05 DE FEVEREIRO – DIA DO DERMATOLOGISTA

O Dia do Dermatologista é comemorado em 5 de fevereiro no Brasil. Desde 2000, a data tem como objetivo homenagear os profissionais da dermatologia, que são médicos especializados no diagnóstico, prevenção e tratamento de doenças e infecções relacionadas à pele, cabelos e unhas, além da realização de procedimentos estéticos. A escolha do dia 5 de fevereiro marca a fundação da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), em 1912.

A importância do Dia do Dermatologista está em reconhecer e valorizar o trabalho dos dermatologistas, que desempenham um papel crucial na promoção da saúde do maior órgão do corpo humano. Por meio da análise de sinais e lesões, os médicos especializados diagnosticam e tratam uma variedade de condições, desde acne até doenças mais complexas, como câncer de pele.

 

 

Como é a carreira do médico dermatologista?

A carreira em Dermatologia oferece a oportunidade de fazer uma diferença significativa na vida das pessoas, ajudando a tratar condições dermatológicas, melhorar a autoestima dos pacientes e promover a saúde da pele. O profissional pode atuar em diversas áreas, incluindo dermatologia clínica, dermatologia cirúrgica, dermatologia estética dermatopatologia, entre outras. As oportunidades estão em hospitais das redes pública e particular, clínicas privadas ou até consultórios próprios.

A área da Dermatologia está em constante evolução, com novas tecnologias e tratamentos sendo desenvolvidos. Portanto, é fundamental para os especialistas manterem-se atualizados por meio de cursos de educação continuada e participação em conferências e eventos científicos. Muitos dermatologistas também escolhem empreender, abrindo suas próprias clínicas ou participando de parcerias em centros de estética e bem-estar.

 

 

Fonte: Educa Mais Brasil

PLANEJAMENTO DE COMBATE A ARBOVIROSE (DENGUE) – CFOE

Na manhã do dia 02/02/2024, a gerente Mariana Quindeler e a enfermeira RT Lenir Marçal da Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE), fizeram uma reunião no auditório da estação OTICS-Rio Padre Miguel para alinhar o fluxo de trabalho interno dos Agentes Comunitários de Saúde.

O objetivo é capacitar os ACSs para identificar sinais e sintomas da Dengue, diferenciar os sintomas entre Dengue e COVID, qualificar a escuta nos guichês, implementar organograma e vigilância do cuidado por equipe (Dengue), ampliação do olhar dentro do território de Olímpia e acordar bloqueio de combate ao foco de Dengue nas micro áreas.

A cidade do Rio de Janeiro vive uma epidemia de dengue, afirmou nesta sexta-feira (2) o secretário Municipal de Saúde da cidade, Daniel Soranz. O município registrou 44,2% dos casos de dengue notificados em todo o ano passado apenas no mês de janeiro deste ano.

De acordo com informações da Secretaria Municipal de Saúde da capital fluminense, foram 22.959 casos em todo 2023. Apenas em janeiro de 2024 foram 10.156 ocorrências.

“A gente bateu o recorde de internações por dengue na história do município com 362 casos de pessoas internadas apenas no mês de janeiro”, afirmou o secretário Municipal de Saúde.

De acordo com o secretário Daniel Soranz, a curva de crescimento dos casos começou a subir mais cedo do que o esperado, em comparação com dados de anos anteriores.

“A gente sabe que os meses nos quais temos maior incidência dos casos de dengue são os meses de março, abril e início de maio. E a gente vê uma curva ascendente logo no começo do mês de janeiro, aumentando a nossa preocupação”, disse Soranz.

Ele ressaltou que a curva de casos deve seguir um caminho de crescimento até o mês de maio. O diagnóstico precoce ajuda a evitar internações e óbitos.

“A gente tem que ficar atento aos sintomas: febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dor no corpo e nas articulações, mal-estar e manchas vermelhas pelo corpo”, ressaltou Soranz.

De acordo com o secretário, as regiões de Campo Grande e Guaratiba são as mais atingidas. O Grande Méier, Grande Tijuca e a área de Santa Cruz também têm casos acima da média da cidade.

“Nos últimos 90 dias, a curva é ascendente. A gente chegou a ter, em um único dia, 569 casos notificados”, afirmou o secretário.

Polos de atendimento

Por conta do quadro de crescimento dos casos na cidade, a Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou a instalação de dez polos de atendimento de dengue na cidade. Além disso, serão 150 centros de tratamento e hidratação.

“Esses polos de hidratação e o diagnóstico precoce são fundamentais para evitar mortes”, disse o prefeito Eduardo Paes.

Os hospitais de referência e unidades de atenção primária terão leitos específicos para o atendimento de pacientes mais graves.

“De acordo com o crescimento do número de casos, vamos aumentando o número de polos”, afirmou Soranz.

Combate ao vetor

Prefeito Eduardo Paes e Daniel Soranz, secretário Municipal de Saúde, em entrevista coletiva sobre casos de dengue no Rio — Foto: Reprodução

O secretário Daniel Soranz destacou a importância dos moradores no combate ao mosquito Aedes Aegypti.

“No combate ao vetor, a gente começa na nossa casa. Em cada três casos de dengue, em dois a gente consegue encontrar o vetor no próprio domicílio do paciente”, disse Soranz.

A Prefeitura do Rio também anunciou a criação de um Centro de Operações de Emergência, com a divulgações de boletins semanais, a exemplo do que havia sido criado durante a pandemia de Covid-19.

Além disso, 16 carros fumacê serão usados nas regiões com maior incidência de casos da doença.

Estado

O Estado do Rio de Janeiro registrou 17.544 casos de dengue apenas no mês de janeiro deste ano. O número é 12 vezes maior que o registrado em janeiro do ano passado, quando 1.441 casos foram registrados.

Dos 92 municípios fluminenses, catorze apresentam taxa de incidência acima de 500 casos por 100 mil habitantes. Os destaques são ItatiaiaCambuciResende e Piraí.

Defensoria Pública

A Defensoria Pública do Rio de Janeiro enviou recomendações aos 92 municípios do estado cobrando medidas de combate à dengue. No documento, o órgão recomenda que as secretarias municipais de Saúde intensifiquem as ações de controle de disseminação da doença com a produção de relatórios dos locais visitados por agentes para a retirada de focos do mosquito Aedes Aegypti.

Outro pedido é sobre o monitoramento de casos e mortes, com a organização de uma estrutura para o atendimento dos pacientes.

A Defensoria também pediu a criação de centros de hidratação com serviço para o atendimento de pacientes com dengue.

REUNIÃO DE COLEGIADO LOCAL – EDUCAÇÃO FÍSICA

No turno da tarde do dia 01/02/2024, no auditório da estação OTICS-Rio Padre Miguel, aconteceu uma reunião de planejamento das atividades para 2024, dos educadores físicos da academia carioca da AP 5.1. O responsável pelo encontro foi Jone Vidal do Nascimento, que teve como objetivo ajustar o processo de trabalho e orientar sobre novas demandas.

SEMANA NACIONAL DE PREVENÇÃO DA GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA

No cenário brasileiro, a gravidez na adolescência tem sido uma preocupação constante, com implicações significativas para o desenvolvimento das jovens mães e seus filhos. Sob o mote “Respeito e Cuidado”, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) dá início às ações de proteção e enfrentamento as violações de direitos contra crianças e adolescentes durante a Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência.

O objetivo é conscientizar a sociedade sobre a importância de proteger e cuidar das crianças e adolescentes por meio da disseminação de informações sobre a prevenção da gravidez precoce. Celebrada anualmente no período que inclui o dia 1º de fevereiro, a Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência foi criada em 2019, através da Lei 13.798 e acrescentou novo artigo no Estatuto da Criança e do Adolescente (artigo 8º-A).

Números

Dados indicam que, apesar da diminuição nos números, o Brasil ainda enfrenta altos índices de gravidez na adolescência. Essa realidade impacta não apenas a saúde das jovens, mas também o acesso à educação e a oportunidades profissionais. De acordo com um estudo do Ministério da Saúde, divulgado em 2020, naquele ano, cerca de 380 mil partos foram de mães com até 19 anos de idade, o que correspondeu a 14% de todos os nascimentos no Brasil.

A pesquisa também apontou que, entre os nascidos vivos de adolescentes grávidas, em 2020, a maior concentração está nas regiões Norte (21,3%) e Nordeste (16,9%), seguido por Centro-Oeste (13,5%), Sudeste (11%) e Sul (10,5%).

No recorte étnico, do total de nascidos vivos de mães indígenas, 28,2% foram de mães adolescentes. Entre as mulheres pardas que se tornaram mães, 16,7% dos bebês nasceram de adolescentes, e entre os partos de mulheres pretas, 13% foram de adolescentes. Já entre os nascidos de mães brancas, 9,2% eram adolescentes.

Impactos

Além de estar sujeita a maior ocorrência de complicações, como abortamento, diabetes gestacional, parto prematuro e depressão pós-parto, a gravidez na adolescência repercute negativamente na formação educacional das jovens, com elevado índice de abandono do recém-nascido – em vez da entrega voluntária para adoção – ou de interrupção dos estudos, refletindo-se de forma desfavorável em sua condição social e econômica e dificultando a sua inserção no mercado de trabalho.

De acordo com a Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), a gravidez na adolescência é um fenômeno que abrange diversas faces da experiência humana e está diretamente ligada ao contexto sociocultural, econômico e político, além das dimensões étnicas, raciais e de gênero. Essa realidade exerce um impacto direto sobre a autoestima e a saúde mental das jovens adolescentes que se tornam mães, podendo ocasionar riscos para elas e também para os recém-nascidos, como frustrações, silenciamento, invalidação de sentimentos, invisibilidade, medos e inquietações.

Além disso, outros fatores podem ser observados no contexto da gravidez precoce, como a ausência de amamentação por quaisquer motivos; a omissão ou recusa do pai biológico ou parceiro pela responsabilidade da paternidade; a falta de rede de apoio; o uso de álcool e outras drogas; episódios de violência intrafamiliar; e a rejeição por parte da família.

Perspectivas

O secretário nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Cláudio Vieira, ressalta a importância da conscientização de todas as pessoas sobre o tema. “É fundamental o envolvimento da sociedade, instituições de ensino, profissionais de saúde e familiares para promover uma mudança cultural e garantir o pleno desenvolvimento das adolescentes”, afirma.

Cláudio Vieira acrescenta que o enfrentamento da gravidez na adolescência requer uma abordagem multifacetada, que vai além da legislação. “Ações contínuas, educação sexual efetiva e o fortalecimento da rede de apoio são essenciais para criar um ambiente propício ao crescimento saudável das jovens e para transformar positivamente a realidade das futuras gerações.

Por: Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC)

Fonte: Gravidez na adolescência: 380 mil partos foram realizados por mães com até 19 anos somente em 2020 no Brasil — Agência Gov (ebc.com.br)

 

ARBOVIROSES – CFOE

No dia 30/01/2024, no auditório da estação OTICS-Rio Padre Miguel, a gerente da Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE) Mariana Quindeler, organizou uma reunião para falar sobre manejo das arboviroses na APS. O objetivo é organizar o fluxo de casos através da plataforma do SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação) para manejo dos casos de arboviroses.

O Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) tem como objetivo coletar, transmitir e disseminar dados gerados rotineiramente pelo Sistema de Vigilância Epidemiológica das três esferas de governo, por intermédio de uma rede informatizada, para apoiar o processo de investigação e dar subsídios à análise das informações de vigilância epidemiológica das doenças de notificação compulsória.

As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra “arbovirose” deriva de “arbovírus”, que significa “vírus transmitido por artrópodes”. Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais. Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros Aedes, Culex e Anopheles. Esses insetos se tornam portadores dos vírus ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas.

Aedes aegypti é o transmissor da febre amarela, dengue, zika e chikungunya no Brasil — Foto: Pixabay/Divulgação

 

Fonte: 07_0098_M.indd (saude.gov.br)

Arboviroses — Ministério da Saúde (www.gov.br)

 

 

 

JANEIRO BRANCO: CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE SAÚDE MENTAL NA ACADEMIA CARIOCA

No dia 30/01/2024, as equipes de saúde da família e multiprofissional da Clínica da Família Olímpia Esteves, realizaram uma roda de conversa sobre saúde mental. Com objetivo de conscientizar a sociedade , os temas abordados foram como perceber o adoecimento, como buscar ajuda, dicas e recomendações para manter a qualidade de vida e a Saúde Mental.

Criar uma cultura de cuidado emocional, proporcionando informações e apoio para indivíduos, famílias, instituições e comunidades em geral, é a proposta da campanha Janeiro Branco, que visa a alertar para os cuidados com a saúde mental e emocional da população a partir da prevenção de doenças decorrentes do estresse, como ansiedade, depressão e pânico. 

GRUPO DE EMAGRECIMENTO – PERSISTA

No dia 30/01/2024, no auditório da estação OTICS-Rio Padre Miguel, a médica Renines Monteiro e a psicóloga Márcia Barros da Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE) ministraram uma palestra cujo o tema era “Entendendo a Obesidade”. A obesidade é o acúmulo de gordura no corpo causado quase sempre por um consumo de energia na alimentação, superior àquela usada pelo organismo para sua manutenção e realização das atividades do dia-a-dia. Ou seja: a ingestão alimentar é maior que o gasto energético correspondente.

Além do consumo excessivo de calorias, a obesidade também pode ser causada por outros fatores, como doenças diversas. São condições como os desequilíbrios hormonais, que devem ser observados por um médico endocrinologista. A obesidade também pode ter causas psicológicas e emocionais, como as compulsões alimentares e ansiedade.

JANEIRO ROXO: CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE HANSENÍASE

No dia 25/01/2024, na Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE), as equipes ESF e E- MULTI realizaram uma atividade de Promoção de Saúde com alunos do programa Academia Carioca. O tema abordado foi sobre o Janeiro Roxo, conscientização sobre hanseníase.

 

 

Dia 26 de janeiro é o Dia Mundial Contra a Hanseníase. Por isso, o mês de janeiro ganhou a cor roxa para alertar e conscientizar a sociedade sobre o combate à hanseníase. A doença, cercada de preconceitos e estigma, é contagiosa, mas, tem controle e tratamento oferecidos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Em Uberlândia, o Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU), vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), oferece o tratamento por meio do Centro de Referência em Dermatologia Sanitária e Hanseníase (Credesh).

A contaminação ocorre pelo Mycobacterium leprae e, por atingir os nervos, uma das primeiras sequelas é a perda de sensibilidade da pele. Em muitos casos também há perda ou comprometimento severo dos movimentos que, em casos mais graves, pode levar à amputação.

O enfrentamento à hanseníase é um dos principais desafios de saúde pública no Brasil e o diagnóstico precoce é fundamental para a redução da transmissão e do risco de desenvolvimento de incapacidades físicas. Para contribuir com o diagnóstico precoce da doença, em 2022 foram incluídos ao SUS três novos testes de apoio ao diagnóstico e um para detecção de resistência da doença. O uso começa neste ano.

 

 

 

GRUPO DE ADOLESCENTES – CFOE

Na tarde do dia 25/01/2024, no auditório da estação OTICS-Rio Padre Miguel, a psicóloga Márcia Barros (eMulti) da Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE) realizou atividade com o grupo de adolescentes. Os temas abordados foram “Relações Familiares”, Promoção de Saúde, Janeiro Branco e Janeiro Roxo. O objetivo é informar e sensibilizar os jovens sobre questões de prevenção de saúde.

O encontro teve apoio da fonoaudióloga Tathiane de Araújo (eMulti), ACS Flavia Garcia e ACS Simone Mateus.

PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO SISREG

Na manhã do dia 25/01/2024, na sala de reunião da estação OTICS-Rio Padre Miguel, as ACSs Janete Ribeiro e Ana Paula Capinam (Equipe Murundu) da Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE), fizeram o planejamento, organização de SISREG para entrega e protocolar de pacientes. O objetivo é permitir o agendamento de internações e atendimentos eletivos para os pacientes, como também assegurar a continuidade terapêutica.

Para dar mais transparência à fila do SISREG (Sistema de Regulação), foi desenvolvido o site Transparência do SISREG Ambulatorial. Nele, o cidadão carioca tem acesso às informações sobre a sua posição e previsão de atendimento nas listas de espera por serviços de saúde no SISREG, em cumprimento à Lei nº 6.417, de 6 de novembro de 2018.

Fonte: SISREG – www.rio.rj.gov.br