ACADEMIA CARIOCA CFOE – HOMENAGEM AO DIA INTERNACIONAL DA MULHER

No dia 13/03/2024, na Academia Carioca da Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE), a profissional de educação física Júlia Fonseca preparou um homenagem ao dia Internacional da Mulher. Além das atividades de rotina junto aos participantes do programa, teve uma apresentação musical que contou com a participação de todos. A música escolhida foi “Mulher” de Erasmo Carlos.

No dia 08 de março comemora-se o Dia Internacional da Mulher. Essa data comemorativa foi oficializada pela Organização das Nações Unidas (ONU) na década de 1970 e simboliza a luta histórica das mulheres para terem suas condições equiparadas às dos homens. A data simboliza a luta das mulheres pela igualdade de gênero, pela não discriminação e contra a violência.

GRUPO DE TABAGISMO – CFOE

Na manhã do dia 12/03/2024, no auditório da estação OTICS-Rio Padre Miguel, tivemos a 4ª sessão do grupo de tabagismo da Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE). O assunto abordado pela psicóloga Márcia Barros foi “Benefícios obtidos após parar de fumar”. Participaram da ação as Agentes Comunitários de Saúde Juliana dos Santos e Carolina Cardoso e o Fisioterapeuta Julio César.

O objetivo do grupo é reforçar a motivação dos participantes para manter o foco em parar de fumar, compartilhando experiências bem sucedidas entre os participantes e enfatizando a rede de apoio para prevenção de recaídas. Como parte do tratamento, teve sessão de auriculoterapia para controle da ansiedade e fissura.

REINAUGURAÇÃO DA CASA DA MULHER CARIOCA DINAH COUTINHO

Com grande alegria, anunciamos a reinauguração da Casa da Mulher Carioca Dinah Coutinho, no dia 7 de março de 2024, quinta-feira. Este é um marco importante em nosso compromisso contínuo com o empoderamento e o bem-estar das mulheres em nossa comunidade. Em breve 15 mil vagas em cursos gratuitos, como inglês, soldadora mecânica, eletricista predial, cuidadora de idosos, assistente administrativo, auxiliar de cozinha e muitos outros!

A Casa da Mulher Carioca se configura como um espaço de promoção de políticas públicas para mulheres com o objetivo de desenvolver um ambiente de interação, capacitação e empoderamento feminino com a aplicação de estratégias efetivas com vistas à prevenção das situações de violência contra a mulher, exercício da cidadania e construção da autonomia das mulheres, viabilizando o acesso aos direitos e assistência qualificada às mulheres através da oferta de serviços e realização de diversas atividades.

Através da troca de vivências por meio de atividades coletivas (oficinas, rodas de conversa, capacitações profissionais, entre outros), bem como por meio dos atendimentos individualizados, todos mediados por equipe multiprofisisonal composta por assistentes sociais, psicólogas, pedagogas e advogadas, que as Casas da Mulher Carioca contribuem para a inclusão social e o exercício da cidadania das mulheres cariocas, a partir do resgate da autoestima, autonomia e fomento ao empoderamento feminino.

Serviços oferecidos: Atendimento psicossocial, orientação jurídica, orientação pedagógica, cursos livres e oficinas de capacitação profissional em diversas áreas, além da oferta de palestras, rodas de conversa e outras atividades coletivas com temáticas que perpassam a questão de gênero.

Joyce Trindade, Secretária de Política de Proteção à Mulher do Rio e Mariana Fernandes da estação OTICS Rio Padre Miguel

 

A Casa da Mulher Carioca Dinah Coutinho fica na Rua Limites, 1260, Realengo.

 

REUNIÃO DA EQUIPE JUSTINO – CFOE

Na tarde do dia 05/03/2024, no auditório da Estação OTICS-Rio Padre Miguel, aconteceu a reunião da equipe Justino da Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE). A enfermeira RT Lenir Marçal abordou temas como planejamento das ações para o mês de Março, organização das agendas da equipe técnica, programação arboviroses, grupo DIU, rastreio no território sobre sintomas respiratórios e planejamento das ações sobre varredura vacinal.

A reunião teve como objetivo organizar as atividades laborativas de acordo com a atual necessidade em realizar prevenção de saúde no território da unidade.

GRUPO DE TABAGISMO – CFOE

Na manhã do dia 05/03/2024, no auditório da estação OTICS-Rio Padre Miguel, aconteceu o terceiro encontro do grupo de tabagismo da Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE). Dessa vez ministrado pela psicóloga Márcia Barros e com apoio das agentes comunitárias de saúde Juliana dos Santos e Carolina Cardoso, o tema abordado foi “Deixando de fumar sem mistérios”.

O objetivo do evento é encorajar a vencer os obstáculos para permanecer sem fumar, prevenção para ganho de peso e apoio interpessoal. Os benefícios de parar de fumar superam qualquer ganho de peso que possa vir a acontecer. Por esse motivo, quem está desanimado em dar um adeus definitivo ao cigarro pelo receio de ganhar peso pode retomar o fôlego, literalmente, já que abandonar o vício tem as melhores consequências para a saúde.

AVALIAÇÃO FÍSICA – CFOE

Na tarde do dia 01/03/2024, na sala de reunião da estação OTICS-Rio Padre Miguel, a profissional de educação física da Clínica da Família Olímpia Esteves,  Julia Fonseca, realizou anamnese e avaliação antropométrica com participantes do programa Academia Carioca.

O objetivo foi avaliar as dimensões físicas de uma pessoa, peso, altura, circunferência abdominal, cintura e quadril. Além de índice de massa corporal e conhecer um pouco mais desse participante, se possui alguma queixa de dores, cansaço físico, indisposição e outras questões relacionadas ao seu condicionamento físico.

DIA MUNDIAL DE COMBATE A LER/DORT

Depois de longas horas de trabalho ou exposição a fatores inadequados nos aspectos organizacionais e ergonômicos da atividade em si, pode surgir aquele desconforto nas mãos ou em outra parte do corpo, às vezes com formigamento e até fraqueza e incapacidade de segurar determinados objetos. Embora em um primeiro momento esses sintomas pareçam inofensivos, eles podem indicar síndromes clínicas, conhecidas como lesões por esforço repetitivo (LER) ou distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (Dort).

Em busca de conscientizar sobre a LER/Dort, a Organização Mundial de Saúde (OMS) instituiu o dia internacional de combate a estas síndromes. Neste 28 de fevereiro, o Ministério da Saúde alerta sobre os sintomas, as causas e os tratamentos disponibilizados na rede pública.

O que são essas lesões?

A LER/Dort são estabelecidas pelo Guia de Vigilância em Saúde como síndromes clínicas que afetam o sistema musculoesquelético e nervoso do paciente. Elas podem ser causadas, mantidas ou agravadas pelo trabalho e atingem diversas categorias profissionais.

 

Quais são os fatores de risco à LER/Dort?

Diversas características podem tornar um ambiente propício ao desenvolvimento destas lesões, desde aspectos cognitivos, sensoriais, biomecânicos e afetivos. As síndromes podem estar associadas a movimentos repetitivos, sem pausas para recuperação; exposição a vibrações; posturas estáticas ou inadequadas no trabalho; mobiliários não ergonômicos; temperaturas extremas; ruídos elevados; carga e ritmo de trabalho acelerado; pressão por metas; horas extras excessivas; sobrecarga de peso; exigências cognitivas; ritmo de trabalho; ambiente social e técnico do trabalho, entre outros.

Os fatores de risco para a ocorrência de LER/Dort devem ser analisados de forma integrada, mas algumas ocupações estão mais propensas a sofrer estas lesões. No Brasil, de 2006 a 2022, o maior número de notificações da síndrome, de acordo com os dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), foi entre trabalhadores de serviço doméstico, seguido de alimentadores de linha de produção e operadores de máquinas a vapor e utilidades.

Confira algumas profissões mais comumente relacionadas às lesões:

  • Trabalhadores de teleatendimento;
  • Operadores de caixas;
  • Digitadores;
  • Escriturários;
  • Montadores de pequenas peças e componentes;
  • Trabalhadores de confecção de calçados;
  • Costureiros;
  • Telefonistas;
  • Passadeiras;
  • Cozinheiros e auxiliares de cozinha;
  • Trabalhadores de limpeza;
  • Auxiliares de odontologia;
  • Cortadores de cana;
  • Profissionais de controle de qualidade;
  • Operadores de máquinas e de terminais de computador;
  • Auxiliares e técnicos administrativos;
  • Auxiliares de contabilidade;
  • Pedreiros;
  • Secretários;
  • Copeiros;
  • Eletricistas;
  • Bancários;
  • Trabalhadores da indústria; e
  • entre outras.

Como prevenir as lesões?

O melhor método é a avaliação e, quando necessário, a adequação nos ambientes e processos organizacionais de trabalho e atividades que podem desencadear a LER/Dort. Uma das formas utilizadas para avaliar esses ambientes é a Inspeção Sanitária em Saúde do Trabalhador, realizada pelas equipes de Vigilância em Saúde do Trabalhador.

Também é possível adotar programas de atividades físicas orientadas, como exercícios de alongamentos localizados e de grandes segmentos do corpo, fortalecimento muscular localizado e atividade aeróbica, por exemplo. As atividades também podem ser realizadas nos ambientes de trabalho, por meio da cinesioterapia laboral, com mecanismos de antecipação ou de compensação que se adaptem às atividades realizadas pelos colaboradores.

Orientações específicas também podem ser dadas por profissionais habilitados que conheçam as condições dos ambientes e do processo de trabalho que cada paciente está inserido.

Como identificar LER/Dort?

As principais queixas relacionadas são dor localizada, irradiada ou generalizada; desconforto; fadiga e sensação de peso, principalmente em membros superiores e coluna vertebral. Também podem ocorrer dor crônica; parestesia (formigamento); fadiga e enrijecimento muscular; edema; choque; inflamação articular; perda de força muscular, da firmeza das mãos e da sensibilidade; tenossinovites (processo inflamatório de tendões), sinovites (processo inflamatório de tecidos ou articulações) e compressões.

As complicações destas síndromes clínicas envolvem a incapacidade temporária parcial para o trabalho e a incapacidade permanente parcial ou total, podendo levar à perda precoce da capacidade para o trabalho e ao afastamento por período prolongado. Por isso, a principal orientação é buscar atendimento ao primeiro sinal de desconforto.

Como é feito o tratamento da LER/Dort?

O tratamento pode ser realizado por uma equipe interdisciplinar, envolvendo fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, enfermeiros, assistentes sociais, educadores físicos, médicos, psicólogos, além de profissionais de terapias complementares e terapeuta corporal, com domínio de técnicas diversificadas para se obter efetividade.

O atendimento clínico da Unidade de Saúde de Atenção Básica pode acompanhar os primeiros sintomas e os casos de baixa complexidade e, caso o médico da UBS tenha dúvidas relacionadas ao quadro clínico, ele encaminhará o paciente ao especialista, de acordo com a Rede de Atenção à Saúde disponível no município.

No entanto, com relativa frequência, os pacientes com LER/Dort procuram a Rede de Urgência/Emergência e Pronto-Atendimento em crises de dor, devido ao agravamento da síndrome clínica. O paciente com diferente grau de evolução pode apresentar dores que atingem um ou dois membros superiores, de forte intensidade. Após a assistência inicial no pronto-atendimento, o paciente deve ser encaminhado para a investigação e os procedimentos adequados na Rede de Atenção Básica.

Quais intervenções são feitas no SUS?

No Sistema Único de Saúde o profissional avaliará, de acordo com cada caso, o tratamento adequado. Uma das medidas eficazes a longo prazo são as atividades em grupo com os pacientes. Os encontros tem caráter terapêutico educativo, com proposta de reflexão do processo de adoecimento, discussão sobre dúvidas e compartilhamento das dificuldades enfrentadas no diagnóstico e no tratamento, além dos limites de cada paciente.

As vivências do grupo permitem ao trabalhador transformar as percepções individuais em noções coletivas e auxilia o estabelecimento de relações do seu próprio adoecimento com o processo de trabalho, de forma a auxiliar a consciência crítica e a adoção de posturas que transformam o ambiente de trabalho e a realidade social.

No SUS, também há a Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (Renast), composta pela atenção primária à saúde, os serviços de média e alta complexidade, os Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) e a Vigilância em Saúde, dentre outros, que realizam ações de Vigilância em Saúde do Trabalhador, de acordo com suas especificidades e a partir do conhecimento do território de abrangência.

Atualmente, o sistema conta com 217 Cerest (190 regionais ou municipais e 27 estaduais ou distrital) que desempenham importante papel para prevenção e orientação nos casos de LER/Dort, com suporte técnico e especializado aos demais pontos da Rede de Atenção à Saúde do SUS para o desenvolvimento das ações de saúde do trabalhador.

As equipes realizam atividades de educação em saúde com trabalhadores diagnosticados, acompanham os pacientes na rede de atenção à saúde e notificam os casos no Sinan, além de emitirem a Comunicação do Acidente de Trabalho (CAT), caso o trabalhador seja segurado pelo Instituto Nacional do Seguro Social.

Fonte: LER e Dort: complicações envolvem incapacidade temporária ou permanente para o trabalho — Ministério da Saúde (www.gov.br)

GRUPO CIRANDA DAS LETRINHAS – CFOE

Na manhã do dia 27/02/2024, na sala de reunião da estação OTICS-Rio Padre Miguel, tivemos o grupo “Ciranda das Letrinhas” com crianças de 03 a 05 anos. O objetivo é trabalhar as questões de alteração na fala e linguagem. Todo o trabalho é realizado pela fonoaudióloga Tathiane Azevedo da Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE).

Habilitação e reabilitação fonoaudilógica nas áreas de linguagem, motricidade orofacial, voz e audição.

São   procedimento que visa aplicar métodos, técnicas e/ou abordagens que recuperem ou melhorem a comunicação do paciente de acordo as suas limitações.

 Terapia fonoaudiológica (ou Fonoterapia) é constituída por uma série de ações que envolvem a seleção, a indicação e a aplicação de métodos, técnicas e procedimentos terapêuticos, adequados e pertinentes às necessidades e características do paciente.

É indicada, por meio de avaliação específica, para habilitação ou reabilitação de casos de alterações:

  • Linguagem oral (ex.: atrasos) e
  • Escrita (ex.: Trocas de letras, dificuldade com a alfabetização, com a leitura e interpretação),
  • Voz (ex.: rouquidão, disfonia, alterações vocais decorrentes de uso profissional da voz),
  • Fluência da fala (ex.: gagueira e/ou fala rápida),
  • Articulação da fala (ex.: trocas na fala),
  • Função auditiva periférica (perda auditiva) ou central (processamento auditivo),
  • Sistema mio funcional orofacial e cervical e deglutição (ex.: problemas causados por uso prolongado de chupeta, mamadeira ou sucção digital, dificuldades na mastigação e deglutição, Alteração na posição dos dentes).

A Fonoaudiologia também tem a função de orientar pacientes, familiares, cuidadores e escolas, e aperfeiçoar a comunicação humana.

 

GRUPO DE TABAGISMO – CFOE

Na manhã do dia 27/02/2024, no auditório da estação OTICS-Rio Padre Miguel, aconteceu o segundo encontro do grupo de tabagismo da Clínica da Família Olímpia Esteves. O tema “Deixando de fumar sem mistérios”, foi ministrado por Patrícia Vianna, cirurgiã dentista da unidade.

O objetivo do encontro é dar orientações aos usuários de como lidar com os primeiros dias sem fumar, explicar o que é a síndrome da abstinência e os sintomas mais comuns, além de desenvolver habilidades para controlar seus sentimentos através do pensamento.

 

Quando uma pessoa acende um cigarro, apenas uma parte da fumaça é efetivamente tragada por ela. O resto é lançada no ambiente, tanto por meio da ponta acesa do cigarro quanto pelos pulmões. E isso afeta quem está no ambiente e não fuma, podendo levar a uma série de doenças. É isso o que chamamos de tabagismo passivo.

O fumante ativo é a pessoa que consume o tabaco, ou seja, aquela que traga a fumaça dos cigarros e demais produtos que levam nicotina em sua composição (tabagismo ativo). Já os fumantes passivos (tabagismo passivo) são as pessoas que estão próximas ao individuo que tem o hábito de fumar, mas não consomem o produto. Por exemplo, o garçom que trabalha em um bar e atende clientes fumantes, os colegas de trabalho de uma pessoa que fuma e a própria família do individuo. Ou seja, pessoas que convivem com ele no mesmo espaço em que se faz uso do tabaco.

REUNIÃO DOS AVSs – MUTIRÃO DE COMBATE A DENGUE

Na manhã do dia 23/02/2024, na sala de reunião da estação OTICS-Rio Padre Miguel, aconteceu uma reunião com os Agentes de Vigilância em Saúde (AVS) da Clínica da Família Olímpia Esteves. O tema foi sobre organização das ações no combate as arboviroses.

Além de organizar as ações de combate, os agentes também elaboraram os relatórios da ação realizada no entorno da unidade Clínica da Família Olímpia Esteves.