PET-Saúde – Clima

No dia 30 de setembro de 2026, a sala de reunião da Estação OTICS-Rio Padre Miguel recebeu mais uma atividade do Grupo PET-Saúde: Clima (Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde), vinculado à Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE), da Área Programática 5.1 (AP 5.1). O encontro reuniu alunos do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), promovendo um espaço de diálogo e aprendizado.

O encontro foi conduzido pela RT de Enfermagem da CAP 5.1, Vanessa Henriques, que acompanhou o desenvolvimento das ações do grupo.

O PET-Saúde – Clima busca aproximar a formação acadêmica dos desafios relacionados à saúde e às mudanças climáticas, incentivando a reflexão sobre os impactos das questões ambientais na saúde da população e a importância de desenvolver estratégias de prevenção e cuidado no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

A iniciativa reforça a importância da integração entre instituições de ensino e serviços de saúde, estimulando a troca de conhecimentos e a formação de futuros profissionais mais preparados para compreender a relação entre saúde, meio ambiente e qualidade de vida.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel segue contribuindo para a articulação entre instituições de ensino e os serviços de saúde do território, apoiando ações de educação permanente, formação profissional e integração ensino-serviço no âmbito do SUS.

PARTE DA ORGANIZAÇÃO INICIAL DAS IDEIAS FOI REALIZADA COM APOIO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (CHATGPT), SENDO O CONTEÚDO POSTERIORMENTE ANALISADO, REVISADO E VALIDADO PELO AUTOR.

Treinamento sobre SIGMA

No dia 29 de setembro de 2026, o laboratório de informática da Estação OTICS-Rio Padre Miguel recebeu o treinamento do SIGMA (Sistema de Informações Gerenciais de Materiais) destinado aos profissionais administrativos das unidades de Atenção Primária à Saúde da Área de Planejamento 5.1 (AP 5.1).

A atividade foi organizada em duas turmas, uma no período da manhã e outra à tarde, possibilitando a participação dos profissionais e promovendo o aprimoramento dos conhecimentos relacionados à utilização do sistema.

O treinamento foi conduzido por Bárbara Benedito, diretora da Divisão de Infraestrutura e Logística (DIL), Leandro Ben-Hur e Michele Teixeira de Araújo, assistente administrativa do CMS Alexander Fleming.

A capacitação teve como principal objetivo aprimorar a utilização do sistema SIGMA pelas unidades de saúde, promovendo o alinhamento dos fluxos operacionais e a padronização dos procedimentos relacionados à gestão de estoque. A iniciativa contribui para qualificar os processos administrativos, favorecendo a organização e o controle dos materiais utilizados nos serviços de saúde.

A Divisão de Infraestrutura e Logística (DIL), vinculada à Coordenadoria Geral de Atenção Primária da AP 5.1, desempenha um papel importante no apoio aos processos de infraestrutura e logística das unidades de saúde do território.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel apoiou a realização da atividade, disponibilizando seu laboratório de informática para a capacitação e contribuindo para o desenvolvimento profissional e o fortalecimento dos processos de trabalho na Atenção Primária à Saúde.

PARTE DA ORGANIZAÇÃO INICIAL DAS IDEIAS FOI REALIZADA COM APOIO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (CHATGPT), SENDO O CONTEÚDO POSTERIORMENTE ANALISADO, REVISADO E VALIDADO PELO AUTOR.

Dia Nacional de Doação de Órgãos

Celebrado em 27 de setembro, o Dia Nacional da Doação de Órgãos foi instituído pela Lei nº 11.584/2007 com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da doação e estimular o diálogo entre familiares sobre o desejo de ser doador.

A doação de órgãos e tecidos é um ato que pode possibilitar o tratamento de pessoas que aguardam por um transplante. Entre os órgãos e tecidos que podem ser doados estão rins, fígado, coração, pulmões, pâncreas, intestino, córneas, pele, ossos, tendões e válvulas cardíacas, de acordo com as condições clínicas e os critérios estabelecidos pelas equipes responsáveis.

Quem pode ser doador?

Existem duas possibilidades: o doador vivo e o doador falecido.

A doação em vida pode ocorrer em situações específicas, como a doação de um dos rins ou de parte do fígado, desde que o procedimento seja considerado seguro para o doador e sejam atendidos os requisitos legais e médicos. A avaliação da saúde, do histórico clínico e da compatibilidade é realizada pela equipe responsável.

Já o doador falecido pode ser uma pessoa com morte encefálica confirmada ou, em determinadas situações, uma pessoa que tenha sofrido parada cardiorrespiratória, sendo que, neste último caso, podem ser doados tecidos conforme os critérios estabelecidos.

 

Diagnóstico da morte encefálica

Um dos pontos fundamentais no processo de doação é a correta identificação da morte encefálica, caracterizada pela perda completa e irreversível das funções do cérebro e do tronco encefálico.

O diagnóstico é realizado por médicos, seguindo um protocolo rigoroso e critérios clínicos estabelecidos. São realizados exames clínicos por médicos diferentes, respeitando os intervalos determinados pelo protocolo, além dos exames complementares previstos quando necessários.

Existe prevenção ou sintomas?

A doação de órgãos não é uma doença e, portanto, não apresenta sintomas nem possui medidas de prevenção específicas. A possibilidade de doação está relacionada às condições de saúde do potencial doador e, no caso do doador falecido, às circunstâncias do óbito e aos critérios médicos estabelecidos.

Para a população, uma das principais formas de contribuir é conversar com familiares sobre o desejo de ser doador. No Brasil, a autorização da família é indispensável para a doação após a morte. Por isso, comunicar essa vontade em vida é uma atitude importante para que os familiares conheçam e possam respeitar o desejo da pessoa.

Transplante e tratamento

O transplante é um procedimento médico utilizado para substituir um órgão ou tecido comprometido por outro que apresente condições adequadas para desempenhar sua função. A indicação depende da avaliação médica e das necessidades do paciente.

Após a autorização da família e a confirmação das condições necessárias para a doação, as informações são encaminhadas ao Sistema Nacional de Transplantes (SNT). A Central de Transplantes realiza a identificação de possíveis receptores conforme critérios estabelecidos, incluindo compatibilidade e posição na lista de espera.

O transplante pode representar uma importante possibilidade de tratamento para pessoas com doenças graves que comprometem o funcionamento de órgãos ou tecidos. Após o procedimento, os pacientes permanecem em acompanhamento especializado e recebem os cuidados necessários para a manutenção do órgão transplantado e da saúde.

A importância de falar sobre doação

A decisão de doar órgãos envolve um momento de grande sensibilidade para as famílias. Por isso, informação, diálogo e esclarecimento são fundamentais para diminuir dúvidas sobre o processo de doação e sobre o diagnóstico de morte encefálica.

Neste 27 de setembro, a campanha de conscientização reforça uma mensagem simples e importante: converse com sua família sobre a sua vontade de ser doador. No Brasil, essa conversa pode fazer a diferença, pois a autorização familiar é necessária para que a doação seja efetivada.

Fontes:

Ministério da Saúde

Referências

BRASIL. Ministério da Saúde. Como ser doador de órgãos. Sistema Nacional de Transplantes. Disponível em: Ministério da Saúde – Como ser doador de órgãos. Acesso em: 24 set. 2026.

Dia Nacional da Doença de Huntington

Celebrado em 27 de setembro, o Dia Nacional da Doença de Huntington foi instituído no Brasil pela Lei nº 14.607/2023 com o objetivo de ampliar a informação e a conscientização sobre essa condição, estimular a pesquisa e contribuir para o debate sobre a atenção integral às pessoas com a doença e seus familiares.

A Doença de Huntington (DH) é uma enfermidade genética, hereditária e neurodegenerativa que afeta o sistema nervoso central. A condição pode provocar alterações nos movimentos, na capacidade cognitiva, no comportamento e no humor. Por ser uma doença progressiva, as manifestações podem se intensificar ao longo do tempo e variar de uma pessoa para outra, inclusive entre integrantes de uma mesma família.Sintomas

Os primeiros sinais surgem na vida adulta e podem aparecer de forma gradual. Entre as manifestações estão movimentos involuntários, conhecidos como coreia, alterações na coordenação e no equilíbrio, dificuldades de concentração, planejamento e memória, além de mudanças de humor e comportamento, como irritabilidade, ansiedade e depressão.

Com a evolução da doença, podem ocorrer maior dificuldade para caminhar, falar e realizar atividades cotidianas, além de alterações na deglutição. É importante destacar que sintomas semelhantes podem estar relacionados a outras condições, sendo necessária avaliação profissional para estabelecer o diagnóstico adequado.

Diagnóstico

O diagnóstico envolve a avaliação dos sinais e sintomas, histórico clínico e familiar, além de exames neurológicos e, quando indicado, teste genético. A investigação deve ser realizada por profissionais especializados, podendo envolver neurologistas, geneticistas, psicólogos e outros integrantes de uma equipe multiprofissional. Exames de imagem, como tomografia ou ressonância magnética, podem ser utilizados em determinadas situações para auxiliar na investigação e excluir outras condições.

Por se tratar de uma doença hereditária, o aconselhamento genético possui papel importante para pessoas com histórico familiar de Huntington. A avaliação permite compreender os riscos de transmissão da alteração genética e receber orientações antes da realização de testes genéticos ou de decisões relacionadas ao planejamento familiar.

Tratamento e cuidados

Atualmente, não existe cura ou tratamento capaz de interromper a progressão da Doença de Huntington. O cuidado é direcionado ao controle dos sintomas, à manutenção da autonomia e à melhoria da qualidade de vida.

O acompanhamento pode envolver medicamentos para determinadas manifestações, além de fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, psicoterapia, acompanhamento nutricional e suporte de outros profissionais de saúde, de acordo com as necessidades de cada pessoa. O cuidado multiprofissional também contribui para prevenir complicações e auxiliar familiares e cuidadores.

Prevenção e conscientização

Por ser uma doença genética hereditária, não é possível prevenir o desenvolvimento da Doença de Huntington em uma pessoa que possui a alteração genética. Entretanto, o aconselhamento genético pode auxiliar indivíduos e famílias a compreenderem os riscos de transmissão e as possibilidades de acompanhamento.

A informação e o diagnóstico adequado são fundamentais para reduzir o estigma, favorecer o planejamento dos cuidados e proporcionar maior suporte às pessoas com Huntington, seus familiares e cuidadores. A data de 27 de setembro reforça, portanto, a importância da conscientização e da atenção integral às pessoas afetadas pela doença.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel apoia a divulgação de informações de saúde e o fortalecimento das ações desenvolvidas no território, contribuindo para a disseminação de conhecimentos e para a promoção da saúde da população.

Fontes:

Ministério da Saúde

Referências

BRASIL. Ministério da Saúde. 27/9 – Dia Nacional da Doença de Huntington. Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde, 2025. Disponível em: https://bibliosus.saude.gov.br/27-9-dia-nacional-da-doenca-de-huntington/. Acesso em: 24 set. 2026.

Seminário Accountability 2026 – Clínica da Família Olímpia Esteves

No dia 23 de setembro de 2026, foi realizado, no auditório da Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE), o Seminário Accountability 2026, reunindo profissionais da unidade e representantes da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio) e da Coordenadoria de Atenção Primária da Área de Planejamento 5.1 (CAP 5.1).

Durante o encontro, a gerente da unidade, Rose Procópio, juntamente com os demais profissionais de saúde, apresentou informações relacionadas ao trabalho desenvolvido pela clínica, compartilhando resultados, ações realizadas, organização dos serviços e aspectos relacionados ao acompanhamento das atividades da unidade.

A visita dos representantes da SMS-Rio e da CAP 5.1 teve como objetivo acompanhar o desenvolvimento das ações e conhecer os resultados alcançados pela equipe, promovendo um momento de avaliação, diálogo, transparência e troca de informações sobre o trabalho realizado no território.

A Clínica da Família Olímpia Esteves foi inaugurada em 14 de novembro de 2009, atendendo a uma antiga demanda da população por uma unidade básica de saúde na região. Inicialmente conhecida como PSF Barata, recebeu o nome de Olímpia Esteves durante o processo de construção, a partir de uma escolha realizada com a participação de lideranças locais e da CAP 5.1.

Localizada na Zona Oeste do município do Rio de Janeiro, no território de Realengo, na divisa com Padre Miguel e Bangu, a unidade é responsável sanitariamente por uma população de aproximadamente 37 mil habitantes. Seu território inclui a comunidade conhecida como “77”, além de casas, vilas e estabelecimentos comerciais no entorno.

Atualmente, a Clínica da Família Olímpia Esteves conta com nove equipes de Saúde da Família, além de Equipe de Saúde Bucal (ESB), eMulti – Equipe Multiprofissional e Equipe de Assistência Farmacêutica, e Residência Médica em Saúde da Família ampliando a oferta de serviços e ações de cuidado à população.

O Seminário Accountability 2026 reforçou a importância do acompanhamento sistemático das ações desenvolvidas pelas unidades de saúde, contribuindo para a qualificação dos processos de trabalho, a transparência das ações e o fortalecimento da atenção primária no território.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel participou como parceira da atividade, contribuindo para o apoio e a organização das ações desenvolvidas junto à unidade. A parceria reforça o papel da OTICS-Rio na integração, apoio institucional e fortalecimento dos processos de trabalho das unidades de saúde da AP 5.1.

PARTE DA ORGANIZAÇÃO INICIAL DAS IDEIAS FOI REALIZADA COM APOIO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (CHATGPT),SENDO O CONTEÚDO POSTERIORMENTE ANALISADO, REVISADO E VALIDADO PELO AUTOR.

Dia Internacional das Línguas de Sinais

Celebrado em 23 de setembro, o Dia Internacional das Línguas de Sinais destaca a importância das línguas de sinais para a comunicação, a inclusão social e a garantia dos direitos das pessoas surdas. A data também reforça a necessidade de ampliar a acessibilidade e combater barreiras de comunicação enfrentadas pela comunidade surda nos diferentes espaços da sociedade, incluindo os serviços de saúde.

As línguas de sinais são línguas completas, com estrutura e gramática próprias, e não constituem simplesmente uma representação gestual da língua oral. No Brasil, a Língua Brasileira de Sinais (Libras) é reconhecida legalmente como meio de comunicação e expressão pela Lei nº 10.436/2002. A legislação também estabelece que os serviços públicos de saúde devem garantir atendimento e tratamento adequado às pessoas com deficiência auditiva.

Saúde auditiva: atenção aos sinais e sintomas

A perda auditiva pode apresentar diferentes causas e graus de intensidade. Entre os sinais que merecem atenção estão dificuldade para compreender conversas, necessidade frequente de aumentar o volume de aparelhos eletrônicos, sensação de ouvido tampado, zumbido e dificuldade para acompanhar diálogos em ambientes com muitos ruídos.

A identificação precoce de alterações auditivas é importante para possibilitar avaliação adequada e, quando necessário, encaminhamento para acompanhamento especializado. Em crianças, o acompanhamento do desenvolvimento da audição e da comunicação também contribui para a identificação de possíveis alterações de forma mais precoce.

Prevenção e diagnóstico

A prevenção de problemas auditivos envolve, entre outras medidas, evitar a exposição prolongada a sons muito intensos, utilizar equipamentos de proteção auditiva quando indicados e realizar acompanhamento de saúde quando houver sinais de alteração na audição.

O diagnóstico deve ser realizado por profissionais habilitados, considerando a história clínica, os sintomas apresentados e os exames auditivos indicados para cada situação. A identificação da causa e do grau da perda auditiva permite definir as estratégias de cuidado mais adequadas.

Tratamento e cuidado integral

O tratamento depende da causa e das características de cada caso e pode envolver acompanhamento médico e fonoaudiológico, uso de aparelhos de amplificação sonora ou outras tecnologias assistivas, reabilitação e diferentes formas de acompanhamento multiprofissional. O Decreto nº 5.626/2005, que regulamenta a legislação sobre Libras, prevê ações de prevenção, diagnóstico, atendimento especializado, reabilitação e acompanhamento para pessoas surdas ou com deficiência auditiva.

É fundamental garantir acessibilidade comunicacional. Para muitas pessoas surdas, a Libras é sua principal língua. Por isso, profissionais capacitados, intérpretes, materiais acessíveis, vídeos com Libras e outros recursos de comunicação podem contribuir para que informações sobre prevenção, diagnóstico e tratamento sejam compreendidas de maneira adequada.

O Dia Internacional das Línguas de Sinais é, portanto, uma oportunidade para reforçar que a comunicação acessível também faz parte do cuidado em saúde. Promover o uso e a difusão da Libras significa contribuir para um atendimento acolhedor e acessível às pessoas surdas.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel apoia ações de educação em saúde e iniciativas de promoção da qualidade de vida no território, contribuindo para a disseminação de informações que fortaleçam o cuidado e a prevenção no âmbito do SUS.

Fonte:
Planalto.gov

Referência:
BRASIL. Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras e dá outras providências. Brasília, DF: Presidência da República, 2002. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/l10436.htm. Acesso em: 23 set. 2026.

Dia Nacional da Saúde de Adolescentes e Jovens

 Em 22 de setembro, é celebrado o Dia Nacional da Saúde de Adolescentes e Jovens, uma data dedicada à conscientização sobre a importância da promoção da saúde, da prevenção de agravos e do acesso aos serviços de saúde por esse público. A data integra o calendário oficial de saúde do Ministério da Saúde.

A adolescência é uma fase marcada por importantes transformações físicas, emocionais e sociais. De acordo com o Ministério da Saúde, a adolescência compreende a faixa dos 10 aos 19 anos, enquanto a juventude abrange pessoas de 15 a 24 anos. Nesse período, o acompanhamento adequado da saúde é importante para identificar necessidades, orientar escolhas e prevenir problemas que podem repercutir na vida adulta.

Atenção aos sinais e sintomas

O cuidado com a saúde de adolescentes e jovens deve considerar o indivíduo de forma integral. Alterações físicas, emocionais ou comportamentais persistentes podem indicar a necessidade de avaliação por um profissional de saúde.

Entre as situações que merecem atenção estão cansaço persistente, alterações importantes no sono ou no apetite, mudanças de peso sem explicação, dores recorrentes, alterações menstruais, dificuldades relacionadas à saúde sexual, sofrimento emocional, isolamento social, uso problemático de álcool e outras drogas, além de situações relacionadas à violência.

A identificação precoce de sinais e sintomas permite que a equipe de saúde realize uma avaliação adequada e, quando necessário, solicite exames ou encaminhe o adolescente ou jovem para outros serviços da rede de atenção à saúde.

Prevenção e promoção da saúde

A prevenção é um dos principais componentes do cuidado integral. As ações de saúde devem envolver vacinação, acompanhamento do crescimento e desenvolvimento, alimentação adequada, prática de atividade física, saúde bucal, cuidados com a saúde sexual e reprodutiva, prevenção das infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), atenção à saúde mental e prevenção do uso de álcool, tabaco e outras drogas.

Também são fundamentais ações de educação em saúde, prevenção de violências, promoção da cultura de paz e fortalecimento dos vínculos familiares, comunitários e sociais. O Ministério da Saúde destaca que adolescentes e jovens devem ser reconhecidos como sujeitos de direitos e protagonistas de seu próprio cuidado.

Diagnóstico e tratamento

Quando existe alguma alteração ou suspeita de agravo à saúde, a procura por uma unidade de saúde possibilita a realização de acolhimento, avaliação clínica, exames e outros procedimentos necessários ao diagnóstico.

O diagnóstico precoce contribui para que o tratamento seja iniciado de maneira adequada, de acordo com cada situação. O cuidado também deve considerar aspectos emocionais e sociais. Questões relacionadas à saúde mental, violência, sexualidade, gravidez na adolescência e uso de substâncias podem exigir uma abordagem acolhedora e integrada entre diferentes profissionais e serviços.


Saúde de adolescentes e jovens é cuidado contínuo

O Dia Nacional da Saúde de Adolescentes e Jovens vai além do tratamento de doenças. É também promover informação, prevenção, autonomia, proteção e acesso aos serviços de saúde. A Atenção Primária à Saúde possui papel fundamental nesse processo, oferecendo acompanhamento próximo e integral e contribuindo para que adolescentes e jovens encontrem espaços de escuta, orientação e cuidado.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel apoia a divulgação de informações de saúde e o fortalecimento das ações desenvolvidas no território, contribuindo para a disseminação de conhecimentos e para a promoção da saúde da população.

Fontes:

Ministério da Saúde

Referências

BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde do Adolescente e Jovens. Brasília, DF: Ministério da Saúde, [s.d.]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/saude-do-adolescente. Acesso em: 22 set. 2026.

Oficina de Dados Vitais – Declaração de Nascido Vivo

No dia 22 de setembro de 2026, a Estação OTICS-Rio Padre Miguel recebeu, em seu auditório, a Oficina de Dados Vitais – Declaração de Nascido Vivo (DNV), promovida pela Equipe de Dados Vitais da Divisão de Vigilância em Saúde (DVS) da CAP 5.1.

A atividade teve caráter teórico-prático, com foco no manejo, preenchimento e qualificação da DNV — documento que serve de base ao Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC), criado pelo Ministério da Saúde em 1990 para caracterizar as condições da gestação, do parto e do nascimento em todo o país. Sua emissão é obrigatória em todo serviço de saúde onde ocorra um parto, e o correto preenchimento é essencial tanto para a vigilância epidemiológica quanto para o registro civil da criança.

O encontro teve como objetivo capacitar os profissionais e promover a integração entre os trabalhadores do território, fortalecendo a qualidade das informações produzidas pelos serviços de saúde e contribuindo para o aprimoramento dos dados vitais da área de abrangência da CAP 5.1.

A oficina foi conduzida pela Equipe de Dados Vitais da DVS/CAP 5.1, composta por Camila Caldeira, Daniel Valente, Adriana Leite, Lilian Nascimento, Gisele Canhaço, Vanderlei Araújo e Déborah Calvanti.

PARTE DA ORGANIZAÇÃO INICIAL DAS IDEIAS FOI REALIZADA COM APOIO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (CHATGPT),SENDO O CONTEÚDO POSTERIORMENTE ANALISADO, REVISADO E VALIDADO PELO AUTOR.

Dia Mundial da Leucemia Mieloide Crônica

Celebrado em 22 de setembro, o Dia Mundial da Leucemia Mieloide Crônica (LMC) tem como objetivo ampliar a conscientização sobre essa doença e destacar a importância do diagnóstico e do tratamento adequados.

A Leucemia Mieloide Crônica é um tipo de câncer do sangue que se desenvolve na medula óssea e provoca a produção excessiva de células da linhagem mieloide, especialmente os glóbulos brancos. A doença está geralmente relacionada a uma alteração genética conhecida como cromossomo Philadelphia, que resulta na formação do gene de fusão BCR::ABL1, responsável pela produção de uma proteína que estimula a multiplicação descontrolada das células.

Sintomas

A LMC pode apresentar poucos ou nenhum sintoma em seus estágios iniciais, muitas vezes identificada por alterações em exames de sangue realizados por outros motivos.

Entre os sinais e sintomas que podem estar presentes estão:

  • Cansaço ou fraqueza;
  • Perda de peso sem causa aparente;
  • Febre;
  • Suor excessivo, principalmente durante a noite;
  • Sensação de peso ou dor na região esquerda do abdômen, relacionada ao aumento do baço;
  • Anemia;
  • Infecções;
  • Sangramentos ou aparecimento de manchas roxas em algumas situações.

A presença desses sintomas não significa necessariamente que a pessoa tenha leucemia, pois eles também podem estar relacionados a outras condições de saúde. Entretanto, sintomas persistentes ou alterações em exames devem ser avaliados por um profissional de saúde.

Prevenção e atenção aos fatores de risco

Não existe, atualmente, uma forma específica de prevenir a Leucemia Mieloide Crônica. A doença está relacionada principalmente a alterações genéticas adquiridas ao longo da vida, e não costuma ser causada por hábitos cotidianos. Entre os fatores associados ao maior risco está a exposição a altas doses de radiação ionizante. Por isso, medidas de proteção e segurança ocupacional são importantes para profissionais que possam estar expostos a esse tipo de radiação.

Não há recomendação de rastreamento populacional específico para as leucemias, a atenção aos sinais e sintomas e a realização de avaliações de saúde quando indicadas são importantes para possibilitar a investigação adequada.

Diagnóstico

A investigação da LMC começa com a avaliação clínica e exames laboratoriais, no caso o hemograma, que pode identificar alterações na quantidade e nas características das células do sangue.

Quando existe suspeita da doença, exames específicos podem ser utilizados para identificar a alteração BCR::ABL1 e o cromossomo Philadelphia. Entre eles estão exames citogenéticos, como a análise do cariótipo e o FISH, além de testes moleculares, como a PCR. Esses exames auxiliam na confirmação do diagnóstico e no acompanhamento da resposta ao tratamento.

Tratamento

O tratamento da LMC depende da fase da doença, das características clínicas e da resposta de cada paciente. Atualmente, os inibidores de tirosina quinase (ITQs) constituem uma das principais estratégias terapêuticas, atuando sobre a proteína produzida pelo gene BCR::ABL1.

Entre os medicamentos utilizados estão imatinibe, dasatinibe, nilotinibe, bosutinibe e asciminibe, conforme a avaliação médica e as características de cada caso. Em situações específicas, especialmente quando há resistência ou progressão da doença, podem ser consideradas outras estratégias, incluindo o transplante de células-tronco hematopoéticas.

O acompanhamento médico regular é fundamental para avaliar a resposta ao tratamento por meio de exames clínicos, hematológicos e moleculares. A adesão ao tratamento e o acompanhamento com a equipe de saúde são importantes para o controle da doença.

Informação e diagnóstico fazem a diferença

O Dia Mundial da Leucemia Mieloide Crônica reforça a importância de ampliar o conhecimento sobre a doença e incentivar a busca por atendimento diante de sinais persistentes ou alterações nos exames. A informação contribui para que a população reconheça possíveis sinais de alerta e procure os serviços de saúde para avaliação adequada. O diagnóstico e o tratamento devem sempre ser realizados por profissionais habilitados, de acordo com as necessidades individuais de cada paciente.

Fontes:

Instituto Nacional de Câncer – INCA.

INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER (Brasil). Leucemia: versão para população. Rio de Janeiro: INCA. Disponível em: https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/tipos/leucemia/versao-para-populacao. Acesso em: 22 set. 2026.

Ação em Saúde – Equipe Catarino

Na tarde do dia 18 de setembro de 2026, foi realizada, no Auditório da Estação OTICS-Rio Padre Miguel, uma ação em saúde promovida pela Clínica da Família Olímpia Esteves, da Área de Planejamento 5.1 (AP 5.1), destinada às crianças do território da Equipe Catarino.

A atividade foi conduzida pela enfermeira de Saúde da Família Danielle Simões, com a participação da cirurgiã-dentista Thalia Gonçalves e das agentes comunitárias de saúde Carmen e Maria Adriana.

Durante a ação, foram realizadas orientações sobre saúde bucal, com informações voltadas aos cuidados necessários para a manutenção da saúde dos dentes e da boca, além da antropometria infantil, procedimento que permite acompanhar medidas como peso e estatura e contribuir para o acompanhamento do crescimento e desenvolvimento das crianças.

A programação também contou com brincadeiras e atividades lúdicas, proporcionando um momento de interação e participação das crianças. As atividades recreativas contribuíram para tornar o momento de cuidado em saúde mais acolhedor e próximo do público infantil.

A iniciativa reforça a importância das ações de promoção da saúde e acompanhamento do crescimento e desenvolvimento infantil no território, aproximando os profissionais da Clínica da Família Olímpia Esteves da comunidade e fortalecendo o cuidado integral à saúde das crianças.

PARTE DA ORGANIZAÇÃO INICIAL DAS IDEIAS FOI REALIZADA COM APOIO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (CHATGPT),
SENDO O CONTEÚDO POSTERIORMENTE ANALISADO, REVISADO E VALIDADO PELO AUTOR.