Dia Nacional da Saúde Bucal

Celebrado em 25 de outubro, o Dia Nacional da Sáude Bucal, foi instituído pela Lei nº 10.465, de 27 de maio de 2002, com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância dos cuidados com a boca e os dentes. A data serve para reforçar a prevenção de doenças bucais e incentivar o acompanhamento regular com profissionais de odontologia.

A saúde bucal é fundamental para a qualidade de vida, e está relacionada à alimentação, à fala, à respiração, à autoestima e ao bem-estar. A falta de cuidados pode favorecer o surgimento de cáries, doenças da gengiva, infecções e outras alterações que, quando não tratadas, podem causar dor, dificuldade para mastigar e até a perda dos dentes.

Principais sintomas e problemas bucais

Os problemas mais comuns são a cárie dentária, a gengivite, a periodontite e as lesões na boca. É importante reconhecer os sinais de alerta e procurar atendimento odontológico quando necessário.

  • Cárie dentária: Pode provocar manchas nos dentes, sensibilidade e dor, especialmente durante a ingestão de alimentos doces, quentes ou frios.
  • Feridas e manchas na boca: Lesões que não cicatrizam em até 15 dias, manchas persistentes ou alterações na língua, gengiva.
  • Gengivite: Vermelhidão, inchaço e sangramento da gengiva, principalmente durante a escovação ou o uso do fio dental.
  • Mau hálito: Pode estar relacionado à higiene bucal inadequada, ao acúmulo de placa bacteriana ou a outras condições de saúde.
  • Periodontite: Doença que afeta os tecidos de sustentação dos dentes e pode causar retração da gengiva, mobilidade dentária e perda dos dentes.

Algumas doenças bucais podem evoluir sem apresentar dor nos estágios iniciais. Por isso, não se deve esperar o aparecimento de sintomas para procurar atendimento odontológico.

Prevenção: cuidados diários fazem a diferença

A prevenção é uma das principais formas de manter a saúde bucal e reduzir o risco de doenças. Pequenos hábitos incorporados à rotina contribuem para a conservação dos dentes e das gengivas. E entre as principais medidas preventivas estão:

  • Escovar os dentes pelo menos duas vezes ao dia, utilizando creme dental, preferencialmente após as refeições e antes de dormir.
  • Evitar o tabagismo e reduzir ou evitar o consumo de bebidas alcoólicas, fatores associados a doenças bucais, incluindo o câncer de boca.
  • Reduzir o consumo frequente de açúcar e manter uma alimentação equilibrada.
  • Utilizar fio dental diariamente para remover resíduos alimentares e placa bacteriana entre os dentes.

A prevenção também envolve observar mudanças na boca e buscar orientação profissional diante de qualquer alteração persistente.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico dos problemas bucais é realizado pelo dentista, por meio da avaliação clínica dos dentes, gengivas, língua e demais estruturas da boca. Quando necessário, podem ser solicitados exames complementares, como radiografias, ou realizados encaminhamentos para investigação de alterações específicas.

O tratamento depende do problema identificado e do estágio em que a doença se encontra. Nos casos de cárie, pode incluir aplicação de flúor, restaurações e outros procedimentos odontológicos. As doenças da gengiva podem exigir limpeza profissional, remoção de tártaro e acompanhamento especializado. .

A procura precoce por atendimento evita: complicações, reduz a dor e preservar os dentes.

No Sistema Único de Saúde (SUS), a população pode procurar a Unidade de Atenção Primária à Saúde de referência para receber atendimento odontológico. Por meio da Política Nacional de Saúde Bucal, conhecida como Brasil Sorridente, são oferecidos serviços de promoção, prevenção, diagnóstico e tratamento. Conforme a necessidade, o usuário pode ser encaminhado para serviços especializados, como os Centros de Especialidades Odontológicas (CEO).

A importância da saúde bucal para a qualidade de vida

O Dia Nacional da Saúde Bucal reforça que cuidar da boca vai muito além da estética. A higiene adequada, a alimentação saudável e o acompanhamento odontológico são medidas essenciais para prevenir doenças, preservar os dentes e promover mais saúde e bem-estar em todas as fases da vida.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel destaca a importância da informação e da educação em saúde como ferramentas para incentivar hábitos saudáveis e fortalecer a prevenção. Manter a saúde bucal em dia é um compromisso diário que contribui para uma vida com mais conforto, autonomia e qualidade.

Informação, prevenção e cuidado contínuo são fundamentais para melhorar a qualidade de vida das pessoas com espinha bífida e hidrocefalia.

Fonte(s):
Ministério da Saúde — Saúde Bucal.

Referência(s):
BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde bucal: Política Nacional de Saúde Bucal. Brasília, DF: Ministério da Saúde, [s. d.]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/brasil-sorridente/saude-bucal/saude-bucal. Acesso em: 16 out. 2026.

Dia Mundial da Espinha Bífida e Hidrocefalia

Celebrado em 25 de outubro, o Dia Mundial da Espinha Bífida e Hidrocefalia tem como objetivo ampliar a conscientização sobre essas condições, incentivar o diagnóstico precoce, divulgar medidas de prevenção e promover a inclusão e a qualidade de vida das pessoas afetadas.

A data foi instituída em 2011 pela Federação Internacional de Espinha Bífida e Hidrocefalia (IFSBH), buscando fortalecer o acesso à informação, aos cuidados de saúde e aos direitos das pessoas que convivem com essas condições.

O que são a espinha bífida e a hidrocefalia?

A espinha bífida é uma malformação congênita que ocorre quando o tubo neural, estrutura que dá origem ao cérebro e à medula espinhal, não se fecha completamente durante o desenvolvimento embrionário. Sua gravidade varia conforme o tipo e a extensão da alteração, podendo provocar comprometimentos neurológicos e dificuldades motoras.

A hidrocefalia é caracterizada pelo acúmulo excessivo de líquido cefalorraquidiano nos espaços do cérebro, o que pode aumentar a pressão intracraniana e provocar danos neurológicos quando não tratada. As duas condições podem ocorrer associadas, especialmente em determinados casos de espinha bífida.

Sintomas e sinais de alerta

As manifestações variam de acordo com a gravidade da condição e a idade da pessoa.

Na espinha bífida, os sinais podem incluir:

  • Alterações na coluna vertebral ou uma abertura nas costas, perceptível ao nascimento em algumas formas da condição;
  • Alterações na sensibilidade;
  • Dificuldades para controlar a urina e as evacuações;
  • Fraqueza ou dificuldade de movimentação das pernas;
  • Infecções urinárias recorrentes.

Na hidrocefalia, os sintomas podem incluir:

  • Aumento anormal do tamanho da cabeça em bebês;
  • Alterações na visão, no equilíbrio ou na coordenação motora;
  • Dificuldades de alimentação;
  • Fontanela (moleira) abaulada;
  • Vômitos e irritabilidade;
  • Sonolência excessiva;

A presença desses sinais exige avaliação por um profissional de saúde. Em bebês e crianças, a identificação precoce é especialmente importante para evitar complicações.

Prevenção

Nem todos os casos possam ser prevenidos, algumas medidas ajudam a reduzir o risco de defeitos do tubo neural, incluindo a espinha bífida. Uma das principais estratégias é a suplementação de ácido fólico (vitamina B9) antes da gravidez e no início da gestação. A formação do tubo neural acontece nas primeiras semanas do desenvolvimento embrionário, muitas vezes antes de a pessoa descobrir que está grávida.

Por isso, mulheres que planejam engravidar devem procurar uma unidade de saúde para receber orientações sobre a suplementação adequada. A dose deve seguir a recomendação de um profissional, especialmente em situações que exigem cuidados específicos.

O acompanhamento pré-natal, a alimentação equilibrada e o controle de doenças preexistentes também contribuem para uma gestação mais saudável.

É importante destacar que não existe uma medida preventiva comprovada capaz de evitar todos os casos de hidrocefalia, pois suas causas são variadas.

Diagnóstico

A espinha bífida pode ser identificada durante a gestação por meio de exames pré-natais, especialmente a ultrassonografia obstétrica. Após o nascimento, o diagnóstico é realizado por avaliação clínica e, quando necessário, exames de imagem.

A hidrocefalia pode ser investigada pela observação dos sinais clínicos e pela realização de exames como ultrassonografia transfontanelar, tomografia computadorizada ou ressonância magnética, conforme a idade e a necessidade de cada paciente.

O diagnóstico precoce permite organizar o acompanhamento e definir as intervenções mais adequadas para cada caso.

Tratamento e acompanhamento

O tratamento depende do tipo e da gravidade da condição. Na espinha bífida, pode ser necessária cirurgia para fechar a abertura na coluna, além de acompanhamento com diferentes especialidades, fisioterapia e cuidados relacionados à mobilidade e às funções urinária e intestinal.

Na hidrocefalia, o tratamento pode envolver procedimentos cirúrgicos para controlar o acúmulo de líquido, como a implantação de uma válvula de derivação, que permite sua drenagem, ou outras técnicas indicadas pela equipe especializada. O acompanhamento contínuo é fundamental para identificar possíveis complicações e avaliar a necessidade de novas intervenções.

O cuidado deve ser individualizado e pode envolver profissionais da Atenção Primária à Saúde, neurologia, neurocirurgia, pediatria, reabilitação e outras especialidades. O apoio familiar, a inclusão social e o acesso aos serviços de saúde são essenciais para promover autonomia e qualidade de vida.

A importância da conscientização

O Dia Mundial da Espinha Bífida e Hidrocefalia reforça a importância da informação, da prevenção, do diagnóstico oportuno e do acesso ao tratamento adequado. Chama a atenção para a necessidade de combater o preconceito e garantir que as pessoas com essas condições tenham seus direitos respeitados e participem plenamente da sociedade.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel destaca a importância da educação em saúde e da atuação da Atenção Primária na orientação da população, no acompanhamento das famílias e na promoção de uma assistência integral, humanizada e inclusiva.

Informação, prevenção e cuidado contínuo são fundamentais para melhorar a qualidade de vida das pessoas com espinha bífida e hidrocefalia.

Fonte(s):
Ministério da Saúde — Biblioteca Virtual em Saúde.

Referência(s):
BRASIL. Ministério da Saúde. Biblioteca Virtual em Saúde. “Acelerar a ação”: 25/10 – Dia Mundial da Espinha Bífida e Hidrocefalia 2025. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2025.
Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/acelerar-a-acao-25-10-dia-mundial-da-espinha-bifida-e-hidrocefalia-2025/. Acesso em: 25 out. 2026.

Dia Mundial de Combate a Poliomielite

O Dia Mundial de Combate à Poliomielite, celebrado em 24 de outubro, tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da prevenção e da vacinação contra a poliomielite, também conhecida como paralisia infantil. A data reforça a necessidade de manter a cobertura vacinal elevada e fortalecer as ações de vigilância em saúde para evitar o retorno da doença.

A poliomielite é uma doença infecciosa e contagiosa causada pelo poliovírus, que pode atingir crianças e adultos, principalmente pessoas que não estão adequadamente vacinadas. O vírus é transmitido, principalmente, pelo contato com fezes de pessoas infectadas ou por água e alimentos contaminados. Em casos graves, pode atingir o sistema nervoso e provocar paralisia permanente e até a morte.

Sintomas da poliomielite

Em muitos casos, a infecção pode não apresentar sintomas, o que dificulta a identificação da doença e favorece sua transmissão. Os sinais e sintomas podem incluir:

  • Diarreia ou prisão de ventre;
  • Dor de cabeça;
  • Dor de garganta e dores no corpo;
  • Febre e mal-estar;
  • Náuseas e vômitos;
  • Rigidez na nuca e espasmos musculares.

Nas formas mais graves, a doença pode provocar fraqueza muscular e paralisia flácida de início súbito, afetando os membros inferiores. Complicações que podem deixar sequelas permanentes. E diante de fraqueza muscular súbita ou suspeita de paralisia, é fundamental procurar atendimento de saúde imediatamente para avaliação e investigação.

Diagnóstico

O diagnóstico é realizado por profissionais de saúde a partir da avaliação clínica, da identificação dos sinais e sintomas e de exames laboratoriais. A confirmação da poliomielite é feita pela detecção do poliovírus, principalmente em amostras de fezes.

A identificação e a notificação oportuna de casos suspeitos são essenciais para a vigilância epidemiológica, permitindo a investigação e a adoção de medidas para prevenir a disseminação do vírus.

Prevenção: a importância da vacinação

A vacinação é a principal e mais eficaz forma de prevenção da poliomielite. No Brasil, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) oferece a vacina inativada poliomielite (VIP), conforme o Calendário Nacional de Vacinação.

Atualmente, o esquema de rotina infantil prevê três doses da VIP, aos 2, 4 e 6 meses de idade, e uma dose de reforço aos 15 meses. É importante conferir a caderneta de vacinação e procurar uma unidade de Atenção Primária à Saúde para verificar se as doses estão atualizadas.

Além da vacinação, medidas como lavar as mãos corretamente, consumir água tratada, higienizar os alimentos e manter boas condições de saneamento contribuem para reduzir o risco de transmissão de doenças infecciosas.

Tratamento

Não existe tratamento específico capaz de eliminar o poliovírus ou curar a poliomielite. O atendimento é direcionado ao controle dos sintomas, à prevenção de complicações e ao suporte clínico, conforme a gravidade do quadro. Os casos suspeitos ou confirmados exigem avaliação médica imediata, e os pacientes podem necessitar de hospitalização.

Quando há sequelas motoras, a reabilitação, incluindo fisioterapia e acompanhamento multiprofissional, pode ajudar a melhorar a funcionalidade e a qualidade de vida, embora não reverta necessariamente as lesões permanentes.

O compromisso com a erradicação da poliomielite

O Dia Mundial de Combate à Poliomielite é uma oportunidade para reforçar o compromisso de profissionais de saúde, gestores e população com a erradicação da doença. Embora o Brasil não registre circulação do poliovírus selvagem desde 1990, a manutenção de altas coberturas vacinais é fundamental para proteger as crianças e impedir a reintrodução do vírus.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel destaca a importância da informação, da vigilância em saúde e da vacinação como estratégias fundamentais para a proteção coletiva. Manter a caderneta vacinal atualizada é um ato de cuidado com as crianças, as famílias e toda a comunidade.

Vacinar é proteger. Manter a vacinação em dia é essencial para que a poliomielite continue longe do Brasil.

Fonte(s):
Ministério da Saúde — Poliomielite.
Ministério da Saúde — Diagnóstico e tratamento.

Referência(s):
BRASIL. Ministério da Saúde. Poliomielite. Brasília, DF: Ministério da Saúde, [s. d.]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/p/poliomielite. Acesso em: 24 out. 2026.

BRASIL. Ministério da Saúde. Diagnóstico e tratamento. Brasília, DF: Ministério da Saúde, [s. d.]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/p/poliomielite/diagnostico-e-tratamento. Acesso em: 24 out. 2026.

Carta para Elas – projeto de extensão da Universidade de Brasília (UnB)

No dia 22 de outubro de 2026, foi realizado o curso “Carta para Elas”, projeto de extensão da Universidade de Brasília (UnB), no auditório da Estação OTICS-Rio Padre Miguel, localizado na Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE).

A atividade foi conduzida por Erica Menezes e Katia Crestine Poças, professoras da Universidade de Brasília (UnB), e Dayana Trifoni, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva da UnB.

O Município do Rio de Janeiro está desenvolvendo um projeto de extensão em parceria com o Ministério da Saúde e a Universidade de Brasília (UnB), voltado à saúde das trabalhadoras do Sistema Único de Saúde (SUS), com atenção às questões relacionadas ao trabalho, ao cuidado e à maternidade.

Nesse contexto, o projeto “Carta para Elas” utiliza a escrita de cartas como ferramenta de formação e expressão entre mulheres trabalhadoras da Atenção Primária à Saúde (APS), com foco nas iniquidades de gênero e no trabalho de cuidado. Por meio de oficinas de escrita, construção de cartas e rodas de conversa, a iniciativa busca promover o diálogo e dar visibilidade às experiências das mulheres que atuam no Sistema Único de Saúde (SUS).

O objetivo do encontro foi compreender as interfaces entre o cuidado realizado nos serviços de saúde e aquele exercido no âmbito familiar, nem sempre reconhecido como trabalho. A atividade propôs o diálogo sobre as diferentes experiências de cuidado, considerando as trajetórias, as redes de apoio, a divisão do trabalho e as desigualdades de gênero.

O curso também buscou estimular a reflexão sobre como essas questões influenciam a vida das mulheres trabalhadoras da saúde, contribuindo para o reconhecimento de suas experiências e para a valorização do trabalho de cuidado.

A realização da atividade na Estação OTICS-Rio Padre Miguel fortalece os espaços de formação, diálogo e troca de experiências, contribuindo para a reflexão sobre as práticas de cuidado e as relações de gênero no cotidiano da Atenção Primária à Saúde.

PARTE DA ORGANIZAÇÃO INICIAL DAS IDEIAS FOI REALIZADA COM APOIO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (CHATGPT),SENDO O CONTEÚDO POSTERIORMENTE ANALISADO, REVISADO E VALIDADO PELO AUTOR.

Programa Academia Carioca – Ação Educativa Outubro Rosa

No dia 22 de outubro de 2026, foi realizada uma ação educativa referente à campanha Outubro Rosa, na Academia Carioca da Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE), na área de planejamento 5.1 (AP 5.1).

A ação foi conduzida por Julia Fonseca (Profissional de Educação Física) integrante do Programa Academia Carioca e da equipe eMulti. Tem o objetivo de reforçar a importância da conscientização sobre o câncer de mama e dos cuidados com a saúde da mulher. A ação integra as atividades de conscientização realizadas durante o Outubro Rosa, fortalecendo a importância da informação e do cuidado com a saúde da mulher.

A campanha Outubro Rosa destaca a importância da prevenção, da identificação de possíveis sinais e sintomas e do diagnóstico precoce do câncer de mama. E incentiva o acesso aos serviços de saúde, a realização de consultas e o acompanhamento adequado conforme as orientações dos profissionais de saúde.

A iniciativa reforça o papel do Programa Academia Carioca na promoção da saúde e na prevenção de doenças, valorizando a educação em saúde e o incentivo ao autocuidado entre as participantes.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel apoiou a atividade por meio da divulgação do evento, contribuindo para ampliar a visibilidade da ação educativa e fortalecer as iniciativas de promoção da saúde no território da Clínica da Família Olímpia Esteves.

PARTE DA ORGANIZAÇÃO INICIAL DAS IDEIAS FOI REALIZADA COM APOIO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (CHATGPT), SENDO O CONTEÚDO POSTERIORMENTE ANALISADO, REVISADO E VALIDADO PELO AUTOR.

Sessão Clínica de Residência em Medicina de Família e Comunidade

No dia 22 de outubro de 2026, foi realizado mais um encontro da Sessão Clínica da Residência Médica da Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE), no auditório da Estação OTICS-Rio Padre Miguel na Área de Planejamento 5.1 (AP 5.1).

A atividade faz parte do processo de formação dos médicos residentes, proporcionando um espaço para discussão de casos clínicos, troca de conhecimentos e reflexão sobre as práticas de cuidado na Atenção Primária à Saúde (APS).

Esses encontros contribuem para o aprimoramento profissional, incentivam a atualização dos conhecimentos e fortalecem a integração entre teoria e prática, colaborando para a qualificação do atendimento oferecido à população do território.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel apoia iniciativas de educação permanente e formação em saúde, contribuindo para o desenvolvimento dos profissionais e o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde no município do Rio de Janeiro.

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Grupo Florescer – Encontro de Mulheres

No dia 21 de outubro de 2026, foi realizada uma atividade do Grupo Florescer, destinado às mulheres usuárias do território da Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE), no auditório da Estação OTICS-Rio Padre Miguel.

O encontro contou com a participação de profissionais que contribuíram para o desenvolvimento das atividades, promovendo um espaço de acolhimento, troca de experiências e orientações voltadas ao bem-estar das participantes.

A atividade foi conduzida por Jessica (assistente social) e Flávia Seda (nutricionista) com a participação de Iolanda (estagiária de Nutrição).

O Grupo Florescer busca proporcionar um espaço de acolhimento, escuta, troca de experiências e promoção do bem-estar, fortalecendo o vínculo entre as participantes e a equipe de saúde. Os encontros possibilitam abordar diferentes aspectos relacionados à qualidade de vida, autocuidado, alimentação, saúde emocional e outros temas importantes para o cotidiano das mulheres.

A realização do Grupo Florescer reforça a importância de iniciativas que promovam espaços de convivência e cuidado, contribuindo para uma atenção integral e humanizada às mulheres do território da Clínica da Família Olímpia Esteves.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel segue apoiando e registrando as ações desenvolvidas pelas equipes de saúde, contribuindo para a divulgação das iniciativas realizadas no território da AP 5.1.

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Grupo de Auriculoterapia

No dia 20 de outubro de 2026, foi realizada uma atividade do Grupo de Auriculoterapia da Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE), na sala de reunião da Estação OTICS-Rio Padre Miguel, na área de abrangência da AP 5.1.

A atividade contou com a participação de Flávia Seda (nutricionista) e Iolanda (estagiária de Nutrição) que conduziram a ação.

A Auriculoterapia é uma prática integrativa e complementar em saúde que consiste na estimulação de pontos específicos da orelha, podendo contribuir para o alívio de determinados sintomas e para a promoção do bem-estar. Quando utilizada como parte do cuidado em saúde, pode auxiliar na abordagem de diferentes necessidades dos usuários, conforme avaliação e orientação dos profissionais responsáveis.

A realização de atividades como essa fortalece as ações de promoção da saúde desenvolvidas pela Atenção Primária à Saúde (APS), ampliando as possibilidades de cuidado integral e humanizado oferecidas aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel apoia iniciativas de educação permanente e promoção da saúde, contribuindo para o desenvolvimento das atividades realizadas pelas equipes da Clínica da Família Olímpia Esteves.

Se desejar, também posso preparar uma versão mais curta para o feed do Instagram, mantendo o padrão das publicações da OTICS-Rio Padre Miguel.

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Grupo Hiperdia – Equipe Catarino

No dia 20 de outubro de 2026, foi realizado um encontro do Grupo HiperDIA, no auditório da Estação OTICS-Rio Padre Miguel, com a participação de profissionais da Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE), da Área de Planejamento 5.1 (AP 5.1).

A atividade é destinada ao acompanhamento e à educação em saúde de pacientes com Hipertensão Arterial e Diabetes Mellitus do território da unidade, vinculados à  Equipe Catarino.

Durante o encontro, foram realizadas orientações sobre o controle das doenças crônicas, a importância do autocuidado e a adoção de hábitos de vida saudáveis. Também foram abordados cuidados com a saúde bucal, com orientações sobre a importância da higiene oral e da prevenção de problemas bucais, especialmente entre pessoas com hipertensão e diabetes.

A atividade foi conduzida pelas profissionais Danielle Simões (enfermeira) e Andreza Silva (técnica em saúde bucal) que contribuíram para as ações de acompanhamento e orientação dos participantes.

O Grupo HiperDIA reforça a importância do acompanhamento contínuo na Atenção Primária à Saúde (APS), promovendo a prevenção de complicações e a melhoria da qualidade de vida dos usuários.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel segue apoiando iniciativas que fortalecem o cuidado em saúde no território, promovendo educação em saúde e integração entre profissionais e comunidade.

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Grupo InterAÇÃO

No dia 20 de outubro de 2026, foi realizada mais uma atividade do Grupo InterAÇÃO, destinado às crianças do território da Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE), na Área de Planejamento 5.1 (AP 5.1). O encontro aconteceu na sala de reunião da Estação OTICS-Rio Padre Miguel e foi conduzido pela equipe eMulti da unidade.

A atividade teve como objetivo promover o desenvolvimento infantil por meio de ações educativas e lúdicas, incentivando a interação, a socialização e a aprendizagem das crianças. A iniciativa também contribui para o acompanhamento do desenvolvimento infantil, valorizando o cuidado multiprofissional e a participação das famílias.

Participaram da atividade as profissionais Flávia Seda (nutricionista), Tathiane Azevedo (fonoaudióloga), além de Lívia (estagiária de Fonoaudiologia) e Yolanda (estagiária de Nutrição), que colaboraram na realização do encontro.

O Grupo InterAÇÃO reforça a importância do trabalho multiprofissional na promoção da saúde e do desenvolvimento integral das crianças, fortalecendo o vínculo entre a equipe de saúde e a comunidade do território. Durante o encontro, as crianças participaram de dinâmicas lúdicas e educativas, que estimularam a socialização, o aprendizado e o desenvolvimento de diferentes habilidades.

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