Grupo InterAÇÃO

No dia 6 de outubro de 2026, foi realizada mais uma atividade do Grupo InterAÇÃO, destinado às crianças do território da Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE), da Área Programática 5.1 (AP 5.1). A atividade aconteceu na sala de reunião da Estação OTICS-Rio Padre Miguel.

O Grupo InterAÇÃO é desenvolvido por profissionais da equipe eMulti e tem como proposta proporcionar às crianças um espaço de convivência, interação e desenvolvimento, utilizando atividades que favorecem a comunicação, a expressão, a socialização e a construção de vínculos, fortalecendo o acompanhamento e a atuação multiprofissional junto às famílias.

A atividade contou com a participação de profissionais da equipe eMulti, promovendo uma abordagem multiprofissional voltada às necessidades e ao desenvolvimento infantil. Conduziram e participaram da ação Flávia Seda (nutricionista), Ana Caroline (psicóloga), Tathiane Azevedo (fonoaudióloga) e Jessica (assistente social).

Atuação integrada das profissionais possibilitou trabalhar aspectos importantes relacionados ao desenvolvimento das crianças, fortalecendo a participação, a interação e a troca de experiências em um ambiente acolhedor e educativo.

Durante o encontro, as crianças participaram de dinâmicas lúdicas e educativas, que estimularam a socialização, o aprendizado e o desenvolvimento de diferentes habilidades.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel permanece como espaço de apoio às atividades de educação, formação e promoção da saúde desenvolvidas pelas equipes da AP 5.1, contribuindo para o fortalecimento das ações realizadas no território.

PARTE DA ORGANIZAÇÃO INICIAL DAS IDEIAS FOI REALIZADA COM APOIO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (CHATGPT), SENDO O CONTEÚDO POSTERIORMENTE ANALISADO, REVISADO E VALIDADO PELO AUTOR.

Grupo de Tabagismo

No dia 6 de outubro de 2026, foi realizada uma atividade do Grupo de Tabagismo, promovido pela Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE), no auditório da Estação OTICS-Rio Padre Miguel, na Área de Planejamento 5.1 (AP 5.1).

A atividade foi conduzida pela equipe multiprofissional, com a participação dos profissionais: Monique – Farmacêutica; Flávia – Nutricionista e Carinne e Priscila – Agentes Comunitárias de Saúde.

O grupo tem como objetivo oferecer acolhimento, orientação e acompanhamento às pessoas que desejam parar de fumar, contribuindo para a redução dos danos provocados pelo uso do tabaco e para a melhoria da qualidade de vida dos participantes.

Durante os encontros, são trabalhados aspectos relacionados à dependência da nicotina, aos efeitos do tabagismo sobre a saúde, às dificuldades encontradas no processo de cessação e às estratégias que auxiliam na mudança de hábitos. A abordagem busca fortalecer a motivação dos participantes e estimular o apoio mútuo entre os integrantes do grupo.

O tabagismo está associado ao desenvolvimento de diversas doenças, incluindo problemas cardiovasculares, doenças respiratórias crônicas e diferentes tipos de câncer. Por isso, parar de fumar é uma importante medida de prevenção e promoção da saúde, independentemente do tempo de consumo ou da quantidade de cigarros utilizada.

A realização das atividades na Estação OTICS-Rio Padre Miguel reforça a parceria com a Clínica da Família Olímpia Esteves na promoção de ações de educação em saúde e no apoio às estratégias de cuidado desenvolvidas no território.

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Dia Mundial da Paralisia Cerebral

Celebrado em 6 de outubro, o Dia Mundial da Paralisia Cerebral é uma data voltada à conscientização sobre a condição, à promoção da inclusão e à valorização das pessoas com paralisia cerebral, suas famílias e redes de apoio. E busca ampliar o conhecimento sobre os sinais, a identificação precoce e a importância do acompanhamento adequado. O Ministério da Saúde inclui esta data em seu calendário oficial de saúde.

O que é a paralisia cerebral?

A paralisia cerebral (PC) é um grupo de condições que afetam principalmente o movimento, a postura e o equilíbrio, decorrentes de alterações no desenvolvimento ou de uma lesão no cérebro em desenvolvimento. A manifestação é diferente de uma pessoa para outra e pode variar quanto ao grau de comprometimento motor e às necessidades de apoio.

Embora a paralisia cerebral seja uma condição permanente, ela não é progressiva, ou seja, a lesão cerebral que a originou não continua avançando. Entretanto, os sintomas e as necessidades de cuidados podem mudar ao longo da vida. Algumas pessoas também podem apresentar condições associadas, como alterações na fala, visão ou audição, convulsões e dificuldades relacionadas à alimentação.

Sinais e sintomas

Os sinais podem ser detectados na infância e variam caso à caso. Os principais estão:

  • Tônus muscular alterado podendo haver rigidez ou flacidez.
  • Dificuldade de coordenação e equilíbrio.
  • Dificuldade para realizar determinados movimentos com os braços ou pernas.
  • Atraso no desenvolvimento motor, tais como: como sentar, ficar em pé ou caminhar.
  • Movimentos involuntários.
  • Alterações na postura.

A presença de um desses sinais, isoladamente, não significa que a criança tenha paralisia cerebral. Por isso, diante de dúvidas sobre o desenvolvimento, é importante conversar com um profissional de saúde e realizar uma avaliação adequada.

Diagnóstico e identificação precoce

A identificação precoce da paralisia cerebral envolve o acompanhamento do desenvolvimento da criança, a observação dos movimentos, da postura e do tônus muscular, além da avaliação do histórico de saúde. Quando são identificados atrasos ou alterações no desenvolvimento, podem ser realizados exames e avaliações complementares para esclarecer o diagnóstico e descartar outras condições.

O diagnóstico precoce é importante porque permite iniciar o acompanhamento e as intervenções necessárias o quanto antes. O monitoramento do desenvolvimento infantil durante as consultas de rotina é uma importante ferramenta para reconhecer possíveis alterações.

Prevenção e fatores de risco

Nem todos os casos de paralisia cerebral podem ser prevenidos, pois suas causas são variadas e, em muitos casos, não são completamente conhecidas. Fatores tais como: prematuridade, o baixo peso ao nascer, complicações durante a gestação e o parto e determinadas infecções ou lesões cerebrais ocorridas após o nascimento.

Cuidados durante a gestação, o acompanhamento pré-natal, a assistência ao parto e os cuidados com a saúde da criança podem contribuir para reduzir alguns riscos relacionados a alterações no desenvolvimento. É importante prevenir infecções e lesões que possam afetar o cérebro durante a infância.

Tratamento e Intervenções

Não existe uma cura para a paralisia cerebral, mas existem diferentes formas de tratamento, reabilitação e suporte que podem contribuir para a autonomia, a participação social e a qualidade de vida da pessoa.

O acompanhamento é individualizado e pode envolver profissionais de diferentes áreas, como fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, medicina, psicologia e outros profissionais conforme as necessidades de cada pessoa. Em alguns casos, podem ser utilizados medicamentos, órteses ou procedimentos cirúrgicos.

A intervenção precoce pode favorecer o desenvolvimento de habilidades e ajudar a prevenir ou minimizar complicações. O cuidado deve considerar não apenas os aspectos motores, mas também a comunicação, alimentação, educação, participação social e as necessidades da família.

Informação, respeito e inclusão

O Dia Mundial da Paralisia Cerebral reforça a importância de ampliar o conhecimento sobre a condição e combater barreiras que dificultam a participação plena das pessoas com deficiência na sociedade.

Mais do que conhecer os sinais e formas de acompanhamento, é fundamental promover acessibilidade, respeito, autonomia e inclusão nos serviços de saúde, na educação, no trabalho e nos demais espaços sociais.

A conscientização contribui para que famílias reconheçam possíveis alterações no desenvolvimento, busquem orientação profissional e tenham acesso oportuno aos serviços de saúde e reabilitação.

Fonte(s):

Ministério da Saúde.

Referência(s):

BRASIL. Ministério da Saúde. Diretrizes de atenção à pessoa com paralisia cerebral. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2014. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/diretrizes_atencao_pessoa_paralisia_cerebral.pdf. Acesso em: 2 out. 2026.

Dia Mundial de Combate à Meningite

Celebrado em 5 de outubro, o Dia Mundial de Combate à Meningite é uma data dedicada à conscientização sobre essa doença. Destaque à  importância da prevenção, reconhecimento dos sinais e sintomas e da busca por atendimento médico imediato. A iniciativa reforça o papel da vacinação e da informação na proteção da saúde individual e coletiva.

A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Pode ser causada por vírus, bactérias, fungos e outros agentes. Entre as formas da doença, a meningite bacteriana merece atenção especial por poder evoluir rapidamente e provocar complicações graves, sequelas permanentes ou até mesmo levar à morte.


Sinais e sintomas: reconhecer é fundamental

Os sintomas podem variar de acordo com a idade e o agente causador. Entre os principais sinais de alerta estão:

  • Febre alta e de início súbito;
  • Dor de cabeça intensa;
  • Rigidez na nuca;
  • Náuseas e vômitos;
  • Sensibilidade à luz;
  • Sonolência excessiva, confusão mental ou dificuldade para despertar;
  • Convulsões, em alguns casos.

Em bebês, os sinais podem incluir irritabilidade, recusa alimentar, choro persistente, moleira abaulada e sonolência incomum.
Atenção: Diante da suspeita de meningite, é fundamental procurar atendimento de urgência imediatamente. Não se deve esperar que todos os sintomas apareçam, pois a doença pode evoluir rapidamente.

Diagnóstico e Tratamento

O diagnóstico da meningite é realizado por meio da avaliação clínica e de exames laboratoriais, como a análise do líquor (líquido cefalorraquidiano), que envolve o cérebro e a medula espinhal. Exames de sangue também podem ser solicitados para identificar o agente causador da doença e orientar a conduta médica.

O tratamento depende da causa da infecção. Nos casos de meningite bacteriana, é necessária a administração de antibióticos específicos, geralmente em ambiente hospitalar. Já a meningite viral costuma exigir acompanhamento clínico e medidas de suporte, enquanto as formas causadas por fungos necessitam de medicamentos antifúngicos.

A rapidez no diagnóstico e no início do tratamento é fundamental para reduzir o risco de complicações, sequelas e óbitos. Por isso, diante de qualquer suspeita, a avaliação médica deve ser imediata.

Prevenção: a vacinação salva vidas

A vacinação é uma das principais medidas para prevenir determinados tipos de meningite, especialmente os causados por bactérias. No Sistema Único de Saúde (SUS), estão disponíveis vacinas que protegem contra agentes associados à doença, como as vacinas meningocócicas, pneumocócicas, pentavalente e BCG, conforme as indicações do calendário vacinal.

Além da imunização, outras medidas contribuem para a prevenção:

  • Manter a caderneta de vacinação atualizada.
  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabão.
  • Manter os ambientes limpos e bem ventilados.
  • Adotar medidas de higiene respiratória, cobrindo a boca e o nariz ao tossir ou espirrar.
  • Procurar atendimento de saúde diante de sinais e sintomas suspeitos.

É importante que as medidas preventivas variam conforme o agente causador, e nem todas as formas de meningite podem ser evitadas por vacinas.

O papel da Atenção Primária à Saúde

A Atenção Primária à Saúde (APS) desempenha um papel essencial na orientação da população, na atualização da caderneta de vacinação, na identificação de sinais de alerta e na promoção de ações educativas nos territórios.

Neste Dia Mundial de Combate à Meningite, a Estação OTICS-Rio Padre Miguel reforça a importância da informação, da prevenção e do acesso oportuno aos serviços de saúde. Conhecer os sintomas, manter a vacinação em dia e buscar atendimento rapidamente são atitudes fundamentais para proteger vidas e fortalecer a saúde coletiva.

Informação e prevenção são essenciais no combate à meningite. Em caso de suspeita, procure imediatamente um serviço de urgência.

Fonte:

Ministério da Saúde.

BRASIL. Ministério da Saúde. Meningite. Brasília, DF: Ministério da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/m/meningite . Acesso em: 1 out. 2026.

Auditoria e Planejamento Estratégico em Tuberculose

Na manhã do dia 1º de outubro de 2026 foi realizada, no auditório da Estação OTICS-Rio Padre Miguel, uma reunião de Auditoria e Planejamento Estratégico em Tuberculose, direcionada aos profissionais de saúde da Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE), da Área Programática 5.1 (AP 5.1).

O encontro teve como foco o planejamento, o manejo e os ajustes técnicos relacionados à tuberculose na unidade, considerando o período de janeiro a setembro de 2026. A atividade teve o objetivo de promover a articulação entre os profissionais, identificar fragilidades nos processos de trabalho e analisar de indicadores relacionados à doença, contribuindo para o aprimoramento das ações de prevenção, diagnóstico, acompanhamento e tratamento dos pacientes.

A reunião foi conduzida por Ana Cristina (representante da Linha de Cuidados em Tuberculose) e Vanessa Rodrigues (responsável técnica de Enfermagem da CAP 5.1). Participaram também Rose Procópio, gerente da Clínica da Família Olímpia Esteves; Lenir Marçal, enfermeira responsável técnica; Paulo Morone, médico responsável técnico e Bruna Soares, enfermeira líder da Linha de Cuidados da CFOE.

A análise dos indicadores e a discussão sobre os processos de trabalho são fundamentais para reconhecer desafios, estabelecer estratégias e qualificar o cuidado oferecido aos usuários. Nesse contexto, o planejamento estratégico contribui para fortalecer as ações de controle da tuberculose na Atenção Primária à Saúde, favorecendo o acompanhamento dos casos e a organização dos serviços.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel atuou como parceira na realização da atividade, disponibilizando seu espaço para o encontro e contribuindo para a integração dos profissionais e o fortalecimento das ações de educação permanente em saúde no território da AP 5.1.

Postura SUS

No dia 30 de setembro de 2026, foi realizada no auditório da Estação OTICS-Rio Padre Miguel, mais uma atividade do Postura SUS, destinada aos adolescentes do território da Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE), da Área de Planejamento 5.1 (AP 5.1), conduzida por Paula Prado – Agente Comunitário de Saúde.

O encontro teve como tema “Postura Audaciosa”, promovendo uma reflexão sobre a importância de ter objetivos definidos e uma missão a cumprir. A proposta foi mostrar aos adolescentes que, quando sabemos aonde queremos chegar, podemos desenvolver mais determinação, segurança e coragem para enfrentar os desafios que surgem ao longo do caminho.

Para ilustrar o tema, foi utilizada a trajetória do jogador de futebol Neymar Júnior, destacando sua ousadia, dedicação e determinação na busca por seus objetivos profissionais. Sua história serviu como ponto de partida para refletir sobre a importância de persistir diante das adversidades, acreditar no próprio potencial e seguir em frente na construção dos projetos de vida.

A atividade também proporcionou um espaço de diálogo e reflexão, incentivando os adolescentes a reconhecerem suas capacidades, estabelecerem metas e desenvolverem atitudes positivas diante das oportunidades e dos obstáculos da vida.

A ação contou com a participação dos seguintes profissionais: Flávia, nutricionista; Paula Prado, Simone, Priscila Almeida, Eder e Wellerson Aleixo, agentes comunitários de saúde da Clínica da Família Olímpia Esteves.

A iniciativa reforça a importância de ações educativas voltadas aos adolescentes, valorizando o autoconhecimento, o protagonismo juvenil e o desenvolvimento de habilidades que contribuam para escolhas conscientes e para a construção do futuro.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel segue apoiando iniciativas que promovem aprendizado, reflexão e troca de experiências, contribuindo para o desenvolvimento dos profissionais e para o fortalecimento das ações realizadas no território.

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Outubro Rosa – Mês de Conscientização sobre o Câncer de Mama

 O Outubro Rosa é uma campanha realizada anualmente durante o mês de outubro, com o objetivo de conscientizar a população sobre o câncer de mama, destacando a importância da prevenção, da identificação dos sinais e sintomas, do diagnóstico precoce e do acesso ao tratamento adequado.

A iniciativa também reforça a importância do cuidado integral à saúde da mulher, do acolhimento e da disseminação de informações confiáveis. Nesse contexto, a Atenção Primária à Saúde (APS), por meio das unidades de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS), desempenha um papel fundamental na orientação da população, no acompanhamento das usuárias e no encaminhamento para os serviços especializados, quando necessário.

O que é o câncer de mama?

O câncer de mama é uma doença caracterizada pelo crescimento desordenado de células da mama, que podem formar um tumor e, em alguns casos, atingir outros órgãos. É um dos tipos de câncer mais frequentes entre as mulheres, embora também possa ocorrer em homens.

A doença pode apresentar diferentes características e evoluir de maneiras distintas. Por isso, conhecer o próprio corpo, estar atenta às alterações nas mamas e manter o acompanhamento de saúde são atitudes importantes para favorecer a identificação de possíveis sinais e o início oportuno do cuidado.

Sinais e sintomas: fique atenta às alterações

Importante observar alterações nas mamas e procurar uma unidade de saúde caso identifique alguma mudança suspeita. Os principais sinais e sintomas estão:

  • Caroço ou nódulo endurecido na mama ou na região da axila.
  • Alterações no tamanho ou no formato da mama.
  • Mudanças na pele, como vermelhidão, retração ou aspecto semelhante à casca de laranja.
  • Alterações no mamilo, como inversão recente.
  • Saída espontânea de líquido pelo mamilo, especialmente com sangue.
  • Feridas persistentes na pele da mama ou do mamilo.

Atenção: nem toda alteração nas mamas significa câncer, mas é fundamental buscar avaliação profissional. A ausência de sintomas também não exclui a possibilidade da doença, pois o câncer de mama pode se desenvolver sem apresentar sinais perceptíveis em suas fases iniciais.

Prevenção e redução dos fatores de risco

Embora não seja possível prevenir todos os casos de câncer de mama, algumas medidas contribuem para reduzir o risco de desenvolvimento da doença. Entre elas estão:

  • Praticar atividades físicas regularmente.
  • Manter uma alimentação equilibrada.
  • Mantger um peso corporal adequado.
  • Evitar ou reduzir o consumo de bebidas alcoólicas.
  • Evitar o tabagismo.
  • Amamentar, sempre que possível, considerando seus benefícios para a saúde materna e infantil.

Conhecer o histórico familiar é importante, especialmente quando existem casos de câncer de mama ou de ovário em parentes próximos, condições hereditárias podem aumentar o risco da doença. Nessas situações, a equipe de saúde poderá orientar sobre a necessidade de avaliação individualizada.

Vale destacar que a prevenção envolve tanto a adoção de hábitos saudáveis quanto o acesso à informação, ao acompanhamento de saúde e aos exames indicados conforme a idade, os fatores de risco e as recomendações vigentes.

Diagnóstico precoce e a importância dos exames

O diagnóstico precoce aumenta as possibilidades de tratamento eficaz e contribui para melhores resultados. A investigação começa com a avaliação clínica realizada por um profissional de saúde e, quando indicado, pode incluir exames de imagem, como mamografia e ultrassonografia.

A mamografia é um exame fundamental para identificar alterações nas mamas antes mesmo do aparecimento de sintomas. No SUS, a recomendação para o rastreamento populacional de mulheres sem sinais ou sintomas é a realização do exame a cada dois anos, dos 50 aos 74 anos. Mulheres de outras faixas etárias também podem ter acesso à mamografia, conforme avaliação e orientação profissional.

Quando existe suspeita de câncer, a investigação deve ser realizada independentemente da idade. A confirmação diagnóstica é feita por meio de biópsia, com análise do material coletado. É importante lembrar que o autoexame não substitui a mamografia de rastreamento nem a avaliação profissional.

Tratamento e acompanhamento

O tratamento é definido de forma individualizada, considerando o tipo de tumor, o estágio da doença e as condições de saúde da paciente. Entre as opções terapêuticas estão:

  • Cirurgia: retirada do tumor ou quando necessário, de toda a mama, com possibilidade de reconstrução mamária.
  • Radioterapia: utilização de radiação para destruir células cancerígenas em áreas específicas.
  • Quimioterapia: uso de medicamentos para combater as células cancerígenas.
  • Hormonioterapia: tratamento indicado para tumores sensíveis à ação de determinados hormônios.
  • Terapias-alvo: medicamentos direcionados a características específicas das células tumorais.

Essas modalidades podem ser utilizadas isoladamente ou combinadas, conforme a indicação da equipe especializada. O acompanhamento também deve considerar o bem-estar físico e emocional, o controle dos efeitos colaterais e a qualidade de vida durante e após o tratamento.

O SUS oferece assistência para investigação, diagnóstico e tratamento do câncer de mama por meio da rede de atenção à saúde, incluindo serviços especializados em oncologia.

O papel da Atenção Primária à Saúde

As unidades de Atenção Primária à Saúde são importantes portas de entrada para o cuidado e a prevenção. As equipes de saúde orientam as usuárias, identificam sinais de alerta, avaliam fatores de risco, solicitam exames quando indicados e realizam os encaminhamentos necessários para a continuidade da assistência.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel reforça a importância da informação em saúde como ferramenta de conscientização e promoção do cuidado. Durante o Outubro Rosa, a divulgação de orientações confiáveis contribui para ampliar o conhecimento da população e incentivar a procura pelos serviços de saúde.

Cuidar da saúde é um compromisso contínuo. O Outubro Rosa é um convite para que mulheres e toda a sociedade compartilhem informações, valorizem a prevenção e reconheçam a importância do diagnóstico precoce. Ao perceber qualquer alteração suspeita nas mamas, procure uma unidade de saúde e converse com um profissional.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel apoia ações de promoção da saúde, educação em saúde e disseminação de informações que contribuam para o fortalecimento do cuidado e da inclusão no território.

Fontes:
Ministério da Saúde e Instituto Nacional de Câncer (INCA).

Referências bibliográficas:
1. BRASIL. Ministério da Saúde. Câncer de mama. Brasília, DF: Ministério da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/c/cancer-de-mama. Acesso em: 30 set. 2026.

2. Instituto Nacional de Câncer (Brasil). Câncer de mama: versão para população. Rio de Janeiro: INCA. Disponível em: https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/tipos/mama/versao-para-populacao . Acesso em: 30 set. 2026.

 

PET-Saúde – Clima

No dia 30 de setembro de 2026, a sala de reunião da Estação OTICS-Rio Padre Miguel recebeu mais uma atividade do Grupo PET-Saúde: Clima (Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde), vinculado à Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE), da Área Programática 5.1 (AP 5.1). O encontro reuniu alunos do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), promovendo um espaço de diálogo e aprendizado.

O encontro foi conduzido pela RT de Enfermagem da CAP 5.1, Vanessa Henriques, que acompanhou o desenvolvimento das ações do grupo.

O PET-Saúde – Clima busca aproximar a formação acadêmica dos desafios relacionados à saúde e às mudanças climáticas, incentivando a reflexão sobre os impactos das questões ambientais na saúde da população e a importância de desenvolver estratégias de prevenção e cuidado no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

A iniciativa reforça a importância da integração entre instituições de ensino e serviços de saúde, estimulando a troca de conhecimentos e a formação de futuros profissionais mais preparados para compreender a relação entre saúde, meio ambiente e qualidade de vida.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel segue contribuindo para a articulação entre instituições de ensino e os serviços de saúde do território, apoiando ações de educação permanente, formação profissional e integração ensino-serviço no âmbito do SUS.

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Treinamento sobre SIGMA

No dia 29 de setembro de 2026, o laboratório de informática da Estação OTICS-Rio Padre Miguel recebeu o treinamento do SIGMA (Sistema de Informações Gerenciais de Materiais) destinado aos profissionais administrativos das unidades de Atenção Primária à Saúde da Área de Planejamento 5.1 (AP 5.1).

A atividade foi organizada em duas turmas, uma no período da manhã e outra à tarde, possibilitando a participação dos profissionais e promovendo o aprimoramento dos conhecimentos relacionados à utilização do sistema.

O treinamento foi conduzido por Bárbara Benedito, diretora da Divisão de Infraestrutura e Logística (DIL), Leandro Ben-Hur e Michele Teixeira de Araújo, assistente administrativa do CMS Alexander Fleming.

A capacitação teve como principal objetivo aprimorar a utilização do sistema SIGMA pelas unidades de saúde, promovendo o alinhamento dos fluxos operacionais e a padronização dos procedimentos relacionados à gestão de estoque. A iniciativa contribui para qualificar os processos administrativos, favorecendo a organização e o controle dos materiais utilizados nos serviços de saúde.

A Divisão de Infraestrutura e Logística (DIL), vinculada à Coordenadoria Geral de Atenção Primária da AP 5.1, desempenha um papel importante no apoio aos processos de infraestrutura e logística das unidades de saúde do território.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel apoiou a realização da atividade, disponibilizando seu laboratório de informática para a capacitação e contribuindo para o desenvolvimento profissional e o fortalecimento dos processos de trabalho na Atenção Primária à Saúde.

PARTE DA ORGANIZAÇÃO INICIAL DAS IDEIAS FOI REALIZADA COM APOIO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (CHATGPT), SENDO O CONTEÚDO POSTERIORMENTE ANALISADO, REVISADO E VALIDADO PELO AUTOR.

Grupo InterAÇÃO

No dia 29 de setembro de 2026, foi realizado no auditório da Estação OTICS-Rio Padre Miguel, mais um encontro do Grupo InterAÇÃO, iniciativa desenvolvida pela equipe eMulti da Clínica da Família Olímpia Esteves, destinada às crianças do território da unidade na Área Programática 5.1 (AP 5.1).

O Grupo InterAÇÃO é desenvolvido por profissionais da equipe eMulti e tem como proposta proporcionar às crianças um espaço de convivência, interação e desenvolvimento, utilizando atividades coletivas como estratégia de promoção da saúde e fortalecimento dos vínculos.

Os encontros também possibilitam trabalhar aspectos relacionados ao desenvolvimento infantil, comunicação, alimentação, comportamento e socialização de forma acolhedora e adequada à faixa etária.

Durante o encontro, as crianças participaram de dinâmicas lúdicas e educativas, que estimularam a socialização, o aprendizado e o desenvolvimento de diferentes habilidades.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel atua como parceira das unidades de Atenção Primária à Saúde, disponibilizando seus espaços para atividades de educação em saúde, promoção da qualidade de vida e fortalecimento das ações desenvolvidas junto à população do território.

PARTE DA ORGANIZAÇÃO INICIAL DAS IDEIAS FOI REALIZADA COM APOIO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (CHATGPT), SENDO O CONTEÚDO POSTERIORMENTE ANALISADO, REVISADO E VALIDADO PELO AUTOR.