colesterol tem o objetivo de promover ações de conscientização e prevenção contra altos níveis de colesterol, considerado um dos fatores que mais contribuem para o desenvolvimento de diversas doenças cardiovasculares.

Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 40% da população brasileira tem o colesterol elevado, inclusive entre as crianças. As doenças desencadeadas por esse fator são a primeira causa de mortalidade no Brasil, com 300 mil mortes anuais

O colesterol é um composto químico de textura e aparência de uma cera gordurosa. É essencial ao organismo, estando presente na estrutura de todas as células, formando ácidos biliares que atuam na digestão e como parte da composição dos hormônios e de algumas vitaminas, notadamente a vitamina D. Por ser insolúvel em meio aquoso, como nosso sangue, ele é transportado por lipoproteínas, que são medidas e expressas por sua densidade (relação entre massa e volume).

O colesterol é só um e o que varia é seu meio de transporte e seu destino, a depender das lipoproteínas que o transportam, podendo ser de alta ou de baixa densidade, de acordo com sua composição e funções.

LDL colesterol: é o colesterol contido nas chamadas lipoproteínas de baixa densidade, chamado de LDL (da sigla em inglês para ‘low density lipoprotein’). É ele o responsável por carregar o colesterol para as células e, em excesso, pode se depositar nas paredes das artérias, formando placas que aumentam o risco de infarto e de derrame, processo conhecido como aterosclerose.  Por isso, o LDL é conhecido como “mau colesterol” e seu nível deve ser mantido baixo.

HDL colesterol: é o que retira o colesterol das células, para ser eliminado, são as lipoproteínas de alta densidade, ou HDL (da sigla em inglês para ‘high density lipoprotein’). Conhecido como “bom colesterol”, ajuda a evitar o entupimento das artérias e seu nível deve mantido alto.

Grande parte da fabricação do colesterol acontece no fígado sendo, então, liberado na corrente sanguínea e distribuído para os tecidos, onde pode ser utilizado ou armazenado no tecido adiposo (camada de gordura abaixo da pele). As lipoproteínas de baixa densidade são capturadas por receptores no interior das células e aí o colesterol livre é depositado. Já as partículas de HDL são formadas não só no fígado, mas, também, no intestino e na circulação.

Níveis altos de colesterol LDL no sangue são um importante fator de risco para problemas no coração, entre eles, doenças das artérias que podem determinar a angina ou o infarto. Além disso, também estão relacionados a outros tipos de complicação como doenças da principal artéria do corpo – a aorta, além de demência e acidente vascular encefálico (AVC ou derrame cerebral). Por outro lado, níveis altos de colesterol HDL podem conferir algum grau de proteção para estas doenças.

Ter o colesterol alto não apresenta sintomas e a única forma de diagnosticá-lo é dosando seus níveis sanguíneos. Quanto mais cedo se dosa o colesterol na vida, maior a chance de se detectar a tendência genética de produzir mais colesterol do que o necessário.

Fatores de risco:

– História familiar: a presença de níveis elevados de gorduras no sangue pode ter origem genética e ser herdada. É a chamada hipercolesterolemia familiar, condição que raramente pode ser tratada apenas com mudanças no estilo de vida. Vários genes já foram associados à esta condição.
– Sedentarismo: a atividade física ajuda a “queimar” o colesterol ruim (LDL) e a aumentar o bom (HDL).
– Dieta inadequada: excesso de gorduras e carboidratos, somado à quantidade insuficiente de fibras e alimentos antioxidantes, podem causar aumento do colesterol ruim.

Tratamento:

Uma vez diagnosticado, o tratamento do colesterol elevado deve ser imediatamente iniciado, com a adoção de mudanças no estilo de vida e, se necessário, uso de medicamentos.

Tratamento medicamentoso adequado associado às mudanças nos hábitos de vida com a adoção de atividade física e dieta, são fundamentais para os pacientes com altos níveis de colesterol.

Níveis considerados ideais são, basicamente LDL menor que 130 mg/dL e o HDL maior que 40 mg/dL, para adultos com mais de 20 anos.

Prevenção:

A prevenção se dá por meio de um estilo de vida saudável, com consumo moderado de gorduras saturadas e atividade física regular. Porém, é preciso estar ciente de que do colesterol sanguíneo presente no organismo, somente 15% vem da alimentação; o restante é produzido especialmente pelo fígado, e nesse caso, somente medicação consegue inibir sua produção e reduzir os valores no sangue. As melhores dietas reduzem somente 10% dos seus níveis.

Hábitos de vida saudável, ainda na infância e na adolescência, seriam a prevenção primordial. Após os 40 anos de idade, porém, se inicia o período de maior prevalência dos principais fatores de risco para a doença cardiovascular: o colesterol elevado, a hipertensão arterial e o diabetes, acrescidos pelo tabagismo, obesidade e sedentarismo; e, nas mulheres, a chegada da menopausa é também um fator de risco.

Basicamente, as gorduras trans e as saturadas, presentes em alimentos como leite e derivados, carne bovina gordurosa, alimentos embutidos e industrializados como sorvetes, salgadinhos, margarina e salames são as responsáveis por aumentar os níveis de colesterol. Substituir gorduras saturadas (leite e derivados, carne bovina) por gorduras poli-insaturadas, presentes no atum, óleo de girassol, azeite, linhaça, castanhas e, também, reduzir o consumo de bebida alcoólica e de açúcares (provocam aumento de peso, podendo levar ao desenvolvimento de diabetes mellitus e hipertensão arterial e, consequentemente, aumento do risco de problemas cardiovasculares).

Recomendações:

Para diminuir o colesterol ruim:

– Praticar exercícios físicos;
– Ter alimentação saudável;
– Consultar o médico para avaliação, pois pode ser necessário tomar medicamentos para normalizar os níveis de colesterol LDL.

Para aumentar o colesterol bom:

– Praticar exercícios físicos de alta intensidade;
– Aumentar o consumo de abacate, nozes, soja, aveia, frutas e legumes;
– Perder peso, se estiver acima do peso ideal, especialmente se tiver muita gordura abdominal.

 

Fontes:

Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH)
Escola Paulista de Enfermagem – UNIFESP
Sociedade Brasileira de Cardiologia
Núcleo de Telessaúde de São Paulo (UNIFESP)

Colegiado Gestor Local de Educação Física AP 5.1

No dia 06/08/2024, o auditório da estação OTICS-Rio Padre Miguel recebeu os profissionais de educação física da área programática 5.1 para o colegiado gestor local. A reunião foi para tratar do accountability, indicadores, planilhas de atividades externas e definir cronogramas.

O objetivo do encontro é alinhar e organizar os processos de trabalho da equipe. A reunião foi ministrada por José Augusto, assessor técnico do programa Academia Carioca.

Accountability Centro Municipal de Saúde Waldyr Franco

UTILIDADE PÚBLICA:

Na tarde do dia 05/08/2024, recebemos no auditório da estação OTICS-Rio Padre Miguel, Paula Rezende (gerente do Centro Municipal de Saúde Waldyr Franco) e Victor Costa Vitor Costa (Assistente Técnico da CAP 5.1). Ela utilizou nosso espaço para produção do Accountability da unidade.

A accountability é a responsabilidade dos gestores públicos por suas ações e resultados. Com a transparência, é possível acompanhar e avaliar o desempenho dos governantes, verificando se estão cumprindo suas promessas, agindo de forma ética e alcançando resultados efetivos.

05/08 – Dia Nacional da Vigilância Sanitária: Celebrando a Segurança e a Saúde Pública

UTILIDADE PÚBLICA:

Hoje, celebramos o Dia Nacional da Vigilância Sanitária, uma data de extrema importância para a saúde pública no Brasil. Este dia é uma oportunidade para reconhecer e valorizar o trabalho incansável dos profissionais de vigilância sanitária que, com dedicação e compromisso, garantem a segurança e a qualidade dos produtos e serviços que afetam diretamente nossas vidas.

A vigilância sanitária desempenha um papel fundamental na proteção da saúde da população, atuando na regulamentação, fiscalização e controle de alimentos, medicamentos, cosméticos, produtos de saúde e ambientes. Através de suas ações, busca-se prevenir doenças, promover a saúde e assegurar que os padrões de segurança sejam rigorosamente seguidos.

Neste dia especial, é importante refletir sobre os desafios enfrentados por esses profissionais e reconhecer o impacto positivo de seu trabalho. Desde a fiscalização de estabelecimentos e produtos até a educação e orientação da população, a vigilância sanitária é essencial para a manutenção de um ambiente saudável e seguro para todos.

Agradecemos a todos os profissionais da vigilância sanitária pelo empenho e pela contribuição para a nossa saúde e bem-estar. Sua dedicação não passa despercebida e é fundamental para o desenvolvimento de uma sociedade mais saudável e protegida.

Vamos celebrar e apoiar esses heróis da saúde pública, lembrando sempre da importância de suas funções e do impacto positivo que têm em nossas vidas.

Parabéns a todos os profissionais de Vigilância Sanitária!

05/08 – Dia Nacional da Farmácia: Celebre a Contribuição dos Farmacêuticos para a Saúde da População

UTILIDADE PÚBLICA:


No dia 5 de agosto, celebramos o Dia Nacional da Farmácia, uma data especial dedicada a reconhecer e valorizar a atuação dos farmacêuticos na promoção da saúde e no cuidado com a população. Este dia é uma oportunidade para refletir sobre a evolução da profissão e o impacto significativo que temos no sistema de saúde brasileiro.

De acordo com o Conselho Federal de Farmácia, a história no Brasil começou com a chegada dos irmãos da Companhia de Jesus, os jesuítas, com as primeiras enfermarias e boticas, onde se cuidava dos doentes e se preparavam os remédios.

Nas boticas jesuítas se encontravam drogas e medicamentos vindos da metrópole. Foram eles também os primeiros boticários a testar as plantas medicinais usadas pelos pajés em seus rituais. O Padre José de Anchieta foi um dos primeiros boticários, a se dedicar com ardor missionário a curar os doentes entre o povo da terra brasilis.

Em suas memórias, ele escrevia em 1565: “Nossa casa é botica de todos; poucos momentos está quieta a campainha da portaria …”.

Cursos de farmácia

Em 1808, com a vinda da família real portuguesa para o Brasil, ganhou impulso a atividade farmacêutica no país e em 1832, o Brasil viu surgir as suas primeiras faculdades de Medicina e, com elas, já funcionava um curso de farmácia, com duração de três anos.

Desde sua fundação, a profissão farmacêutica passou por uma série de transformações que ampliaram e diversificaram o papel dos farmacêuticos. A profissão evoluiu de meros preparadores e vendedores de medicamentos para profissionais de saúde altamente especializados e multifacetados.

Hoje, os farmacêuticos desempenham um papel fundamental na educação dos pacientes sobre o uso seguro e eficaz de medicamentos, fornecendo informações sobre dosagens, efeitos colaterais, interações medicamentosas e a importância da adesão ao tratamento.

Com o avanço dos tratamentos e a complexidade das terapias, eles monitoram continuamente a eficácia dos medicamentos e ajustam os tratamentos para melhorar os resultados e minimizar riscos.

Educação comunitária

Além disso, os farmacêuticos estão envolvidos em diversas atividades de saúde pública, como campanhas de vacinação, triagem de doenças e programas de prevenção e promoção da saúde. Eles são um recurso valioso para a educação comunitária e para o apoio a iniciativas de saúde pública.

gestão de medicamentos é outra função essencial dos farmacêuticos, que garantem que os medicamentos sejam armazenados corretamente, que a dispensação esteja em conformidade com as prescrições e que as práticas de controle de qualidade sejam seguidas.

Eles são profissionais indispensáveis no sistema de saúde, oferecendo uma ampla gama de serviços que são cruciais para o bem-estar da população. Além de orientar sobre medicamentos, eles educam os pacientes sobre práticas de saúde preventiva, dietas equilibradas e a importância de exames regulares, contribuindo para a promoção da saúde e a prevenção de doenças.

No manejo de doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, oferecem suporte contínuo e ajustam os tratamentos para melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Inovações e adaptações na prática farmacêutica

No século XXI, as farmácias têm se transformado em centros de saúde multifuncionais, oferecendo uma ampla gama de serviços além da simples dispensação de medicamentos. A integração de tecnologias avançadas, como aplicativos de monitoramento de saúde e sistemas de gerenciamento de medicamentos, está revolucionando a prática farmacêutica.

A profissão está se adaptando às novas demandas de saúde pública, como o enfrentamento de pandemias e a implementação de novas estratégias de vacinação. A capacidade dos farmacêuticos se adaptarem e inovarem reflete seu papel central na evolução do sistema de saúde.

Neste Dia Nacional da Farmácia, é importante celebrar e reconhecer o impacto significativo dos farmacêuticos na saúde pública. Eles são essenciais para o cuidado com a saúde, contribuindo para a promoção de um futuro mais saudável para todos.

 Fonte: https://www.cff.org.br/50anos/?pg=aspectoshistoricos 

05/8 – Dia Nacional da Saúde e Dia do Nascimento de Oswaldo Cruz

UTILIDADE PÚBLICA:

No dia 5 de agosto, comemora-se o Dia Nacional da Saúde no Brasil. A data, que tem como objetivo conscientizar as pessoas sobre a importância da educação sanitária e a ter um estilo de vida mais saudável, foi escolhida em homenagem ao médico e sanitarista Oswaldo Gonçalves Cruz, que nasceu em 5 de agosto de 1872.

Oswaldo Cruz foi um importante personagem na história do combate e erradicação das epidemias da febre amarela, peste bubônica e a varíola no Brasil. Além de ter fundado em 1900 o Instituto Soroterápico Federal, transformado em 1908 em Instituto Oswaldo Cruz.

Graduou-se na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1892, apresentando a tese de doutoramento “A vehiculação microbiana pelas águas”. Antes de concluir o curso, já publicara dois artigos sobre microbiologia na revista Brasil Médico.

Seu interesse pela microbiologia levou-o a montar um pequeno laboratório no porão de sua casa. Contudo, a morte de seu pai, no mesmo ano de sua formatura, impediu o aprofundamento de seus estudos por um tempo. Dois anos depois, a convite de Egydio Salles Guerra, que se tornaria seu amigo e biógrafo, trabalhou na Policlínica Geral do Rio de Janeiro, onde era responsável pela montagem e a chefia do laboratório de análises clínicas. Em 1897 Oswaldo Cruz viajou para Paris, onde permaneceu por dois anos estudando microbiologia, soroterapia e imunologia, no Instituto Pasteur, e medicina legal no Instituto de Toxicologia.

Dois anos depois, o jovem bacteriologista assumiu a direção do Instituto e trabalhou para ampliar suas atividades para além da fabricação de soro antipestoso, incluindo a pesquisa básica aplicada e a formação de recursos humanos. No ano seguinte, chegou ao comando da Diretoria-Geral de Saúde Pública (DGSP).

Oswaldo Cruz teve que empreender uma campanha sanitária de combate às principais doenças da então capital federal: febre amarela, peste bubônica e varíola. Para isso, adotou métodos como o isolamento dos doentes, a notificação compulsória dos casos positivos, a captura dos vetores – mosquitos e ratos –, e a desinfecção das moradias em áreas de focos. Utilizando o Instituto Soroterápico Federal como base de apoio técnico-científico, deflagrou campanhas de saneamento e, em poucos meses, a incidência de peste bubônica diminuiu com o extermínio dos ratos, cujas pulgas transmitiam a doença.

Ao combater a febre amarela, na mesma época, Oswaldo Cruz enfrentou vários problemas. Grande parte dos médicos e da população acreditava que a doença se transmitia pelo contato com as roupas, suor, sangue e secreções de doentes. No entanto, Oswaldo Cruz acreditava em uma nova teoria: o transmissor da febre amarela era um mosquito. Assim, suspendeu as desinfecções, método tradicional no combate à moléstia, e implantou medidas sanitárias com brigadas que percorreram casas, jardins, quintais e ruas, para eliminar focos de insetos. Sua atuação provocou violenta reação popular.

Em 1904, com o recrudescimento dos surtos de varíola, o sanitarista tentou promover a vacinação em massa da população. Os jornais lançaram uma campanha contra a medida. O congresso protestou e foi organizada a Liga contra a vacinação obrigatória. No dia 13 de novembro, estourou a rebelião popular e, no dia 14, a Escola Militar da Praia Vermelha se levantou. O Governo derrotou a rebelião, que durou uma semana, mas suspendeu a obrigatoriedade da vacina. Mesmo assim, em 1907, a febre amarela estava erradicada do Rio de Janeiro. Em 1908, em uma nova epidemia de varíola, a própria população procurou os postos de vacinação.

A luta contra as doenças ganhou reconhecimento internacional em 1907, quando Oswaldo Cruz recebeu a medalha de ouro no 14º Congresso Internacional de Higiene e Demografia de Berlim, na Alemanha, pelo trabalho de saneamento do Rio de Janeiro. Oswaldo Cruz ainda reformou o Código Sanitário e reestruturou todos os órgãos de saúde e higiene do país.

Com insuficiência renal, morreu em 11 de fevereiro de 1917, com apenas 44 anos.

O Dia Nacional da Saúde foi instituído pela Lei nº 5.352/1.967. As ações implementadas nesse dia visam despertar valores relacionados a saúde, cuja definição vai muito além da ausência de doenças, pois está diretamente relacionada a presença de uma autêntica qualidade de vida no cotidiano da população. Ser saudável depende de uma série de fatores físicos e mentais que devem fazer parte da rotina de todos, como uma boa alimentação, privilegiando alimentos frescos em detrimento de alimentos processados e ultra processados, ingestão suficiente de água, a prática de atividades físicas, lazer e descanso.


Fontes
:

Escola Paulista de Enfermagem da Universidade Federal de São Paulo
Escola Superior Aberta do Brasil
Fundação Oswaldo Cruz