Dia Nacional da Saúde Bucal

Celebrado em 25 de outubro, o Dia Nacional da Sáude Bucal, foi instituído pela Lei nº 10.465, de 27 de maio de 2002, com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância dos cuidados com a boca e os dentes. A data serve para reforçar a prevenção de doenças bucais e incentivar o acompanhamento regular com profissionais de odontologia.

A saúde bucal é fundamental para a qualidade de vida, e está relacionada à alimentação, à fala, à respiração, à autoestima e ao bem-estar. A falta de cuidados pode favorecer o surgimento de cáries, doenças da gengiva, infecções e outras alterações que, quando não tratadas, podem causar dor, dificuldade para mastigar e até a perda dos dentes.

Principais sintomas e problemas bucais

Os problemas mais comuns são a cárie dentária, a gengivite, a periodontite e as lesões na boca. É importante reconhecer os sinais de alerta e procurar atendimento odontológico quando necessário.

  • Cárie dentária: Pode provocar manchas nos dentes, sensibilidade e dor, especialmente durante a ingestão de alimentos doces, quentes ou frios.
  • Feridas e manchas na boca: Lesões que não cicatrizam em até 15 dias, manchas persistentes ou alterações na língua, gengiva.
  • Gengivite: Vermelhidão, inchaço e sangramento da gengiva, principalmente durante a escovação ou o uso do fio dental.
  • Mau hálito: Pode estar relacionado à higiene bucal inadequada, ao acúmulo de placa bacteriana ou a outras condições de saúde.
  • Periodontite: Doença que afeta os tecidos de sustentação dos dentes e pode causar retração da gengiva, mobilidade dentária e perda dos dentes.

Algumas doenças bucais podem evoluir sem apresentar dor nos estágios iniciais. Por isso, não se deve esperar o aparecimento de sintomas para procurar atendimento odontológico.

Prevenção: cuidados diários fazem a diferença

A prevenção é uma das principais formas de manter a saúde bucal e reduzir o risco de doenças. Pequenos hábitos incorporados à rotina contribuem para a conservação dos dentes e das gengivas. E entre as principais medidas preventivas estão:

  • Escovar os dentes pelo menos duas vezes ao dia, utilizando creme dental, preferencialmente após as refeições e antes de dormir.
  • Evitar o tabagismo e reduzir ou evitar o consumo de bebidas alcoólicas, fatores associados a doenças bucais, incluindo o câncer de boca.
  • Reduzir o consumo frequente de açúcar e manter uma alimentação equilibrada.
  • Utilizar fio dental diariamente para remover resíduos alimentares e placa bacteriana entre os dentes.

A prevenção também envolve observar mudanças na boca e buscar orientação profissional diante de qualquer alteração persistente.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico dos problemas bucais é realizado pelo dentista, por meio da avaliação clínica dos dentes, gengivas, língua e demais estruturas da boca. Quando necessário, podem ser solicitados exames complementares, como radiografias, ou realizados encaminhamentos para investigação de alterações específicas.

O tratamento depende do problema identificado e do estágio em que a doença se encontra. Nos casos de cárie, pode incluir aplicação de flúor, restaurações e outros procedimentos odontológicos. As doenças da gengiva podem exigir limpeza profissional, remoção de tártaro e acompanhamento especializado. .

A procura precoce por atendimento evita: complicações, reduz a dor e preservar os dentes.

No Sistema Único de Saúde (SUS), a população pode procurar a Unidade de Atenção Primária à Saúde de referência para receber atendimento odontológico. Por meio da Política Nacional de Saúde Bucal, conhecida como Brasil Sorridente, são oferecidos serviços de promoção, prevenção, diagnóstico e tratamento. Conforme a necessidade, o usuário pode ser encaminhado para serviços especializados, como os Centros de Especialidades Odontológicas (CEO).

A importância da saúde bucal para a qualidade de vida

O Dia Nacional da Saúde Bucal reforça que cuidar da boca vai muito além da estética. A higiene adequada, a alimentação saudável e o acompanhamento odontológico são medidas essenciais para prevenir doenças, preservar os dentes e promover mais saúde e bem-estar em todas as fases da vida.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel destaca a importância da informação e da educação em saúde como ferramentas para incentivar hábitos saudáveis e fortalecer a prevenção. Manter a saúde bucal em dia é um compromisso diário que contribui para uma vida com mais conforto, autonomia e qualidade.

Informação, prevenção e cuidado contínuo são fundamentais para melhorar a qualidade de vida das pessoas com espinha bífida e hidrocefalia.

Fonte(s):
Ministério da Saúde — Saúde Bucal.

Referência(s):
BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde bucal: Política Nacional de Saúde Bucal. Brasília, DF: Ministério da Saúde, [s. d.]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/brasil-sorridente/saude-bucal/saude-bucal. Acesso em: 16 out. 2026.

Dia Mundial da Espinha Bífida e Hidrocefalia

Celebrado em 25 de outubro, o Dia Mundial da Espinha Bífida e Hidrocefalia tem como objetivo ampliar a conscientização sobre essas condições, incentivar o diagnóstico precoce, divulgar medidas de prevenção e promover a inclusão e a qualidade de vida das pessoas afetadas.

A data foi instituída em 2011 pela Federação Internacional de Espinha Bífida e Hidrocefalia (IFSBH), buscando fortalecer o acesso à informação, aos cuidados de saúde e aos direitos das pessoas que convivem com essas condições.

O que são a espinha bífida e a hidrocefalia?

A espinha bífida é uma malformação congênita que ocorre quando o tubo neural, estrutura que dá origem ao cérebro e à medula espinhal, não se fecha completamente durante o desenvolvimento embrionário. Sua gravidade varia conforme o tipo e a extensão da alteração, podendo provocar comprometimentos neurológicos e dificuldades motoras.

A hidrocefalia é caracterizada pelo acúmulo excessivo de líquido cefalorraquidiano nos espaços do cérebro, o que pode aumentar a pressão intracraniana e provocar danos neurológicos quando não tratada. As duas condições podem ocorrer associadas, especialmente em determinados casos de espinha bífida.

Sintomas e sinais de alerta

As manifestações variam de acordo com a gravidade da condição e a idade da pessoa.

Na espinha bífida, os sinais podem incluir:

  • Alterações na coluna vertebral ou uma abertura nas costas, perceptível ao nascimento em algumas formas da condição;
  • Alterações na sensibilidade;
  • Dificuldades para controlar a urina e as evacuações;
  • Fraqueza ou dificuldade de movimentação das pernas;
  • Infecções urinárias recorrentes.

Na hidrocefalia, os sintomas podem incluir:

  • Aumento anormal do tamanho da cabeça em bebês;
  • Alterações na visão, no equilíbrio ou na coordenação motora;
  • Dificuldades de alimentação;
  • Fontanela (moleira) abaulada;
  • Vômitos e irritabilidade;
  • Sonolência excessiva;

A presença desses sinais exige avaliação por um profissional de saúde. Em bebês e crianças, a identificação precoce é especialmente importante para evitar complicações.

Prevenção

Nem todos os casos possam ser prevenidos, algumas medidas ajudam a reduzir o risco de defeitos do tubo neural, incluindo a espinha bífida. Uma das principais estratégias é a suplementação de ácido fólico (vitamina B9) antes da gravidez e no início da gestação. A formação do tubo neural acontece nas primeiras semanas do desenvolvimento embrionário, muitas vezes antes de a pessoa descobrir que está grávida.

Por isso, mulheres que planejam engravidar devem procurar uma unidade de saúde para receber orientações sobre a suplementação adequada. A dose deve seguir a recomendação de um profissional, especialmente em situações que exigem cuidados específicos.

O acompanhamento pré-natal, a alimentação equilibrada e o controle de doenças preexistentes também contribuem para uma gestação mais saudável.

É importante destacar que não existe uma medida preventiva comprovada capaz de evitar todos os casos de hidrocefalia, pois suas causas são variadas.

Diagnóstico

A espinha bífida pode ser identificada durante a gestação por meio de exames pré-natais, especialmente a ultrassonografia obstétrica. Após o nascimento, o diagnóstico é realizado por avaliação clínica e, quando necessário, exames de imagem.

A hidrocefalia pode ser investigada pela observação dos sinais clínicos e pela realização de exames como ultrassonografia transfontanelar, tomografia computadorizada ou ressonância magnética, conforme a idade e a necessidade de cada paciente.

O diagnóstico precoce permite organizar o acompanhamento e definir as intervenções mais adequadas para cada caso.

Tratamento e acompanhamento

O tratamento depende do tipo e da gravidade da condição. Na espinha bífida, pode ser necessária cirurgia para fechar a abertura na coluna, além de acompanhamento com diferentes especialidades, fisioterapia e cuidados relacionados à mobilidade e às funções urinária e intestinal.

Na hidrocefalia, o tratamento pode envolver procedimentos cirúrgicos para controlar o acúmulo de líquido, como a implantação de uma válvula de derivação, que permite sua drenagem, ou outras técnicas indicadas pela equipe especializada. O acompanhamento contínuo é fundamental para identificar possíveis complicações e avaliar a necessidade de novas intervenções.

O cuidado deve ser individualizado e pode envolver profissionais da Atenção Primária à Saúde, neurologia, neurocirurgia, pediatria, reabilitação e outras especialidades. O apoio familiar, a inclusão social e o acesso aos serviços de saúde são essenciais para promover autonomia e qualidade de vida.

A importância da conscientização

O Dia Mundial da Espinha Bífida e Hidrocefalia reforça a importância da informação, da prevenção, do diagnóstico oportuno e do acesso ao tratamento adequado. Chama a atenção para a necessidade de combater o preconceito e garantir que as pessoas com essas condições tenham seus direitos respeitados e participem plenamente da sociedade.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel destaca a importância da educação em saúde e da atuação da Atenção Primária na orientação da população, no acompanhamento das famílias e na promoção de uma assistência integral, humanizada e inclusiva.

Informação, prevenção e cuidado contínuo são fundamentais para melhorar a qualidade de vida das pessoas com espinha bífida e hidrocefalia.

Fonte(s):
Ministério da Saúde — Biblioteca Virtual em Saúde.

Referência(s):
BRASIL. Ministério da Saúde. Biblioteca Virtual em Saúde. “Acelerar a ação”: 25/10 – Dia Mundial da Espinha Bífida e Hidrocefalia 2025. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2025.
Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/acelerar-a-acao-25-10-dia-mundial-da-espinha-bifida-e-hidrocefalia-2025/. Acesso em: 25 out. 2026.

Dia Mundial de Combate a Poliomielite

O Dia Mundial de Combate à Poliomielite, celebrado em 24 de outubro, tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da prevenção e da vacinação contra a poliomielite, também conhecida como paralisia infantil. A data reforça a necessidade de manter a cobertura vacinal elevada e fortalecer as ações de vigilância em saúde para evitar o retorno da doença.

A poliomielite é uma doença infecciosa e contagiosa causada pelo poliovírus, que pode atingir crianças e adultos, principalmente pessoas que não estão adequadamente vacinadas. O vírus é transmitido, principalmente, pelo contato com fezes de pessoas infectadas ou por água e alimentos contaminados. Em casos graves, pode atingir o sistema nervoso e provocar paralisia permanente e até a morte.

Sintomas da poliomielite

Em muitos casos, a infecção pode não apresentar sintomas, o que dificulta a identificação da doença e favorece sua transmissão. Os sinais e sintomas podem incluir:

  • Diarreia ou prisão de ventre;
  • Dor de cabeça;
  • Dor de garganta e dores no corpo;
  • Febre e mal-estar;
  • Náuseas e vômitos;
  • Rigidez na nuca e espasmos musculares.

Nas formas mais graves, a doença pode provocar fraqueza muscular e paralisia flácida de início súbito, afetando os membros inferiores. Complicações que podem deixar sequelas permanentes. E diante de fraqueza muscular súbita ou suspeita de paralisia, é fundamental procurar atendimento de saúde imediatamente para avaliação e investigação.

Diagnóstico

O diagnóstico é realizado por profissionais de saúde a partir da avaliação clínica, da identificação dos sinais e sintomas e de exames laboratoriais. A confirmação da poliomielite é feita pela detecção do poliovírus, principalmente em amostras de fezes.

A identificação e a notificação oportuna de casos suspeitos são essenciais para a vigilância epidemiológica, permitindo a investigação e a adoção de medidas para prevenir a disseminação do vírus.

Prevenção: a importância da vacinação

A vacinação é a principal e mais eficaz forma de prevenção da poliomielite. No Brasil, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) oferece a vacina inativada poliomielite (VIP), conforme o Calendário Nacional de Vacinação.

Atualmente, o esquema de rotina infantil prevê três doses da VIP, aos 2, 4 e 6 meses de idade, e uma dose de reforço aos 15 meses. É importante conferir a caderneta de vacinação e procurar uma unidade de Atenção Primária à Saúde para verificar se as doses estão atualizadas.

Além da vacinação, medidas como lavar as mãos corretamente, consumir água tratada, higienizar os alimentos e manter boas condições de saneamento contribuem para reduzir o risco de transmissão de doenças infecciosas.

Tratamento

Não existe tratamento específico capaz de eliminar o poliovírus ou curar a poliomielite. O atendimento é direcionado ao controle dos sintomas, à prevenção de complicações e ao suporte clínico, conforme a gravidade do quadro. Os casos suspeitos ou confirmados exigem avaliação médica imediata, e os pacientes podem necessitar de hospitalização.

Quando há sequelas motoras, a reabilitação, incluindo fisioterapia e acompanhamento multiprofissional, pode ajudar a melhorar a funcionalidade e a qualidade de vida, embora não reverta necessariamente as lesões permanentes.

O compromisso com a erradicação da poliomielite

O Dia Mundial de Combate à Poliomielite é uma oportunidade para reforçar o compromisso de profissionais de saúde, gestores e população com a erradicação da doença. Embora o Brasil não registre circulação do poliovírus selvagem desde 1990, a manutenção de altas coberturas vacinais é fundamental para proteger as crianças e impedir a reintrodução do vírus.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel destaca a importância da informação, da vigilância em saúde e da vacinação como estratégias fundamentais para a proteção coletiva. Manter a caderneta vacinal atualizada é um ato de cuidado com as crianças, as famílias e toda a comunidade.

Vacinar é proteger. Manter a vacinação em dia é essencial para que a poliomielite continue longe do Brasil.

Fonte(s):
Ministério da Saúde — Poliomielite.
Ministério da Saúde — Diagnóstico e tratamento.

Referência(s):
BRASIL. Ministério da Saúde. Poliomielite. Brasília, DF: Ministério da Saúde, [s. d.]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/p/poliomielite. Acesso em: 24 out. 2026.

BRASIL. Ministério da Saúde. Diagnóstico e tratamento. Brasília, DF: Ministério da Saúde, [s. d.]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/p/poliomielite/diagnostico-e-tratamento. Acesso em: 24 out. 2026.

Dia Mundial e Nacional da Osteoporose

Celebrado em 20 de outubro, o Dia Mundial e Nacional da Osteoporose tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da saúde óssea, incentivando a prevenção, o diagnóstico e o tratamento dessa doença, que pode comprometer a mobilidade e a independência das pessoas.

A osteoporose é uma doença caracterizada pela diminuição da densidade e da resistência dos ossos, tornando-os mais frágeis e aumentando o risco de fraturas. A condição é mais frequente com o envelhecimento.

Sintomas e sinais de Alerta

A osteoporose é uma doença silenciosa, pois geralmente não provoca sintomas nas fases iniciais. Muitas vezes, é descoberta somente após uma fratura decorrente de uma queda leve ou de um esforço cotidiano. Entre os principais sinais de alerta estão:

  • Fraturas após quedas leves ou pequenos impactos;
  • Dor nas costas, especialmente quando relacionada a fraturas vertebrais;
  • Perda de estatura ao longo do tempo;
  • Alterações na postura, como o aumento da curvatura das costas.

A presença desses sinais deve ser avaliada por um profissional de saúde. A ausência de sintomas não significa que os ossos estejam saudáveis.

Como prevenir a osteoporose?

A prevenção deve começar ainda na infância e continuar durante toda a vida. Hábitos saudáveis ajudam a fortalecer os ossos, reduzir a perda de massa óssea e diminuir o risco de fraturas.

Entre as principais medidas preventivas estão:

  • Alimentação equilibrada: Consumir alimentos ricos em cálcio, como leite e derivados, além de manter uma dieta variada e adequada às necessidades nutricionais;
  • Vitamina D: Manter níveis adequados desse nutriente, importante para a absorção do cálcio, com orientação profissional quando necessário;
  • Atividade física regular: Praticar exercícios que fortaleçam os músculos e os ossos, respeitando as condições de saúde de cada pessoa;
  • Prevenir quedas: Manter os ambientes bem iluminados, retirar obstáculos do caminho e utilizar apoios quando necessário;
  • Acompanhamento de saúde: Conversar com profissionais sobre fatores de risco, especialmente em pessoas idosas, mulheres após a menopausa e indivíduos com histórico de fraturas.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico considera o histórico clínico, os fatores de risco e a avaliação médica. Um dos principais exames utilizados é a densitometria óssea, que mede a densidade mineral dos ossos e auxilia na identificação da osteoporose e do risco de fraturas. Conforme a necessidade, o profissional também poderá solicitar exames complementares.

O tratamento é individualizado e pode incluir medicamentos para reduzir a perda óssea ou favorecer a resistência dos ossos, além de orientações sobre alimentação, atividade física e prevenção de quedas. O acompanhamento regular é fundamental para avaliar a resposta ao tratamento e reduzir o risco de novas fraturas.

A importância da conscientização

O Dia Mundial e Nacional da Osteoporose é uma oportunidade para reforçar que cuidar dos ossos é essencial em todas as fases da vida. A prevenção, a identificação dos fatores de risco e o tratamento adequado contribuem para preservar a mobilidade, a autonomia e a qualidade de vida. Cuide da sua saúde óssea: prevenir, identificar precocemente e tratar a osteoporose faz a diferença!

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel destaca a importância da informação em saúde e da promoção de hábitos saudáveis, fortalecendo as ações de prevenção e o cuidado integral da população no âmbito do SUS.

Fonte(s):
Ministério da Saúde

Referência(s):
BRASIL. Ministério da Saúde. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Osteoporose. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2025. Atualizado em 29 jan. 2026. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/pcdt/o/osteoporose/view . Acesso em: 14 out. 2026.

Dia Mundial de Combate ao Câncer de Mama

O Dia Mundial de Combate ao Câncer de Mama, celebrado em 19 de outubro, reforça a importância da conscientização sobre a doença, do acesso aos serviços de saúde e da identificação precoce de possíveis alterações nas mamas. A data também integra as ações de mobilização do Outubro Rosa, movimento dedicado à prevenção e ao diagnóstico precoce do câncer de mama.

O Câncer de Mama ocorre quando células anormais se multiplicam de forma desordenada, formando um tumor. Embora seja mais frequente em mulheres, a doença também pode acometer homens, em menor proporção. Quando identificada precocemente e tratada de maneira adequada, apresenta maiores possibilidades de tratamento eficaz.

Sinais e sintomas

Conhecer o próprio corpo e observar mudanças nas mamas são atitudes para reconhecer possíveis sinais de alerta. As principais alterações que merecem atenção são:

  • Alterações no formato ou no tamanho da mama;
  • Mudanças no formato do mamilo;
  • Nódulo (caroço) na mama, especialmente quando endurecido, fixo ou em crescimento;
  • Presença de nódulos na região das axilas.
  • Saída espontânea de secreção pelo mamilo, principalmente quando apresenta sangue;
  • Vermelhidão, retração ou aspecto semelhante à casca de laranja na pele;

É importante lembrar que nem toda alteração significa câncer. Entretanto, ao perceber qualquer sinal suspeito, a orientação é procurar uma unidade de saúde para avaliação profissional, sem esperar que os sintomas desapareçam.

Prevenção e diagnóstico precoce

Embora não seja possível prevenir todos os casos, algumas medidas contribuem para reduzir o risco de desenvolver a doença, como praticar atividades físicas regularmente, manter uma alimentação equilibrada, evitar o consumo de bebidas alcoólicas e manter um peso corporal adequado.

O diagnóstico precoce é essencial para ampliar as possibilidades de tratamento. A mamografia é um dos principais exames utilizados na detecção do câncer de mama, inclusive antes do aparecimento de sintomas. No Brasil, a recomendação de rastreamento de rotina no Sistema Único de Saúde (SUS) prioriza mulheres de 50 a 74 anos, a cada dois anos. Mulheres fora dessa faixa etária devem receber orientação individualizada dos profissionais de saúde sobre os benefícios e possíveis riscos do exame.

Quando existem sinais ou sintomas suspeitos, a investigação deve ser realizada independentemente da idade. A avaliação clínica pode ser complementada por exames de imagem, como mamografia e ultrassonografia, e, quando necessário, por biópsia, que permite confirmar o diagnóstico.

Tratamento e acompanhamento

O tratamento depende do tipo do tumor, do estágio da doença e das condições clínicas de cada paciente. Entre as possibilidades estão cirurgia, radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia e terapias direcionadas que podem ser utilizadas isoladamente ou em combinação, conforme a indicação médica.

O acompanhamento por uma equipe de saúde é fundamental durante todas as etapas, desde a investigação até o tratamento e o seguimento após a conclusão das terapias. Cuidar da saúde das mamas é um compromisso contínuo. Informação, atenção e diagnóstico precoce podem salvar vidas.

O papel da Atenção Primária à Saúde

A Atenção Primária à Saúde (APS), por meio das Clínicas da Família e dos Centros Municipais de Saúde, tem papel importante na promoção da saúde, na orientação da população, na identificação de sinais suspeitos e no encaminhamento para investigação e tratamento, quando necessário.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel reforça a importância da informação e da conscientização como ferramentas para o cuidado com a saúde. Durante o Outubro Rosa e ao longo de todo o ano, buscar orientação profissional, manter os cuidados preventivos e não ignorar alterações nas mamas são atitudes que podem fazer a diferença.

Fonte(s):
Insituto Nacional do Câncer — Cânce de Mama.

Insituto Nacional do Câncer — Detecção Precoce.

Referência(s):
INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER (Brasil). Câncer de mama. Rio de Janeiro: INCA, 2025. Disponível em: https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/tipos/mama/versao-para-populacao. Acesso em: 15 out. 2026.

INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER (Brasil). Detecção precoce. Rio de Janeiro: INCA, 2025. Disponível em: https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/gestor-e-profissional-de-saude/controle-do-cancer-de-mama/acoes/deteccao-precoce . Acesso em: 15 out. 2026.

Dia Mundial da Trombose

O Dia Mundial da Trombose celebrado anualmente em 13 de outubro, tem como objetivo ampliar a conscientização sobre a trombose, seus fatores de risco, sinais e sintomas, além da importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do tratamento adequado. A data é promovida internacionalmente para chamar a atenção para uma condição que pode atingir pessoas de diferentes idades e apresentar complicações graves quando não identificada e tratada de forma adequada.

A trombose ocorre quando há a formação de um coágulo sanguíneo, chamado trombo, dentro de um vaso sanguíneo, podendo dificultar ou interromper a circulação do sangue. Entre os tipos mais conhecidos está a trombose venosa profunda (TVP), que geralmente afeta as veias profundas das pernas. O coágulo também pode se deslocar pela circulação e chegar aos pulmões, provocando uma embolia pulmonar, situação que necessita de atendimento médico imediato.

Sintomas

A trombose pode, em alguns casos, não apresentar sintomas. Quando eles aparecem, os sinais mais comuns da trombose venosa profunda incluem:

  • Aumento da temperatura da região afetada;
  • Dor ou sensibilidade, principalmente na perna;
  • Inchaço, geralmente em um dos membros;
  • Sensação de peso ou rigidez na musculatura.
  • Vermelhidão ou alteração da coloração da pele;

Já a embolia pulmonar pode provocar falta de ar súbita, dor no peito, aumento da frequência cardíaca e, em alguns casos, tosse com sangue. Esses sinais podem indicar uma emergência médica e exigem atendimento imediato.

 Fatores de risco

A trombose pode ocorrer com qualquer pessoa, mas alguns fatores aumentam a possibilidade de formação de coágulos. Entre eles estão cirurgias e internações recentes, períodos prolongados de imobilidade, histórico anterior de trombose, câncer, idade avançada, gravidez e período pós-parto, uso de determinados medicamentos ou terapias hormonais, obesidade e tabagismo.

Por isso, conhecer os próprios fatores de risco é importante para que medidas preventivas possam ser adotadas, principalmente em situações que envolvam internação, cirurgia ou períodos prolongados sem movimentação.

Prevenção

A prevenção da trombose está relacionada à identificação dos fatores de risco e à adoção de hábitos que favoreçam a circulação sanguínea. Entre as medidas que podem contribuir para a prevenção estão:

  • Evitar permanecer sentado ou imóvel por períodos prolongados;
  • Movimentar as pernas e caminhar sempre que possível durante longos períodos de viagem;
  • Manter uma rotina de atividade física adequada às condições de saúde;
  • Manter o peso corporal dentro de uma faixa saudável;
  • Não fumar;
  • Seguir corretamente as orientações da equipe de saúde em situações de internação ou após procedimentos cirúrgicos;
  • Conversar com um profissional de saúde sobre o risco de trombose antes de utilizar medicamentos ou terapias hormonais.

A prevenção deve ser individualizada, especialmente para pessoas que apresentam maior risco de desenvolver coágulos.

Diagnóstico

O diagnóstico é realizado a partir da avaliação dos sintomas, histórico clínico e fatores de risco. Dependendo da suspeita e da localização do coágulo, podem ser solicitados exames como ultrassonografia com Doppler, exames de sangue, tomografia, ressonância magnética ou outros métodos de imagem. E a identificação precoce é fundamental para iniciar o tratamento adequado e reduzir o risco de complicações.

Tratamento

O tratamento depende do tipo e da localização da trombose, da gravidade do quadro e das condições clínicas de cada pessoa. Entre as principais opções estão os anticoagulantes, medicamentos que reduzem a capacidade de formação de novos coágulos e ajudam a impedir que um coágulo existente aumente.

Em situações específicas e mais graves, podem ser utilizados outros tratamentos, como medicamentos para dissolver o coágulo ou procedimentos destinados à sua remoção. A escolha da abordagem deve ser feita por profissionais de saúde, considerando os riscos e as necessidades de cada paciente.

A importância da informação

O Dia Mundial da Trombose reforça que reconhecer os sinais, conhecer os fatores de risco e buscar atendimento rapidamente diante de sintomas suspeitos são atitudes que podem contribuir para evitar complicações e salvar vidas.

Em 2026, a campanha internacional do Dia Mundial da Trombose destaca especialmente os riscos relacionados à saúde das mulheres ao longo da vida, incluindo períodos como gravidez, pós-parto, uso de métodos hormonais e menopausa. A iniciativa reforça a importância de conhecer os riscos individuais e conversar com profissionais de saúde sobre estratégias de prevenção.

Em caso de sintomas sugestivos de trombose ou embolia pulmonar, é importante procurar atendimento de saúde imediatamente. A avaliação profissional é essencial para confirmar o diagnóstico e indicar o tratamento adequado.

Fonte(s):
Ministério da Saúde.

Referência(s):
BRASIL. Ministério da Saúde. Trombose. Brasília, DF: Ministério da Saúde, [s.d.]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/t/trombose.  Acesso em: 7 out. 2026.

Dia Nacional de Segurança e de Saúde nas Escolas

O Dia Nacional de Segurança e de Saúde nas Escolas, celebrado em 10 de outubro de 2026 foi instituído pela Lei nº 12.645, de 16 de maio de 2012, com o objetivo de promover a conscientização sobre a importância da segurança e da saúde no ambiente escolar. A data representa uma oportunidade para estimular ações educativas e preventivas envolvendo estudantes, professores, profissionais da educação, trabalhadores e toda a comunidade escolar.

A escola é um espaço fundamental para o desenvolvimento e a formação de crianças, adolescentes, jovens e adultos. Garantir um ambiente seguro e saudável contribui não apenas para a prevenção de acidentes e doenças, mas também para o bem-estar, a aprendizagem e a qualidade de vida de todos que fazem parte da comunidade escolar.

A importância da prevenção

A prevenção é um dos principais instrumentos para a construção de ambientes escolares mais seguros. Medidas simples, como manter corredores e escadas livres de obstáculos, verificar as condições das instalações, utilizar equipamentos de forma adequada, evitar situações de risco e orientar os estudantes sobre comportamentos seguros podem contribuir para reduzir acidentes.

É importante desenvolver ações relacionadas à alimentação saudável, atividade física, vacinação, saúde bucal, saúde ocular e auditiva, saúde mental, prevenção das violências e prevenção ao uso de álcool, tabaco e outras drogas.

Nesse contexto, o Programa Saúde na Escola (PSE) desempenha um papel importante ao aproximar as equipes de saúde da Atenção Primária dos profissionais da educação. O programa promove ações de promoção da saúde, prevenção de agravos e atenção à saúde dos estudantes, fortalecendo a integração entre as políticas de Saúde e Educação.

Sintomas e sinais de alerta

A escola pode contribuir para a identificação precoce de alterações na saúde dos estudantes e dos trabalhadores. Entre os sinais que merecem atenção estão:

  • Sinais de violência, bullying ou outras situações de vulnerabilidade.
  • Tristeza persistente, isolamento, ansiedade ou mudanças significativas de humor.
  • Cansaço excessivo ou alterações importantes no comportamento.
  • Dores frequentes ou queixas recorrentes.
  • Alterações na visão ou audição.

A presença desses sinais não significa necessariamente a existência de uma doença, mas indica a necessidade de atenção e de avaliação por profissionais de saúde.

Diagnóstico e tratamento

Quando uma doença ou condição de saúde é identificada, o tratamento deve seguir a orientação do profissional responsável. Dependendo do problema, pode envolver medicamentos, acompanhamento clínico, vacinação, cuidados odontológicos, acompanhamento psicológico, mudanças nos hábitos de vida, fisioterapia ou encaminhamento para outros serviços da rede de saúde.

No caso de acidentes ocorridos na escola, é importante realizar os primeiros cuidados de forma adequada e encaminhar a pessoa para avaliação em um serviço de saúde sempre que houver necessidade, especialmente diante de lesões importantes, perda de consciência, dificuldade respiratória, sangramentos ou outros sinais de gravidade.

Saúde e segurança como responsabilidade coletiva

Uma escola segura e saudável depende da participação de todos. Professores, estudantes, profissionais da educação, trabalhadores, familiares, gestores e equipes de saúde podem atuar conjuntamente na identificação de riscos, na prevenção de acidentes e doenças e na promoção de hábitos saudáveis.

A integração entre Escola e Atenção Primária à Saúde é uma das bases do Programa Saúde na Escola e permite desenvolver ações de cuidado de forma articulada com as necessidades de cada território.

O Dia Nacional de Segurança e de Saúde nas Escolas reforça que cuidar da saúde e prevenir riscos devem fazer parte do cotidiano escolar. A prevenção deve ser construída continuamente, contribuindo para ambientes de aprendizagem mais seguros, acolhedores e saudáveis.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel reforça a importância da promoção da saúde e da disseminação de informações que contribuam para o cuidado integral da população, incentivando a busca pelos serviços de saúde sempre que necessário.

Fonte(s):
Ministério da Saúde e Ministério da Saúde Ações do PSE

Referência(s):
BRASIL. Ministério da Saúde. Programa Saúde na Escola (PSE). Brasília, DF: Ministério da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/pse . Acesso em: 6 out. 2026.

BRASIL. Ministério da Saúde. Quais são as ações do PSE Brasília, DF: Ministério da Saúde. Disponível em: Ações do Programa Saúde na Escola
https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/pse/faq/quais-sao-as-acoes-do . Acesso em: 6 out. 2026.

Dia Mundial da Saúde Mental

Celebrado em 10 de outubro de 2026, o Dia Mundial da Saúde Mental é uma data dedicada à conscientização sobre a importância do cuidado com a saúde mental, à redução do estigma e à ampliação do acesso aos serviços de atenção psicossocial. Em 2026, a campanha da Organização Mundial da Saúde (OMS) tem como tema “Experiências vividas ouvidas: vozes reais, mudanças reais”, destacando a importância de ouvir as pessoas que vivenciam condições de saúde mental e considerar suas experiências na construção de políticas e serviços de cuidado.

A saúde mental faz parte da saúde integral e está relacionada à maneira como as pessoas lidam com os desafios da vida, estabelecem relacionamentos, desenvolvem suas capacidades e participam da comunidade. Ela é influenciada por fatores individuais, familiares, sociais, econômicos e ambientais e, portanto, não deve ser compreendida apenas como uma questão individual.

Atenção aos sinais e sintomas

Alterações no comportamento, pensamentos, emoções ou na capacidade de realizar atividades do cotidiano podem indicar a necessidade de buscar ajuda profissional. Entre os sinais que merecem atenção estão:

  • Tristeza, desânimo ou irritabilidade persistentes;
  • Perda de interesse ou prazer em atividades anteriormente agradáveis;
  • Preocupação ou medo excessivos;
  • Alterações importantes no sono ou no apetite;
  • Cansaço frequente e falta de energia;
  • Dificuldade de Concentração;
  • Isolamento Social;
  • Mudanças significativas de comportamento;
  • Sentimentos de desesperança ou sofrimento intenso.

É importante lembrar que apresentar algum desses sinais ocasionalmente não significa, necessariamente, ter um transtorno mental. O que merece atenção é a persistência, intensidade e interferência desses sintomas na vida cotidiana, sendo fundamental buscar avaliação de profissionais de saúde quando houver sofrimento ou prejuízo no funcionamento pessoal, familiar, social ou profissional.

Prevenção e promoção da saúde mental

O cuidado com a saúde mental pode ser fortalecido por meio de hábitos e condições que favoreçam o bem-estar. Manter uma rotina de sono adequada, praticar atividades físicas, cultivar relações sociais, reservar momentos para atividades prazerosas, buscar apoio diante de situações de sofrimento e evitar o uso prejudicial de álcool e outras drogas são algumas medidas que podem contribuir para a promoção da saúde mental.

Também é importante combater o estigma e a discriminação relacionados aos transtornos mentais. Falar sobre saúde mental de maneira responsável, acolher quem está passando por dificuldades e incentivar a procura por ajuda são atitudes que contribuem para uma sociedade mais inclusiva e cuidadosa.

Diagnóstico e Tratamento

O diagnóstico de condições de saúde mental é realizado por profissionais habilitados, considerando a história da pessoa, seus sintomas, contexto de vida, funcionamento cotidiano e, quando necessário, avaliações complementares. A avaliação clínica e o acompanhamento profissional são fundamentais para compreender cada situação e definir o cuidado mais adequado, pois não existe um único exame capaz de identificar todos os transtornos mentais.

O tratamento depende das necessidades de cada pessoa e pode envolver acompanhamento psicológico, medicamentos, atividades terapêuticas, atendimento individual ou em grupo e outras estratégias de cuidado. Em muitos casos, o acompanhamento multiprofissional e o apoio da família e da comunidade são importantes para a recuperação e para a melhoria da qualidade de vida.

No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) organiza o cuidado em saúde mental por meio da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), que reúne diferentes serviços, incluindo a Atenção Primária à Saúde e os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). A proposta é oferecer cuidado integral, humanizado e em liberdade, respeitando a dignidade, a autonomia e os direitos das pessoas.

Cuidar da saúde mental é cuidar da vida

O Dia Mundial da Saúde Mental reforça que pedir ajuda não é sinal de fraqueza. Reconhecer o sofrimento, conversar sobre e procurar atendimento são atitudes importantes para o cuidado com a saúde. O acolhimento, a escuta qualificada, a prevenção e o acesso oportuno aos serviços de saúde são fundamentais para promover qualidade de vida e garantir que cada pessoa possa receber o cuidado de que necessita.

Em caso de sofrimento emocional intenso ou situação de risco imediato, procure um serviço de saúde ou um serviço de emergência. No SUS, a Rede de Atenção Psicossocial oferece diferentes possibilidades de cuidado de acordo com as necessidades de cada pessoa.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel reforça a importância da promoção da saúde e da disseminação de informações que contribuam para o cuidado integral da população, incentivando a busca pelos serviços de saúde sempre que necessário.

Fonte(s):
Ministério da Saúde.

Referência(s):
BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde Mental. Brasília, DF: Ministério da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/saude-mental. Acesso em: 5 out. 2026.

Dia Mundial de Cuidados Paliativos

O Dia Mundial de Cuidados Paliativos, celebrado em 10 de outubro de 2026, tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância de oferecer assistência integral e humanizada às pessoas que convivem com doenças graves, crônicas ou ameaçadoras da vida. E visa a promoção da qualidade de vida, alívio do sofrimento e apoio aos pacientes e seus familiares, considerando aspectos físicos, emocionais, sociais e espirituais.

Os cuidados paliativos são indicados para diferentes condições de saúde tais como câncer, doenças cardiovasculares, respiratórias, neurológicas, renais e outras enfermidades que geram sintomas persistentes ou limitam a qualidade de vida. Entre os sintomas mais frequentes estão dor, falta de ar, fadiga, náuseas, perda de apetite, ansiedade, depressão e dificuldades para realizar atividades do cotidiano.

Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, os cuidados paliativos não são destinados apenas aos momentos finais da vida. Eles podem ser iniciados desde o diagnóstico de uma doença grave, atuando de forma integrada ao tratamento médico. O acompanhamento é realizado por equipes multiprofissionais, compostas por médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, fisioterapeutas e outros profissionais de saúde, com foco no bem-estar e na dignidade do paciente.

O diagnóstico da necessidade de cuidados paliativos é feito por meio da avaliação clínica e funcional da pessoa, considerando a presença de sintomas, o estágio da doença e o impacto na qualidade de vida. O tratamento envolve medidas para controle da dor e de outros sintomas, suporte emocional, orientação à família e planejamento compartilhado dos cuidados.

Embora nem todas as doenças graves possam ser prevenidas, a adoção de hábitos saudáveis, a realização de consultas periódicas e o diagnóstico contribuem para a redução de complicações e para uma melhor qualidade de vida. Além disso, ampliar o conhecimento sobre os cuidados paliativos fortalece uma assistência em saúde mais acolhedora, respeitosa e centrada nas necessidades das pessoas.

Neste Dia Mundial de Cuidados Paliativos, reforça-se a importância de garantir o acesso a esse tipo de cuidado em todos os níveis de atenção à saúde, promovendo conforto, dignidade e qualidade de vida para pacientes e familiares.

Fonte(s):
Ministério da Saúde.

Referência(s):
BRASIL. Ministério da Saúde. Cuidados paliativos no Sistema Único de Saúde (SUS). Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2024. Disponível em:
https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/cuidados-paliativos . Acesso em: 5 out. 2026.

Dia Mundial da Visão

Celebrado em 8 de outubro de 2026, o Dia Mundial da Visão é uma data voltada à conscientização sobre a importância da saúde ocular, da prevenção da deficiência visual e do acesso aos cuidados necessários para preservar a visão. A iniciativa é realizada anualmente na segunda quinta-feira de outubro e busca chamar a atenção para problemas de visão que podem ser prevenidos, identificados e tratados.

A saúde dos olhos está diretamente relacionada à qualidade de vida. Alterações na visão podem interferir nas atividades do dia a dia, nos estudos, no trabalho, na mobilidade e na autonomia, podendo afetar pessoas de todas as idades. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), pelo menos 2,2 bilhões de pessoas no mundo apresentam algum tipo de deficiência visual para perto ou para longe, sendo que em pelo menos 1 bilhão de casos a condição poderia ter sido evitada ou ainda não foi adequadamente tratada.

Sintomas e sinais de alerta

Algumas doenças oculares podem se desenvolver de maneira silenciosa, principalmente nas fases iniciais. É importante atentar a alterações na visão e procurar avaliação profissional. Entre os sinais que merecem atenção estão:

  • Visão embaçada ou dificuldade para enxergar de perto ou de longe.
  • Dificuldade para enxergar à noite.
  • Dor ou desconforto nos olhos.
  • Vermelhidão persistente.
  • Sensibilidade excessiva à luz.
  • Visão de manchas, pontos ou flashes.

A presença desses sintomas não significa necessariamente a existência de uma doença específica, mas deve ser avaliada por um profissional de saúde, quando a alteração é persistente, súbita ou apresenta piora.

Prevenção e cuidados com a visão

A prevenção e o acompanhamento regular são importantes para identificar precocemente alterações oculares. Entre os cuidados recomendados estão realizar avaliações oftalmológicas, proteger os olhos contra radiação ultravioleta, evitar o tabagismo, manter hábitos de vida saudáveis e controlar doenças crônicas, como diabetes e hipertensão.

É importante usar equipamentos de proteção adequados em atividades que ofereçam risco de acidentes oculares e fazer pausas durante o uso prolongado de computadores, celulares e outros dispositivos digitais.

No caso das crianças, o acompanhamento da saúde ocular merece atenção, alterações visuais não identificadas podem interferir no desenvolvimento e desempenho escolar. O acompanhamento desde os primeiros anos de vida contribui para a identificação e o tratamento oportunos de possíveis problemas.

Diagnóstico precoce

O diagnóstico precoce é fundamental para reduzir o risco de perda visual e possibilitar o início adequado do tratamento. A avaliação da saúde ocular pode envolver diferentes exames, de acordo com a idade, os sintomas e os fatores de risco de cada pessoa.

O Ministério da Saúde destaca que o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece assistência integral e gratuita para doenças oculares, incluindo consultas, exames diagnósticos, acompanhamento, tratamento medicamentoso e procedimentos cirúrgicos. A Atenção Primária à Saúde também possui papel importante na identificação de alterações e no encaminhamento dos usuários para serviços especializados quando necessário.

Em recém-nascidos, o Teste do Reflexo Vermelho, conhecido como Teste do Olhinho, auxilia na identificação de alterações que podem comprometer o desenvolvimento da visão e permite o encaminhamento para avaliação especializada quando são encontradas alterações.

Tratamento

O tratamento depende da causa e do tipo de alteração identificada. Problemas de refração, como miopia, hipermetropia e astigmatismo, podem ser corrigidos com óculos ou lentes de contato. Outras condições podem necessitar de medicamentos, acompanhamento especializado ou procedimentos cirúrgicos.

Doenças como catarata e glaucoma, por exemplo, exigem acompanhamento adequado para evitar ou reduzir o comprometimento da visão. Em situações específicas, podem ser indicados procedimentos cirúrgicos, enquanto outras condições necessitam de tratamento contínuo.

Por isso, a identificação precoce e o acompanhamento por profissionais de saúde são essenciais para preservar a visão e evitar complicações.

Cuidar da visão é cuidar da qualidade de vida

O Dia Mundial da Visão reforça que os cuidados com os olhos devem fazer parte da atenção à saúde em todas as fases da vida. Observar possíveis alterações, realizar avaliações periódicas e buscar atendimento diante de sinais de alerta são atitudes importantes para a prevenção e o diagnóstico precoce de problemas oculares.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel reforça a importância da promoção da saúde e da disseminação de informações que contribuam para o cuidado integral da população, incentivando a busca pelos serviços de saúde sempre que necessário.

Fonte(s):

Ministério da Saúde.

Referência(s):

BRASIL. Ministério da Saúde. Tratamento – doenças oculares. Brasília, DF: Ministério da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/doencas-oculares/tratamento. Acesso em: 2 out. 2026.