18/10 – Dia do Médico

Em 18 de outubro, celebra-se o Dia do Médico. São 598.573 brasileiros com registro para exercer a profissão em 2024 no país, conforme dados do Conselho Federal de Medicina (CFM).

O médico é o profissional responsável por descobrir as enfermidades que atingem determinado paciente, fornecendo suporte e indicações adequadas para que haja a cura. É ele também o responsável por indicar formas de prevenir doenças e orientar o indivíduo para que esse possa ter uma vida mais saudável.

A medicina, sem dúvidas, é uma das áreas do conhecimento que exigem maior comprometimento e responsabilidade por parte do profissional. Para ser um bom médico, é fundamental um investimento constante em aperfeiçoamento, ficando sempre informado a respeito das novas descobertas científicas, conhecendo novos tratamentos e exames, além de estar atento às novas doenças que surgem a todo tempo.

A relação médico-paciente é fundamental para o andamento adequado do tratamento, uma vez que o paciente sente-se à vontade para falar em detalhes o que lhe aflige. Assim sendo, é fundamental que o médico abra espaço para questionamentos e saiba explicar de maneira atenciosa e cuidadosa o que acomete cada pessoa.

A relação de confiança estabelecida entre médico-paciente também é importante nos momentos de grande dor, como ao informar sobre uma doença terminal. O médico deve estar preparado para encarar a morte e ajudar os parentes e até mesmo o paciente a encarar esse momento tão difícil.

Diante de tantos desafios, os médicos merecem que o 18 de outubro seja uma data para o reconhecimento desse profissional e de sua importância para a sociedade. Reconhecer o trabalho e a dedicação desses profissionais é uma forma de agradecer por todo o empenho e sacrifício que fazem em nome da saúde.

“Sua dedicação e habilidade fazem toda a diferença no caminho de quem enfrenta batalhas pela saúde.”

Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/datas-comemorativas/dia-medico.htm

10/10 – Dia Nacional de Luta contra Violência à Mulher

Desde 1980, dia 10 de outubro é o Dia Nacional de Luta contra a Violência contra a Mulher. A data tem o objetivo de resgatar e destacar a luta de mulheres que foram às ruas denunciar o crescimento dos casos de agressão e de morte de mulheres no país.

A luta contra a violência foi fundamental para reorganização dos movimentos de mulheres no Brasil no período pós-ditadura militar. Aquela luta cresceu e se fortaleceu, e um de seus frutos foi a Lei Maria da Penha, promulgada em 2006.

No Brasil a situação é, também, preocupante. Levantamento realizado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) mostra que o número de feminicídios no país cresceu atingiu a marca de 1.463 vítimas em 2023, ou seja, mais de quatro mulheres foram mortas por dia! O estudo aponta que esse é o maior número da série histórica iniciada pelo FBSP em 2015, quando entrou em vigor a lei do feminicídio (lei 3.104/15).

A sociedade tem se tornado cada vez mais violenta, e as mulheres estão entre os principais alvos. Como mostram as publicações do FBSP, desde o assédio moral e sexual até o feminicídio, diferentes dimensões da violência marcam a experiência de ser mulher no país. As agressões atingem todas as idades, e se dão de forma mais frequente contra as negras.

As lutas atuais

O contexto de desigualdade viabiliza os processos de violência contra as mulheres. O fato de receberem menos por trabalhos iguais; de acumularem dupla jornada, sendo as principais responsáveis pelo trabalho doméstico e de cuidados; de sofrerem preconceito através de estereótipos que as minimizam ou limitam; entre outros.

Combater a violência também nas escolas

Evidentemente, a violência contra as mulheres tem impacto sobre o cotidiano das escolas. Estudantes, suas mães ou familiares e professoras podem ser vítimas da violência. É muito importante que o debate de gênero esteja presente nas salas de aula, porque ele ajuda muito a enfrentar a violência, fazendo-se compreenderem os sinais, desnaturalizando e contribuindo para o enfrentamento de todas as formas de violência.

Fonte: https://www.sinprodf.org.br/10-10-violencia/

Grupo de Tabagismo CFOE – 1ª Sessão

Na manhã de 08/10/2024, a psicóloga Márcia Barros, utilizou o auditório da estação OTICS-Rio Padre Miguel para reunião do grupo de tabagismo da Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE). O assunto abordado foi sobre os primeiros dias sem fumar e como lidar com a síndrome da abstinência. Participou da reunião a agente comunitária de saúde Carolina Cardoso.

O objetivo da reunião foi compartilhar informações sobre a dependência à nicotina, avaliar e identificar os tipos de dependência dos participantes e propor métodos para cessação de fumar.

 

DIA DO NASCITURO

Dia do Nascituro, no dia 08 de Outubro, reafirma o compromisso na defesa da vida humana desde a concepção até a morte natural.

Nesta data voltamos novamente o olhar cuidadoso para aqueles que ainda não nasceram, celebramos e renovamos nosso compromisso com a cultura da vida. Não é somente a vida do nascituro que está em questão, mas a vida humana, especialmente em sua condição de fragilidade e inutilidade para a sociedade.

Este dia recorda que, “somos chamados a visitar nossas consciências sobre o ‘direito de nascer’ da criança, que ainda vive dentro do útero materno e que tem o direito à proteção, à alimentação, a um nascimento sadio, ao respeito de sua vida e saúde e tem também o direito de ser amada”.

As famílias devem procurar informações sobre grupos de defesa da vida nas comunidades, bairro ou cidade. Que participem de atividades de apoio a famílias em risco e de atos para construção de políticas públicas justas em defesa do Nascituro.

“É preciso acolher as gestantes, livrá-las do sofrimento, dos maus tratos, dar a elas a dignidade para gestar e à criança o direito de vir ao mundo desfrutar o dom da vida”

 

Fonte: https://al.se.leg.br/dia-do-nascituro-e-celebrado-neste-sabado-8-de-outubro/

 

Campanha Outubro Rosa 2024

Mulher: seu corpo, sua vida. Esse é o tema da campanha do Ministério da Saúde em 2024 para conscientização sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama e de colo do útero, em alusão ao mês Outubro Rosa. Simbolizada por um auto abraço, reafirmando o protagonismo feminino e valorizando o autocuidado, a campanha foi lançada nesta terça-feira (1º) e será veiculada na TV, rádio, internet e em locais de grande circulação de pessoas em todas as regiões do país.

“Essa mobilização coloca nós, mulheres, em primeiro plano, respeitando as nossas individualidades e valorizando o ato de observar o próprio corpo. O mês Outubro Rosa vai além da cor rosa, agregando como cores a diversidade dos tons de pele das mulheres brasileiras”, defende a ministra da Saúde, Nísia Trindade, reforçando que a campanha deste ano busca estimular a conexão das mulheres com a saúde, de forma que a prevenção e o diagnóstico precoce sejam algo contínuo em suas vidas e não apenas no mês de outubro.

Segundo Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama é o tipo de câncer mais frequente em mulheres, após o câncer de pele. Para o Brasil, foram estimados 73,6 mil novos casos em 2024, com um risco de 66,54 casos a cada 100 mil mulheres. É relativamente raro antes dos 35 anos, mas acima desta idade a incidência cresce progressivamente, especialmente após os 50 anos. O Ministério da Saúde afirma que cerca de 17% dos casos podem ser evitados por meio de hábitos de vida saudáveis.

O câncer do colo do útero, por sua vez, é o segundo tipo mais comum entre as mulheres no mundo, depois do câncer de mama, e a principal causa de morte por câncer entre mulheres em muitos países. No Brasil, é o terceiro tumor mais incidente na população feminina com 17 mil novos casos por ano no triênio 2023-2025, correspondendo a uma taxa de incidência de 15,38 casos a cada 100 mil mulheres.

Para a ministra Nísia Trindade, é preciso que a mulher conheça seu corpo para conseguir identificar quando algo não está certo e buscar atendimento. “É fundamental mantermos o nosso acompanhamento de saúde em dia. Essa é a melhor maneira de prevenir o câncer e outras enfermidade”, afirma.

Conheça a campanha Mulher: seu corpo, sua vida

Prevenção, diagnóstico e tratamento

Cuidados como a prática de atividade física e evitar o consumo de bebidas alcoólicas, por exemplo, ajudam a reduzir o risco de câncer de mama. A amamentação também é considerada um fator protetor. Um nódulo ou outro sintoma suspeito nas mamas deve ser investigado para confirmar se é ou não câncer de mama. Para a investigação, além do exame clínico das mamas, exames de imagem podem ser recomendados, como mamografia, ultrassonografia ou ressonância magnética. Prevenção, diagnóstico e tratamento estão disponíveis na rede do Sistema Único de Saúde (SUS).

A prevenção primária do câncer do colo do útero está relacionada à diminuição do risco de contágio pelo Papilomavírus Humano (HPV). A transmissão ocorre por via sexual, presumidamente por meio de abrasões (desgaste por atrito ou fricção) microscópicas na mucosa ou na pele da região anogenital. O uso de preservativos durante a relação sexual com penetração protege parcialmente do contágio pelo HPV, que também pode ocorrer pelo contato com a pele da vulva, região perineal, perianal e bolsa escrotal.

A vacinação contra o HPV é a medida mais eficaz de se prevenir contra a infecção. A vacina é distribuída gratuitamente pelo SUS. Além disso, o exame preventivo contra o HPV – Papanicolau – é um exame ginecológico comum para identificar de lesões precursoras do câncer do colo do útero.

Saiba mais: 

 
Sinais e sintomas
Diagnóstico
Tratamento
CÂNCER DE MAMA
  • Nódulo (caroço), fixo e geralmente indolor;
  • Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja;
  • Alterações no bico do peito (mamilo) como retrações;
  • Pequenos nódulos nas axilas ou no pescoço;
  • Saída espontânea de líquido anormal pelos mamilos.
  • Autoexame;
  • Exame clínico das mamas;
  • Exames de imagem como mamografia, ultrassonografia ou ressonância magnética;
  • Biópsia, técnica que consiste na retirada de fragmentos do nódulo ou da lesão suspeita.
  • Cirurgia;
  • Radioterapia;
  • Quimioterapia;
  • Hormonioterapia;
  • Terapia biológica.

CÂNCER DO COLO DO ÚTERO

  • Pode não apresentar sintomas em fase inicial;
  •  Nos casos mais avançados, pode evoluir para sangramento vaginal intermitente (que vai e volta) ou após a relação sexual;
  • Secreção vaginal anormal;
  • Dor durante a relação sexual;
  • Dor abdominal;
  • Queixas urinárias ou intestinais.
  • Exame pélvico e história clínica;
  •  Exame da vagina, colo do útero, útero, ovário e reto por meio de avaliação com espéculo;
  • Toque vaginal e toque retal;
  • Exame preventivo (Papanicolau);
  • Colposcopia;
  • Biópsia.
  • Eletrocirurgia;
  • Quimioterapia;
  • Radioterapia.

“O câncer de mama e o câncer de colo de útero são dois dos mais comuns entre mulheres no Brasil. Mas existe cura e prevenção. O diagnóstico e o tratamento para todos os tipos de câncer estão disponíveis no SUS, assim como a vacina HPV, para prevenção do câncer de colo de útero, e a mamografia, para a prevenção do câncer de mama”. – Nísia Trindade, ministra da Saúde

Fonte: Outubro Rosa: Ministério da Saúde lança campanha e reforça autocuidado — Ministério da Saúde (www.gov.br)

27/10 – Dia Nacional de Mobilização Pró-Saúde da População Negra

O Dia Nacional de Mobilização Pró-Saúde da População Negra tem a finalidade de conscientizar e mobilizar os profissionais da área de saúde para as demandas que são específicas dessa parcela da população. Em 2009, um importante passo foi dado com a criação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN), que pretende “combater a discriminação étnico-racial nos serviços e atendimentos oferecidos no Sistema Único de Saúde, bem como promover a equidade em saúde da população negra”. Esta política é resultado de uma luta constante pela democratização da saúde promovida, principalmente, pelo movimento negro.

 

Reunião CAPS Neusa Santos – Supervisão SRT

Ontem, dia 25/10/2023, estiveram presentes no auditório da Estação OTICS-Rio Padre Miguel, a coordenadora técnica SRT do CAPS Neusa Santos, Carolina Manzini, e demais profissionais de saúde mental, para realização de reunião para discussão de casos clínicos das residências terapêuticas. O objetivo desse encontro foi sanar dúvidas de trabalho de forma coletiva para cuidado e manejo dos casos, bem como avançar no tratamento dos pacientes.

 

 

25/10 – Dia do Cirurgião Dentista e Dia Nacional da Saúde Bucal

Em 25/10 são comemoradas duas datas muito importantes: o Dia do Cirurgião Dentista e o Dia Nacional da Saúde Bucal. Em 25 de outubro de 1884, pelo Decreto-Lei nº 9.311, foram criados os primeiros cursos de graduação em Odontologia no Brasil, nos estados da Bahia e Rio de Janeiro. O Conselho Federal de Odontologia (CFO) oficializou a data como o Dia Nacional do Cirurgião Dentista. Assim, a escolha desta data para celebrar o Dia do Dentista é uma homenagem a criação do curso de Odontologia no país. O Cirurgião-Dentista é o profissional de saúde que atua na prevenção e tratamento de várias doenças bucais que acometem a população. A data chama atenção para a importância do cuidado em saúde bucal com visitas periódicas ao cirurgião-dentista e da necessidade de conscientização da população acerca da manutenção da saúde bucal e sua consequente influência na qualidade de vida de indivíduos e comunidades.

 

 

 

 

Grupo de Tabagismo – Sessão III – CF Olímpia Esteves

Hoje, dia 24/10/2023, foi realizado no auditório da Estação OTICS-Rio Padre Miguel, mais uma sessão do Grupo de Tabagismo da Clínica da Família Olímpia Esteves. Estiveram presentes a  Psicóloga Márcia Barros, e os enfermeiros Jonh Silva e Viviane Lemos. Esta atividade tem o  objetivo de dar prosseguimento no tratamento para cessação do tabagismo. Nesta sessão foi falado aos pacientes sobre como vencer os obstáculos para permanecer sem fumar.

 

23 a 29/10 – Semana Internacional de Prevenção da Intoxicação por Chumbo

Em 2023 ocorre de 23 a 29/10 a Semana Internacional de Prevenção da Intoxicação por Chumbo, com o tema: “Acabar com o envenenamento infantil por chumbo”, que  pretende lembrar aos governos, organizações da sociedade civil, parceiros da saúde, indústria e outros, os riscos inaceitáveis ​​da exposição ao chumbo e a necessidade de medidas para proteger a saúde das crianças. O chumbo é um metal tóxico natural encontrado na crosta terrestre. Seu uso generalizado resultou em extensa contaminação ambiental, exposição humana e problemas significativos de saúde pública em muitas partes do mundo. Apesar do amplo conhecimento dos efeitos nocivos do chumbo e das ações em muitos países, a exposição ao material, especialmente durante a infância, continua a ser uma preocupação fundamental para os prestadores de cuidados de saúde e para as autoridades de saúde pública em todo o mundo.