Março Amarelo: Mês de Conscientização da Endometriose

O mês de março é um mês de lutas das mulheres, marcado pelo dia 8, e também é um mês dedicado à saúde. Março ganha o amarelo para chamar atenção para a endometriose.

A endometriose afeta cerca de 190 milhões de mulheres em todo o mundo, sendo mais de 7 milhões somente no Brasil, de acordo com dados da OMS (Organização Mundial da Saúde). Trata-se de uma doença ginecológica em que o tecido que reveste o útero cresce fora do órgão e pode se espalhar pelos ovários, trompas, intestino, bexiga e outras partes do corpo, causando dor crônica, cólicas menstruais intensas, dor durante as relações sexuais e infertilidade. Segundo a Associação Brasileira de Endometriose, acomete entre 10% e 15% das mulheres em idade reprodutiva, sendo que 30% delas têm chances de ficarem estéreis. A endometriose requer diagnóstico precoce para garantir que o tratamento ocorra nas fases iniciais, possibilitando o melhor desfecho às pacientes. O Março Amarelo procura informar a população sobre os sintomas da doença, os impactos na qualidade de vida das pacientes e formas de prevenção e tratamento. Muitas vezes, o diagnóstico conclusivo da endometriose leva anos para ser definido, já que os seus sintomas podem ser confundidos com outras condições.

Segundo o ginecologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Dr. Rogério Tadeu Felizi, entre as formas de prevenção e tratamento da endometriose estão a prática regular de exercícios físicos, a alimentação saudável, o controle do estresse e a realização de exames ginecológicos de rotina. Além disso, é importante que as mulheres conheçam o seu próprio corpo e estejam atentas a qualquer alteração em seu ciclo menstrual. “Os principais sintomas clínicos da doença são dor pélvica crônica, alterações intestinais (dor à evacuação, sangramento nas fezes, aumento do trânsito intestinal durante o período menstrual), alterações urinárias e infertilidade. Embora estas manifestações sejam muito sugestivas de endometriose, não são exclusivas desta doença, requerendo um diagnóstico diferenciado.”, explica Dr. Felizi.

Diagnóstico e tratamento da endometriose

O diagnóstico da endometriose é realizado por meio de dados clínicos e de imagens. O exame clínico apresenta limitações para esclarecer a extensão e profundidade das lesões, tornando necessária a utilização de outros métodos para auxiliar no diagnóstico. “Embora o diagnóstico da endometriose seja por meio de videolaparoscopia com biópsia, outros métodos não invasivos (clínico e imagem) são importantes para a decisão de como e quando realizar o procedimento cirúrgico. Atualmente o ultrassom transvaginal e a ressonância magnética de pelve são os exames utilizados na detecção da doença. Nos casos de endometriose profunda com comprometimento intestinal e urinário podem ser necessários também exames como colonoscopia e a urografia”, afirma Dr. Felizi.

 

Atualmente, os procedimentos robóticos são a melhor opção para o tratamento cirúrgico da endometriose, pois permitem a remoção do tecido excedente, e possibilitam ao cirurgião acesso a estruturas do organismo que não eram possíveis nos procedimentos laparoscópicos. As cirurgias se tornam mais precisas, rápidas e menos invasivas, facilitando a recuperação das pacientes. Com a tecnologia da robótica o médico tem uma visão 3D ampliada em 10 vezes da área afetada e traz menos morbidade para as pacientes que, em geral, recebem alta hospitalar no dia seguinte ao procedimento. Além de menos riscos de complicações, a cirurgia robótica tem menos sangramento e dor no pós-operatório e pela recuperação mais rápida.

Fonte: Hospital Alemão Oswaldo Cruz

Referência:
HOSPITAL ALEMÃO OSWALDO CRUZ (Brasil, São Paulo). Março Amarelo: mês de conscientização da endometriose: Doença atinge 7 milhões de mulheres no Brasil. Hospital Alemão Oswaldo Cruz: Releases, https://www.hospitaloswaldocruz.org.br/imprensa/releases/marco-amarelo-mes-de-conscientizacao-da-endometriose/, 7 mar. 2024. Disponível em: https://www.hospitaloswaldocruz.org.br/imprensa/releases/marco-amarelo-mes-de-conscientizacao-da-endometriose/. Acesso em: 17 mar. 2025.

 

Ação em Saúde com Crianças – CFOE

No dia 14 de março de 2025, a Equipe Limites organizou uma importante ação no auditório da Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE), voltada para crianças de até 3 anos, com o objetivo de promover e garantir o desenvolvimento saudável e o bem-estar dos pequenos. A ação teve foco em diversas atividades preventivas e educativas, com um acompanhamento contínuo para assegurar que as crianças recebam os cuidados necessários para o seu crescimento adequado. As orientações em saúde bucal, a avaliação das cadernetas de vacinação, exames médicos, consultas e a solicitação de exames foram algumas das atividades realizadas durante o evento. A ação contou com a presença dos profissionais da saúde, como: Maria Luiza — médica da Estratégia de Saúde da Família, Rafaela Pinto — Enfermeira, Gabriela Mello — Técnica de Enfermagem, e Claudia Gomes — Auxiliar em Saúde Bucal, além dos agentes comunitários de saúde: Carolina Cardoso, Ione Moreira, Larissa Américo, Maria Cleonice, Maria Tereza e Rafaelli Torres, que contribuíram ativamente para a realização da ação e o sucesso dessa iniciativa.

Essas ações contribuem para o cuidado integral das crianças, promovendo o bem-estar físico e psicológico, além de garantir o acesso a tratamentos e prevenção de doenças de forma contínua e eficaz.

O intuito desta ação é orientar os pais ou responsáveis sobre os cuidados necessários para o desenvolvimento saudável e seguro das crianças. Os pais ou responsáveis são aliados essenciais na promoção da saúde infantil, atuando de forma colaborativa com os profissionais da clínica da família. Sua participação ativa é crucial para garantir que as crianças recebam cuidados adequados e para promover o bem-estar físico e emocional delas, especialmente nos primeiros anos de vida, que são cruciais para o desenvolvimento.

 

 

 

 

Dia Mundial do Rim

O Dia Mundial do Rim, celebrado todos os anos na 2ª quinta-feira do mês de março, é uma iniciativa conjunta da International Society of Nephrology (ISN) e da International Federation of Kidney Foundations – World Kidney Alliance (IFKF-WKA).

A campanha global visa chamar a atenção sobre a importância dos rins e envolve ações em todo o mundo para aumentar a conscientização sobre comportamentos preventivos, fatores de risco e de como viver com doença renal.

Estima-se que a doença renal crônica (DRC) afete aproximadamente 850 milhões de pessoas em todo o mundo. Se não for detectada e tratada a tempo, pode progredir para insuficiência renal, levando a complicações graves e mortalidade prematura.

Até 2040, a DRC deverá se tornar a 5ª principal causa de anos de vida perdidos, destacando a necessidade urgente de estratégias globais para combatê-la.

O tema de 2025 “Seus rins estão bem? Detecte precocemente e proteja a saúde dos rins” tem como foco a importância de conhecer os fatores de risco para doença renal e a necessidade de exames regulares para populações de alto risco. Assim, é preciso atentar para os pontos chave da campanha:

– Políticas de detecção precoce para indivíduos em risco devem ser implementadas globalmente para reduzir os custos de saúde associados à insuficiência renal e melhorar a qualidade de vida dos indivíduos afetados.

– Os profissionais de saúde da atenção primária e da linha de frente na assistência devem ser capacitados para integrar os testes de doença renal nos cuidados de rotina para populações de alto risco, mesmo quando o tempo e os recursos são limitados.

– Os testes de DRC devem integrar-se às intervenções comunitárias já existentes (por exemplo, aquelas que visam à saúde materna, o HIV, a tuberculose e doenças não transmissíveis) para diminuir os custos e aumentar a eficiência.

– Os testes podem ocorrer fora de ambientes médicos, como em prefeituras, igrejas ou mercados, dependendo das regulamentações locais e dos recursos disponíveis.

– Os esforços devem concentrar-se em conscientizar a população geral, promover a saúde e implementar programas educacionais que capacitem os pacientes.

Principais fatores de risco para doença renal:

– Diabetes;
– Hipertensão;
– Doença cardiovascular;
– Obesidade;
– Histórico familiar de doença renal.

Funções dos rins:

– Limpar todas as impurezas e toxinas do organismo;
– Regular a água e manter o equilíbrio das substâncias minerais do organismo (sódio, potássio e fósforo);
– Liberar hormônios para manter a pressão arterial e regular a produção de células vermelhas no sangue;
– Ativar a vitamina D, que mantém a estrutura dos ossos.

Principais causas da insuficiência renal aguda:

– Choque circulatório;
– Sepse (infecção generalizada);
– Desidratação;
– Queimaduras extensas;
– Excesso de diuréticos;
– Obstrução renal;
– Insuficiência cardíaca grave;
– Glomerulonefrite aguda (inflamação nos glomérulos – unidades filtrantes do rim).

Sintomas:

A progressão lenta da doença permite que o organismo se adapte à diminuição da função renal. Por isso, muitas vezes, a doença não manifesta sintomas até que haja um comprometimento grave dos rins, com perda de até 90% de sua função. Nesses casos, os sinais são:

– Aumento do volume e alteração na cor da urina;
– Fadiga;
– Dificuldade de concentração;
– Diminuição do apetite;
– Sangue e espuma na urina;
– Incômodo ao urinar;
– Inchaço nos olhos, tornozelos e pés;
– Dor lombar;
– Anemia;
– Fraqueza;
– Enjoos e vômitos;
– Alteração na pressão arterial.

Tratamento:

Não existe cura para a doença renal crônica, embora o tratamento possa retardar ou interromper sua progressão e impedir o desenvolvimento de outras condições graves. A insuficiência renal pode ser tratada com medicamentos e controle da dieta. Nos casos mais extremos pode ser necessária a realização de diálise ou transplante renal, como terapêutica definitiva de substituição da função renal.

Prevenção:

O primeiro passo é prevenir o desenvolvimento da hipertensão arterial e controlar a diabetes, doenças que mais levam à insuficiência renal. Outras recomendações:

– Conhecer o histórico de doenças da família;
– Controlar os níveis de pressão;
– Realizar avaliação médica anual, principalmente após os quarenta anos;
– Seguir uma dieta equilibrada, com baixa ingestão de sal e de açúcar;
– Controlar o peso;
– Exercitar-se regularmente;
– Não fumar;
– Se fizer uso de bebidas alcoólicas, que seja de forma moderada;
– Monitorar os níveis de colesterol;
– Evitar o uso de medicamentos sem orientação médica.

Fonte: Biblioteca Virtual em Saúde – Ministério da Saúde

Referência:

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Seus rins estão bem?: Detecte precocemente e proteja a saúde dos rins” : 13/3 – Dia Mundial do Rim. Biblioteca Virtual em Saúde – Ministério da Saúde: Ministério da Saúde, https://bvsms.saude.gov.br/seus-rins-estao-bem-detecte-precocemente-e-proteja-a-saude-dos-rins-13-3-dia-mundial-do-rim/, 13 mar. 2025. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/seus-rins-estao-bem-detecte-precocemente-e-proteja-a-saude-dos-rins-13-3-dia-mundial-do-rim/. Acesso em: 13 mar. 2025.

Equipe Luís Carlos Guimarães – CFOE

Na manhã do dia 10 de março de 2025, recebemos no auditório da estação OTICS-Rio Padre Miguel, Mariana Quindeler — Gerente de Serviços de Saúde, para recepção da nova equipe de saúde da Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE), a Equipe Luís Carlos Guimarães. Esta equipe é formada pelo médico — Paulo Morone, enfermeira — Bruna Costa, técnico de enfermagem — Andrey Luis e os agentes comunitários de saúde — Yasmin, Matheus, Tatiane, Ana Cláudia e Bruna.

A formação de uma nova equipe de saúde para uma clínica da família é um passo importante para oferecer cuidados de saúde mais integrados e acessíveis à comunidade. A formação de uma nova geralmente ocorre quando há a necessidade de ampliar os serviços prestados à comunidade ou melhorar a qualidade do atendimento. Esse processo pode envolver vários passos, dependendo da demanda da região e da política de saúde pública vigente.

Além de uma formação sólida, é importante que a equipe de saúde da família tenha uma boa comunicação e integração, para o cuidado ser contínuo, eficaz e atenda às necessidades específicas da comunidade. O objetivo é não apenas tratar doenças, mas também promover a saúde e prevenir problemas, criando um vínculo de confiança com os pacientes.

08/03 – O Dia Internacional da Mulher e a Luta por Igualdade

O Dia Internacional da Mulher, celebrado anualmente em 8 de março, não é somente uma data comemorativa, mas um símbolo da luta histórica das mulheres por direitos, equidade e respeito. Essa data tem suas raízes em movimentos trabalhistas e feministas do final do século XIX e início do século XX, quando mulheres começaram a se mobilizar para reivindicar melhores condições de trabalho, direito ao voto e igualdade de oportunidades.

Em 2025 a data é celebrada com o tema: “Para TODAS as mulheres e meninas: direitos, igualdade, empoderamento.”

O tema deste ano representa um chamado para ações que ampliem a igualdade de direitos, poder e oportunidades para todas, e um futuro feminista onde nenhuma seja deixada para trás. O empoderamento da próxima geração é central para essa ideia — a juventude, especialmente as jovens, mulheres e meninas, será protagonista de mudanças duradouras.

No Brasil, a luta das mulheres por direitos também tem uma trajetória marcante e está diretamente ligada à conquista de espaços na sociedade. Durante grande parte da história, as mulheres foram excluídas da política, do mercado de trabalho e dos estudos formais, sendo restritas ao papel de donas de casa e cuidadoras.

Um dos primeiros marcos da luta feminina no Brasil ocorreu em 1932, quando as mulheres conquistaram o direito ao voto, durante o governo de Getúlio Vargas. Essa foi uma vitória histórica que garantiu às mulheres o direito de participar ativamente da política nacional.

Outro momento crucial foi a redemocratização do país, com a Constituição de 1988, que trouxe avanços significativos na garantia de direitos trabalhistas e civis para as mulheres, incluindo a igualdade de gênero perante a lei.

Além disso, a luta contra a violência doméstica ganhou força com a criação da Lei Maria da Penha, sancionada em 2006, que passou a punir com mais rigor os agressores de mulheres e estabelecer medidas protetivas para as vítimas.

Nos últimos anos, o Dia Internacional da Mulher no Brasil tem sido marcado por manifestações, debates e ações voltadas para a promoção da igualdade de gênero. Movimentos como a Marcha das Mulheres e campanhas contra o feminicídio, a desigualdade salarial e o assédio têm ganhado cada vez mais visibilidade.

Ao longo da história, as mulheres lutaram arduamente por direitos fundamentais, como o acesso à educação, ao trabalho, à vida política e à segurança, e ainda enfrentam desafios diários para garantir a igualdade de gênero em todas as esferas da sociedade.

Apesar dos avanços legais e institucionais, a desigualdade salarial, a violência de gênero, a sub-representação em cargos de liderança e a sobrecarga da dupla jornada de trabalho continuam sendo realidades que limitam o desenvolvimento pleno das mulheres. Diante disso, é essencial que políticas públicas, iniciativas institucionais e a sociedade como um todo se mobilizem para garantir um futuro mais justo e equitativo para todas.

Que o 8 de março continue sendo um marco de luta, reflexão e avanços, impulsionando ações concretas para garantir que todas as mulheres tenham voz, respeito e igualdade de oportunidades. A transformação social começa com o reconhecimento do papel fundamental das mulheres e a construção de um futuro onde a equidade não seja apenas um ideal, mas uma realidade vivida por todas.

 

Fonte:

GOV.BR

Referência:

DIA Internacional da Mulher: A Luta por Igualdade: Reflexões e Compromissos. Gov.br: Ministério da Educação, site, 7 mar. 2025. Disponível em: https://www.gov.br/ibc/pt-br/assuntos/noticias/o-dia-internacional-da-mulher-e-a-luta-por-igualdade-reflexoes-e-compromissos. Acesso em: 7 mar. 2025.

Março Lilás – Mês da Conscientização sobre o Câncer do Colo do Útero

O março Lilás é uma campanha anual que visa informar a população sobre os riscos, métodos de prevenção e a importância do diagnóstico precoce.

Com o tema “Lindas, elegantes e prevenidas”, a campanha Março Lilás 2025 chega com força total para conscientizar sobre o câncer do colo do útero, o quarto tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA). A iniciativa reforça a importância da prevenção para a saúde feminina.

Na maioria dos casos (99%), a doença é causada pela infecção persistente do Papilomavírus Humano (HPV), um vírus transmitido sexualmente. O INCA estima que 80% das mulheres terão contato com o HPV em algum momento da vida, mas isso não significa que todas desenvolverão câncer. Fatores como imunidade baixa, histórico genético e comportamento sexual influenciam o risco. A idade também é um fator determinante: antes dos 30 anos, o HPV costuma regredir naturalmente, enquanto em mulheres mais velhas a infecção tende a persistir.

Nos estágios iniciais, a doença pode ser silenciosa, mas, quando há sintomas, os mais comuns incluem sangramentos irregulares, especialmente após a relação sexual, secreção vaginal anormal e dor abdominal.

O principal exame para diagnóstico é o Papanicolau, que deve ser realizado anualmente conforme a orientação médica. O procedimento consiste na coleta de células do colo do útero para análise laboratorial, permitindo identificar alterações celulares causadas pelo HPV e possíveis lesões pré-malignas.

Caso a doença seja diagnosticada, o tratamento é definido conforme o perfil de cada paciente e pode incluir quimioterapia, radioterapia, braquiterapia (um tipo de radioterapia interna) ou, em estágios iniciais, cirurgia para remoção do tumor. A escolha do tratamento considera fatores como idade, estágio do câncer e condições de saúde da paciente.

A melhor forma de prevenção contra o câncer do colo do útero é a vacinação contra o HPV, disponível no sistema público de saúde para meninos e meninas de 9 a 14 anos. A vacina protege contra as quatro variantes mais comuns do vírus (tipos 6, 11, 16 e 18), sendo que os tipos 16 e 18 são responsáveis por mais de 70% dos casos da doença, com o tipo 16 sendo o mais frequente.

Confira quem pode se vacinar contra o HPV pela rede pública:

  • Meninos e meninas de 9 a 14 anos;
  • Mulheres e homens que vivem com HIV;
  • Transplantados de órgãos sólidos ou de medula óssea;
  • Pacientes oncológicos na faixa etária de 9 a 45 anos;
  • Vítimas de abuso sexual;
  • Imunocompetentes, de 15 a 45 anos (homens e mulheres) que não tenham tomado a vacina HPV ou estejam com esquema incompleto;
  • Usuários de Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) de HIV, com idade de 15 a 45 anos, que não tenham tomado a vacina HPV ou estejam com esquema incompleto;
  • Pacientes portadores de Papilomatose Respiratória Recorrente/PRR a partir de 2 anos de idade.

 

Mulher, cuidar da sua saúde é um gesto de amor à vida.

 

Fonte:

Instituto Mário Penna

Referência:

MARÇO Lilás — Mês da Conscientização sobre o Câncer do Colo do Útero: Conscientização sobre o Câncer do Colo do Útero. Instituto Mario Penna: Ministério da Saúde, site, 6 mar. 2025. Disponível em: https://mariopenna.org.br/marco-lilas-2025-elegancia-conscientizacao-e-prevencao-contra-o-cancer-do-colo-do-utero/. Acesso em: 6 mar. 2025.

 

Visita de planejamento de pesquisadores da Fiocruz para projeto em Educação técnica em Saúde

No dia 27 de fevereiro, a AP 5.1 recebeu, pela segunda vez, a visita de pesquisadores da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (Fiocruz). O objetivo é conhecer os territórios de algumas Unidades de Atenção Primária (UAPs) — CMS Masao Goto, CF Armando Palhares e CF Faim Pedro — para desenvolver a etapa de campo do projeto que capacitará docentes do curso de especialização em preceptoria para educação profissional técnica em saúde.

                                                     

A servidora Verônica Alexandrino (DAPS) tem mediado o diálogo entre os pesquisadores e os gerentes das UAPs, enquanto Alexsandra Clarin (DICA) contribui com sua experiência em geoprocessamento e produção de informações em saúde.

A reunião ocorreu no CCI da CF Armando Palhares. Em breve, serão expostas as novas etapas do projeto.

05/02 – Dia Nacional da Mamografia

Em 5 de fevereiro é comemorado o Dia Nacional da Mamografia, com objetivo de conscientizar a população sobre a importância do exame para detectar alterações na mama.

Mamografia é uma radiografia das mamas feita por um equipamento de raios X chamado mamógrafo, capaz de identificar alterações suspeitas.

Quanto mais cedo o tumor for identificado, maiores as chances de cura. Para câncer de mama, os casos identificados no início trazem um índice de cura que pode chegar a 98%.

No Brasil, a recomendação do Ministério da Saúde – assim como a da Organização Mundial da Saúde e a de outros países – é a realização da mamografia de rastreamento (quando não há sinais nem sintomas) em mulheres com idade entre 50 a 69 anos, uma vez a cada dois anos, como forma de identificar o câncer antes do surgimento de sintomas.

É importante que as mulheres observem suas mamas sempre que se sentirem confortáveis para isso (seja no banho, no momento da troca de roupa ou em outra situação do cotidiano), valorizando a descoberta casual de pequenas alterações mamárias, pois a maior parte dos cânceres de mama é descoberta pelas próprias mulheres!

O câncer de mama é uma doença resultante da multiplicação de células anormais da mama, que forma um tumor capaz de invadir outros órgãos. Há vários tipos de câncer de mama. Alguns se desenvolvem rapidamente e outros não. A maioria dos casos tem boa resposta ao tratamento, principalmente quando diagnosticado e tratado no início.

A mamografia e o exame clínico das mamas identificam alterações suspeitas, mas, a confirmação de câncer é feita em laboratório, pelo exame histopatológico, que analisa uma pequena parte retirada da lesão (biópsia).

 

Fonte:

Biblioteca Virtual de Saúde

Referência:

DIA Nacional da Mamografia: Mamografia é uma radiografia das mamas feita por um equipamento de raios X. Biblioteca Virtual de Saúde: Ministério da Saúde, site, 5 fev. 2025. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/05-02-dia-nacional-da-mamografia-2/. Acesso em: 5 fev. 2025.

PET-Saúde – Equidade

Na tarde do dia 30 de janeiro de 2025, recebemos na Sala de Reunião da Estação OTICS-Rio Padre Miguel, participantes do Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET-Saúde), para confecção de materiais a serem utilizados na ação de carnaval e maternagem. Esta atividade teve o apoio das profissinais de saúde da Clínica da Família Olímpia Esteves, Márcia Barros (Psicóloga Equipe eMulti), e Viviane Lemos (Enfemeira da Estratégia Sáude da Família).

O PET-Saúde (Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde) é uma iniciativa do Governo Federal que visa promover a integração entre a formação acadêmica dos estudantes de cursos da área da saúde e a prática no SUS (Sistema Único de Saúde). Por meio de parcerias entre universidades, instituições de ensino e unidades de saúde, o programa proporciona aos estudantes a oportunidade de aplicar os conhecimentos adquiridos em sala de aula diretamente nas comunidades, colaborando com a equipe de saúde na atenção à população.

O PET-Saúde tem como objetivo qualificar a formação dos futuros profissionais de saúde, melhorar a qualidade da atenção à saúde nos territórios atendidos, além de promover o desenvolvimento de práticas de saúde mais humanas e integradas às necessidades da comunidade. Dessa forma, o programa fortalece a educação, o trabalho em equipe e a interação entre ensino e prática profissional no SUS.

Grupo de Hiperdia – CFOE

Na tarde do dia 30 de janeiro de 2025, recebemos no auditório da estação OTICS-Rio Padre Miguel, o enfermeiro Jonh Silva da equipe Auto D’ouro para uma Ação de Hiperdia realizada pela Clínica da Família Olímpia Esteves. Esta ação tem por objetivo promover a educação em saúde, realizar avaliação de exames, antropometria e orientar os pacientes sobre doenças crônicas. Também foram realizados avaliação e orientação nutricional com a Nutricionista da equipe eMulti Flávia Seda, orientação e avaliação de sáude bucal, realizados pela Técnica em Saúde Bucal Ana Paula Fernandes.

Grupo Hiperdia: Cuidando da Saúde da Comunidade na Estratégia Saúde da Família

A Estratégia Saúde da Família (ESF) tem se consolidado como uma das principais iniciativas de atenção básica à saúde no Brasil, promovendo cuidados preventivos e o acompanhamento de condições crônicas diretamente nas comunidades. Dentro desse contexto, os grupos de Hiperdia se destacam como uma importante ferramenta para o manejo de doenças crônicas como hipertensão arterial e diabetes mellitus.

O grupo Hiperdia é uma ação coletiva promovida pelas equipes da ESF, com o objetivo de monitorar, educar e oferecer apoio contínuo aos pacientes diagnosticados com hipertensão e diabetes. A proposta do grupo vai além do atendimento médico, pois foca na promoção da saúde e na prevenção de complicações associadas a essas doenças.

Com encontros periódicos, os participantes têm a oportunidade de discutir suas experiências, aprender mais sobre a gestão das condições de saúde e adotar hábitos de vida saudáveis. Os profissionais de saúde, como médicos, enfermeiros, nutricionistas e educadores, atuam de forma colaborativa, oferecendo orientações sobre controle da pressão arterial, alimentação adequada, importância da atividade física e o uso correto de medicamentos.

Com o apoio da ESF, esses grupos têm demonstrado resultados positivos, não apenas na redução de complicações das doenças crônicas, mas também no fortalecimento da conscientização comunitária sobre a importância da saúde preventiva.