PET Saúde – Clima

No dia 14 de outubro de 2026, foi realizada mais uma atividade do Grupo PET-Saúde: Clima, vinculado à Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE), da Área de Planejamento 5.1 (AP 5.1). O encontro reuniu alunos do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ) no auditório da Estação OTICS-Rio Padre Miguel.

A atividade foi conduzida por Vanessa Henriques, responsável técnica de Enfermagem da CAP 5.1, com a participação dos estudantes Kelly Caroline, Enzo Viegas, Ana Carolina e Ana Paula.

Após o encontro no auditório, os participantes realizaram uma abordagem aos usuários nos corredores da Clínica da Família Olímpia Esteves, com a distribuição de planfeto informativo sobre o descarte e armazenamento consciente de medicamentos.

A iniciativa reforça a importância da integração entre ensino e serviço, aproximando os estudantes da realidade da Atenção Primária à Saúde e incentivando ações educativas voltadas à população.

O PET-Saúde: Clima também contribui para a reflexão sobre as relações entre saúde e mudanças climáticas, fortalecendo a formação dos futuros profissionais e a promoção da saúde nos territórios.

PARTE DA ORGANIZAÇÃO INICIAL DAS IDEIAS FOI REALIZADA COM APOIO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (CHATGPT), SENDO O CONTEÚDO POSTERIORMENTE ANALISADO, REVISADO E VALIDADO PELO AUTOR.

Dia Nacional de Prevenção da Obesidade

O Dia Nacional de Prevenção da Obesidade, celebrado em 11 de outubro, é uma importante oportunidade para ampliar a conscientização sobre a obesidade, seus fatores de risco e a importância da prevenção, diagnóstico precoce e do acompanhamento adequado. A data foi instituída pela Lei nº 11.721/2008 e busca chamar a atenção da população para uma condição que representa um importante problema de saúde pública.

A obesidade é uma doença crônica e multifatorial relacionada à interação de fatores genéticos, metabólicos, ambientais, sociais, culturais e comportamentais. Os fatores que podem contribuir para o ganho excessivo de peso estão a alimentação inadequada, o consumo de alimentos ultraprocessados, o sedentarismo, o sono insuficiente e determinadas condições de saúde e uso de medicamentos. A obesidade não deve ser entendida apenas como resultado de escolhas individuais, sendo fundamental evitar o preconceito, a culpabilização e a discriminação das pessoas que vivem com a condição.

Sintomas e Sinais de Atenção

Nem sempre são apresentados sintomas específicos. O principal sinal é o acúmulo excessivo de gordura corporal, que pode estar acompanhado de aumento do peso, aumento da circunferência abdominal, dificuldade para realizar determinadas atividades físicas, cansaço, dores articulares e alterações no sono, entre outras manifestações.

Além dos sinais relacionados ao excesso de peso, a obesidade pode aumentar o risco de desenvolvimento de outras doenças crônicas, como diabetes mellitus tipo 2, hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, alterações do colesterol e triglicerídeos, apneia do sono, doenças hepáticas e alguns tipos de câncer.

Prevenção

A prevenção da obesidade deve começar com hábitos saudáveis ao longo da vida. Entre as principais medidas estão:

  • Manter uma alimentação variada e equilibrada, priorizando alimentos in natura ou minimamente processados;
  • Reduzir o consumo de alimentos ultraprocessados, bebidas açucaradas e produtos com excesso de açúcar, sal e gorduras;
  • Praticar atividade física regularmente, de acordo com as condições e necessidades de cada pessoa;
  • Reduzir o tempo em comportamento sedentário;
  • Manter uma rotina adequada de sono;
  • Realizar acompanhamento periódico com profissionais de saúde;
  • Incentivar hábitos saudáveis no ambiente familiar e comunitário.

A prevenção não significa buscar um padrão corporal específico, mas promover saúde, qualidade de vida e redução dos riscos associados ao excesso de peso. As estratégias mais efetivas combinam alimentação adequada, atividade física e mudanças de comportamento de forma contínua e acompanhada.

Diagnóstico

É realizado por profissionais de saúde a partir de uma avaliação clínica e nutricional. Em adultos, o Índice de Massa Corporal (IMC) é uma das ferramentas utilizadas para identificar e classificar o excesso de peso.

O IMC é calculado dividindo-se o peso, em quilogramas, pela altura, em metros, ao quadrado. Para adultos, valores de IMC iguais ou superiores a 30 kg/m² são classificados como obesidade. Entretanto, a avaliação não deve se limitar ao IMC. A equipe de saúde também pode analisar a circunferência da cintura, histórico clínico, hábitos alimentares, atividade física, condições sociais e a presença de possíveis complicações.

Tratamento e acompanhamento

O tratamento deve ser individualizado, contínuo e multidisciplinar considerando as características e necessidades de cada pessoa. A abordagem pode envolver mudanças na alimentação, aumento da atividade física, acompanhamento psicológico e outras estratégias definidas pelos profissionais de saúde. E em determinadas situações, medicamentos podem ser considerados e, para casos específicos, procedimentos cirúrgicos podem fazer parte do plano terapêutico. Essas intervenções devem ocorrer mediante avaliação e acompanhamento de profissionais habilitados.

No Sistema Único de Saúde (SUS), o cuidado às pessoas com sobrepeso e obesidade envolve ações de promoção da saúde, prevenção, diagnóstico, tratamento e acompanhamento com participação da Atenção Primária à Saúde e, quando necessário, articulação com outros níveis de atenção.

A importância da prevenção

O Dia Nacional de Prevenção da Obesidade reforça que cuidar do peso corporal é também cuidar da saúde de forma integral. A identificação precoce do excesso de peso e o acompanhamento regular podem contribuir para a prevenção de complicações e para a melhoria da qualidade de vida.

A prevenção e o tratamento devem ser realizados com acolhimento, respeito e sem estigmatização reconhecendo que a obesidade possui múltiplas causas e exige estratégias de cuidado de longo prazo.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel reforça a importância da promoção da saúde e da disseminação de informações que contribuam para o cuidado integral da população, incentivando a busca pelos serviços de saúde sempre que necessário.

Fonte(s):
Ministério da Saúde – Excesso de peso e obesidade e Ministério da Saúde – Quais são as ações do PSE

Referência(s):
BRASIL. Ministério da Saúde. Excesso de peso e obesidade. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2023. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/promocao-da-saude/excesso-de-peso-e-obesidade . Acesso em: 6 out. 2026.

BRASIL. Ministério da Saúde. Sobrepeso e obesidade em adultos: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas. Brasília, DF: Ministério da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/pcdt/s/sobrepeso-e-obesidade-em-adultos. Acesso em: 6 out. 2026.

Dia Nacional de Segurança e de Saúde nas Escolas

O Dia Nacional de Segurança e de Saúde nas Escolas, celebrado em 10 de outubro de 2026 foi instituído pela Lei nº 12.645, de 16 de maio de 2012, com o objetivo de promover a conscientização sobre a importância da segurança e da saúde no ambiente escolar. A data representa uma oportunidade para estimular ações educativas e preventivas envolvendo estudantes, professores, profissionais da educação, trabalhadores e toda a comunidade escolar.

A escola é um espaço fundamental para o desenvolvimento e a formação de crianças, adolescentes, jovens e adultos. Garantir um ambiente seguro e saudável contribui não apenas para a prevenção de acidentes e doenças, mas também para o bem-estar, a aprendizagem e a qualidade de vida de todos que fazem parte da comunidade escolar.

A importância da prevenção

A prevenção é um dos principais instrumentos para a construção de ambientes escolares mais seguros. Medidas simples, como manter corredores e escadas livres de obstáculos, verificar as condições das instalações, utilizar equipamentos de forma adequada, evitar situações de risco e orientar os estudantes sobre comportamentos seguros podem contribuir para reduzir acidentes.

É importante desenvolver ações relacionadas à alimentação saudável, atividade física, vacinação, saúde bucal, saúde ocular e auditiva, saúde mental, prevenção das violências e prevenção ao uso de álcool, tabaco e outras drogas.

Nesse contexto, o Programa Saúde na Escola (PSE) desempenha um papel importante ao aproximar as equipes de saúde da Atenção Primária dos profissionais da educação. O programa promove ações de promoção da saúde, prevenção de agravos e atenção à saúde dos estudantes, fortalecendo a integração entre as políticas de Saúde e Educação.

Sintomas e sinais de alerta

A escola pode contribuir para a identificação precoce de alterações na saúde dos estudantes e dos trabalhadores. Entre os sinais que merecem atenção estão:

  • Sinais de violência, bullying ou outras situações de vulnerabilidade.
  • Tristeza persistente, isolamento, ansiedade ou mudanças significativas de humor.
  • Cansaço excessivo ou alterações importantes no comportamento.
  • Dores frequentes ou queixas recorrentes.
  • Alterações na visão ou audição.

A presença desses sinais não significa necessariamente a existência de uma doença, mas indica a necessidade de atenção e de avaliação por profissionais de saúde.

Diagnóstico e tratamento

Quando uma doença ou condição de saúde é identificada, o tratamento deve seguir a orientação do profissional responsável. Dependendo do problema, pode envolver medicamentos, acompanhamento clínico, vacinação, cuidados odontológicos, acompanhamento psicológico, mudanças nos hábitos de vida, fisioterapia ou encaminhamento para outros serviços da rede de saúde.

No caso de acidentes ocorridos na escola, é importante realizar os primeiros cuidados de forma adequada e encaminhar a pessoa para avaliação em um serviço de saúde sempre que houver necessidade, especialmente diante de lesões importantes, perda de consciência, dificuldade respiratória, sangramentos ou outros sinais de gravidade.

Saúde e segurança como responsabilidade coletiva

Uma escola segura e saudável depende da participação de todos. Professores, estudantes, profissionais da educação, trabalhadores, familiares, gestores e equipes de saúde podem atuar conjuntamente na identificação de riscos, na prevenção de acidentes e doenças e na promoção de hábitos saudáveis.

A integração entre Escola e Atenção Primária à Saúde é uma das bases do Programa Saúde na Escola e permite desenvolver ações de cuidado de forma articulada com as necessidades de cada território.

O Dia Nacional de Segurança e de Saúde nas Escolas reforça que cuidar da saúde e prevenir riscos devem fazer parte do cotidiano escolar. A prevenção deve ser construída continuamente, contribuindo para ambientes de aprendizagem mais seguros, acolhedores e saudáveis.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel reforça a importância da promoção da saúde e da disseminação de informações que contribuam para o cuidado integral da população, incentivando a busca pelos serviços de saúde sempre que necessário.

Fonte(s):
Ministério da Saúde e Ministério da Saúde Ações do PSE

Referência(s):
BRASIL. Ministério da Saúde. Programa Saúde na Escola (PSE). Brasília, DF: Ministério da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/pse . Acesso em: 6 out. 2026.

BRASIL. Ministério da Saúde. Quais são as ações do PSE Brasília, DF: Ministério da Saúde. Disponível em: Ações do Programa Saúde na Escola
https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/pse/faq/quais-sao-as-acoes-do . Acesso em: 6 out. 2026.

Dia Mundial da Saúde Mental

Celebrado em 10 de outubro de 2026, o Dia Mundial da Saúde Mental é uma data dedicada à conscientização sobre a importância do cuidado com a saúde mental, à redução do estigma e à ampliação do acesso aos serviços de atenção psicossocial. Em 2026, a campanha da Organização Mundial da Saúde (OMS) tem como tema “Experiências vividas ouvidas: vozes reais, mudanças reais”, destacando a importância de ouvir as pessoas que vivenciam condições de saúde mental e considerar suas experiências na construção de políticas e serviços de cuidado.

A saúde mental faz parte da saúde integral e está relacionada à maneira como as pessoas lidam com os desafios da vida, estabelecem relacionamentos, desenvolvem suas capacidades e participam da comunidade. Ela é influenciada por fatores individuais, familiares, sociais, econômicos e ambientais e, portanto, não deve ser compreendida apenas como uma questão individual.

Atenção aos sinais e sintomas

Alterações no comportamento, pensamentos, emoções ou na capacidade de realizar atividades do cotidiano podem indicar a necessidade de buscar ajuda profissional. Entre os sinais que merecem atenção estão:

  • Tristeza, desânimo ou irritabilidade persistentes;
  • Perda de interesse ou prazer em atividades anteriormente agradáveis;
  • Preocupação ou medo excessivos;
  • Alterações importantes no sono ou no apetite;
  • Cansaço frequente e falta de energia;
  • Dificuldade de Concentração;
  • Isolamento Social;
  • Mudanças significativas de comportamento;
  • Sentimentos de desesperança ou sofrimento intenso.

É importante lembrar que apresentar algum desses sinais ocasionalmente não significa, necessariamente, ter um transtorno mental. O que merece atenção é a persistência, intensidade e interferência desses sintomas na vida cotidiana, sendo fundamental buscar avaliação de profissionais de saúde quando houver sofrimento ou prejuízo no funcionamento pessoal, familiar, social ou profissional.

Prevenção e promoção da saúde mental

O cuidado com a saúde mental pode ser fortalecido por meio de hábitos e condições que favoreçam o bem-estar. Manter uma rotina de sono adequada, praticar atividades físicas, cultivar relações sociais, reservar momentos para atividades prazerosas, buscar apoio diante de situações de sofrimento e evitar o uso prejudicial de álcool e outras drogas são algumas medidas que podem contribuir para a promoção da saúde mental.

Também é importante combater o estigma e a discriminação relacionados aos transtornos mentais. Falar sobre saúde mental de maneira responsável, acolher quem está passando por dificuldades e incentivar a procura por ajuda são atitudes que contribuem para uma sociedade mais inclusiva e cuidadosa.

Diagnóstico e Tratamento

O diagnóstico de condições de saúde mental é realizado por profissionais habilitados, considerando a história da pessoa, seus sintomas, contexto de vida, funcionamento cotidiano e, quando necessário, avaliações complementares. A avaliação clínica e o acompanhamento profissional são fundamentais para compreender cada situação e definir o cuidado mais adequado, pois não existe um único exame capaz de identificar todos os transtornos mentais.

O tratamento depende das necessidades de cada pessoa e pode envolver acompanhamento psicológico, medicamentos, atividades terapêuticas, atendimento individual ou em grupo e outras estratégias de cuidado. Em muitos casos, o acompanhamento multiprofissional e o apoio da família e da comunidade são importantes para a recuperação e para a melhoria da qualidade de vida.

No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) organiza o cuidado em saúde mental por meio da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), que reúne diferentes serviços, incluindo a Atenção Primária à Saúde e os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). A proposta é oferecer cuidado integral, humanizado e em liberdade, respeitando a dignidade, a autonomia e os direitos das pessoas.

Cuidar da saúde mental é cuidar da vida

O Dia Mundial da Saúde Mental reforça que pedir ajuda não é sinal de fraqueza. Reconhecer o sofrimento, conversar sobre e procurar atendimento são atitudes importantes para o cuidado com a saúde. O acolhimento, a escuta qualificada, a prevenção e o acesso oportuno aos serviços de saúde são fundamentais para promover qualidade de vida e garantir que cada pessoa possa receber o cuidado de que necessita.

Em caso de sofrimento emocional intenso ou situação de risco imediato, procure um serviço de saúde ou um serviço de emergência. No SUS, a Rede de Atenção Psicossocial oferece diferentes possibilidades de cuidado de acordo com as necessidades de cada pessoa.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel reforça a importância da promoção da saúde e da disseminação de informações que contribuam para o cuidado integral da população, incentivando a busca pelos serviços de saúde sempre que necessário.

Fonte(s):
Ministério da Saúde.

Referência(s):
BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde Mental. Brasília, DF: Ministério da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/saude-mental. Acesso em: 5 out. 2026.

Dia Mundial de Cuidados Paliativos

O Dia Mundial de Cuidados Paliativos, celebrado em 10 de outubro de 2026, tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância de oferecer assistência integral e humanizada às pessoas que convivem com doenças graves, crônicas ou ameaçadoras da vida. E visa a promoção da qualidade de vida, alívio do sofrimento e apoio aos pacientes e seus familiares, considerando aspectos físicos, emocionais, sociais e espirituais.

Os cuidados paliativos são indicados para diferentes condições de saúde tais como câncer, doenças cardiovasculares, respiratórias, neurológicas, renais e outras enfermidades que geram sintomas persistentes ou limitam a qualidade de vida. Entre os sintomas mais frequentes estão dor, falta de ar, fadiga, náuseas, perda de apetite, ansiedade, depressão e dificuldades para realizar atividades do cotidiano.

Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, os cuidados paliativos não são destinados apenas aos momentos finais da vida. Eles podem ser iniciados desde o diagnóstico de uma doença grave, atuando de forma integrada ao tratamento médico. O acompanhamento é realizado por equipes multiprofissionais, compostas por médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, fisioterapeutas e outros profissionais de saúde, com foco no bem-estar e na dignidade do paciente.

O diagnóstico da necessidade de cuidados paliativos é feito por meio da avaliação clínica e funcional da pessoa, considerando a presença de sintomas, o estágio da doença e o impacto na qualidade de vida. O tratamento envolve medidas para controle da dor e de outros sintomas, suporte emocional, orientação à família e planejamento compartilhado dos cuidados.

Embora nem todas as doenças graves possam ser prevenidas, a adoção de hábitos saudáveis, a realização de consultas periódicas e o diagnóstico contribuem para a redução de complicações e para uma melhor qualidade de vida. Além disso, ampliar o conhecimento sobre os cuidados paliativos fortalece uma assistência em saúde mais acolhedora, respeitosa e centrada nas necessidades das pessoas.

Neste Dia Mundial de Cuidados Paliativos, reforça-se a importância de garantir o acesso a esse tipo de cuidado em todos os níveis de atenção à saúde, promovendo conforto, dignidade e qualidade de vida para pacientes e familiares.

Fonte(s):
Ministério da Saúde.

Referência(s):
BRASIL. Ministério da Saúde. Cuidados paliativos no Sistema Único de Saúde (SUS). Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2024. Disponível em:
https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/cuidados-paliativos . Acesso em: 5 out. 2026.

Grupo Florescer – Encontro de Mulheres

No dia 7 de outubro de 2026, foi realizado mais um encontro do Grupo Florescer, destinado às mulheres usuárias do território da Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE), no auditório da Estação OTICS-Rio Padre Miguel.

O Grupo Florescer busca proporcionar um espaço de acolhimento, escuta, troca de experiências e promoção do bem-estar, fortalecendo o vínculo entre as participantes e a equipe de saúde. Os encontros possibilitam abordar diferentes aspectos relacionados à qualidade de vida, autocuidado, alimentação, saúde emocional e outros temas importantes para o cotidiano das mulheres.

A atividade foi conduzida por Ana Caroline (psicóloga), Flavia Seda (Nutricionista), Jessica Cura (Assistente Social) e contou com a participação de Débora (estagiária de psicólogia) e Larissa (Agente Comunitária de Saúde). Foram desenvolvidas ações voltadas à promoção da saúde, valorizando a participação das usuárias e o compartilhamento de conhecimentos e experiências.

A realização do Grupo Florescer reforça a importância de iniciativas que promovam espaços de convivência e cuidado, contribuindo para uma atenção integral e humanizada às mulheres do território da Clínica da Família Olímpia Esteves.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel segue apoiando e registrando as ações desenvolvidas pelas equipes de saúde, contribuindo para a divulgação das iniciativas realizadas no território da AP 5.1.

PARTE DA ORGANIZAÇÃO INICIAL DAS IDEIAS FOI REALIZADA COM APOIO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (CHATGPT),SENDO O CONTEÚDO POSTERIORMENTE ANALISADO, REVISADO E VALIDADO PELO AUTOR.

Dia Mundial da Visão

Celebrado em 8 de outubro de 2026, o Dia Mundial da Visão é uma data voltada à conscientização sobre a importância da saúde ocular, da prevenção da deficiência visual e do acesso aos cuidados necessários para preservar a visão. A iniciativa é realizada anualmente na segunda quinta-feira de outubro e busca chamar a atenção para problemas de visão que podem ser prevenidos, identificados e tratados.

A saúde dos olhos está diretamente relacionada à qualidade de vida. Alterações na visão podem interferir nas atividades do dia a dia, nos estudos, no trabalho, na mobilidade e na autonomia, podendo afetar pessoas de todas as idades. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), pelo menos 2,2 bilhões de pessoas no mundo apresentam algum tipo de deficiência visual para perto ou para longe, sendo que em pelo menos 1 bilhão de casos a condição poderia ter sido evitada ou ainda não foi adequadamente tratada.

Sintomas e sinais de alerta

Algumas doenças oculares podem se desenvolver de maneira silenciosa, principalmente nas fases iniciais. É importante atentar a alterações na visão e procurar avaliação profissional. Entre os sinais que merecem atenção estão:

  • Visão embaçada ou dificuldade para enxergar de perto ou de longe.
  • Dificuldade para enxergar à noite.
  • Dor ou desconforto nos olhos.
  • Vermelhidão persistente.
  • Sensibilidade excessiva à luz.
  • Visão de manchas, pontos ou flashes.

A presença desses sintomas não significa necessariamente a existência de uma doença específica, mas deve ser avaliada por um profissional de saúde, quando a alteração é persistente, súbita ou apresenta piora.

Prevenção e cuidados com a visão

A prevenção e o acompanhamento regular são importantes para identificar precocemente alterações oculares. Entre os cuidados recomendados estão realizar avaliações oftalmológicas, proteger os olhos contra radiação ultravioleta, evitar o tabagismo, manter hábitos de vida saudáveis e controlar doenças crônicas, como diabetes e hipertensão.

É importante usar equipamentos de proteção adequados em atividades que ofereçam risco de acidentes oculares e fazer pausas durante o uso prolongado de computadores, celulares e outros dispositivos digitais.

No caso das crianças, o acompanhamento da saúde ocular merece atenção, alterações visuais não identificadas podem interferir no desenvolvimento e desempenho escolar. O acompanhamento desde os primeiros anos de vida contribui para a identificação e o tratamento oportunos de possíveis problemas.

Diagnóstico precoce

O diagnóstico precoce é fundamental para reduzir o risco de perda visual e possibilitar o início adequado do tratamento. A avaliação da saúde ocular pode envolver diferentes exames, de acordo com a idade, os sintomas e os fatores de risco de cada pessoa.

O Ministério da Saúde destaca que o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece assistência integral e gratuita para doenças oculares, incluindo consultas, exames diagnósticos, acompanhamento, tratamento medicamentoso e procedimentos cirúrgicos. A Atenção Primária à Saúde também possui papel importante na identificação de alterações e no encaminhamento dos usuários para serviços especializados quando necessário.

Em recém-nascidos, o Teste do Reflexo Vermelho, conhecido como Teste do Olhinho, auxilia na identificação de alterações que podem comprometer o desenvolvimento da visão e permite o encaminhamento para avaliação especializada quando são encontradas alterações.

Tratamento

O tratamento depende da causa e do tipo de alteração identificada. Problemas de refração, como miopia, hipermetropia e astigmatismo, podem ser corrigidos com óculos ou lentes de contato. Outras condições podem necessitar de medicamentos, acompanhamento especializado ou procedimentos cirúrgicos.

Doenças como catarata e glaucoma, por exemplo, exigem acompanhamento adequado para evitar ou reduzir o comprometimento da visão. Em situações específicas, podem ser indicados procedimentos cirúrgicos, enquanto outras condições necessitam de tratamento contínuo.

Por isso, a identificação precoce e o acompanhamento por profissionais de saúde são essenciais para preservar a visão e evitar complicações.

Cuidar da visão é cuidar da qualidade de vida

O Dia Mundial da Visão reforça que os cuidados com os olhos devem fazer parte da atenção à saúde em todas as fases da vida. Observar possíveis alterações, realizar avaliações periódicas e buscar atendimento diante de sinais de alerta são atitudes importantes para a prevenção e o diagnóstico precoce de problemas oculares.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel reforça a importância da promoção da saúde e da disseminação de informações que contribuam para o cuidado integral da população, incentivando a busca pelos serviços de saúde sempre que necessário.

Fonte(s):

Ministério da Saúde.

Referência(s):

BRASIL. Ministério da Saúde. Tratamento – doenças oculares. Brasília, DF: Ministério da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/doencas-oculares/tratamento. Acesso em: 2 out. 2026.

Dia Mundial da Paralisia Cerebral

Celebrado em 6 de outubro, o Dia Mundial da Paralisia Cerebral é uma data voltada à conscientização sobre a condição, à promoção da inclusão e à valorização das pessoas com paralisia cerebral, suas famílias e redes de apoio. E busca ampliar o conhecimento sobre os sinais, a identificação precoce e a importância do acompanhamento adequado. O Ministério da Saúde inclui esta data em seu calendário oficial de saúde.

O que é a paralisia cerebral?

A paralisia cerebral (PC) é um grupo de condições que afetam principalmente o movimento, a postura e o equilíbrio, decorrentes de alterações no desenvolvimento ou de uma lesão no cérebro em desenvolvimento. A manifestação é diferente de uma pessoa para outra e pode variar quanto ao grau de comprometimento motor e às necessidades de apoio.

Embora a paralisia cerebral seja uma condição permanente, ela não é progressiva, ou seja, a lesão cerebral que a originou não continua avançando. Entretanto, os sintomas e as necessidades de cuidados podem mudar ao longo da vida. Algumas pessoas também podem apresentar condições associadas, como alterações na fala, visão ou audição, convulsões e dificuldades relacionadas à alimentação.

Sinais e sintomas

Os sinais podem ser detectados na infância e variam caso à caso. Os principais estão:

  • Tônus muscular alterado podendo haver rigidez ou flacidez.
  • Dificuldade de coordenação e equilíbrio.
  • Dificuldade para realizar determinados movimentos com os braços ou pernas.
  • Atraso no desenvolvimento motor, tais como: como sentar, ficar em pé ou caminhar.
  • Movimentos involuntários.
  • Alterações na postura.

A presença de um desses sinais, isoladamente, não significa que a criança tenha paralisia cerebral. Por isso, diante de dúvidas sobre o desenvolvimento, é importante conversar com um profissional de saúde e realizar uma avaliação adequada.

Diagnóstico e identificação precoce

A identificação precoce da paralisia cerebral envolve o acompanhamento do desenvolvimento da criança, a observação dos movimentos, da postura e do tônus muscular, além da avaliação do histórico de saúde. Quando são identificados atrasos ou alterações no desenvolvimento, podem ser realizados exames e avaliações complementares para esclarecer o diagnóstico e descartar outras condições.

O diagnóstico precoce é importante porque permite iniciar o acompanhamento e as intervenções necessárias o quanto antes. O monitoramento do desenvolvimento infantil durante as consultas de rotina é uma importante ferramenta para reconhecer possíveis alterações.

Prevenção e fatores de risco

Nem todos os casos de paralisia cerebral podem ser prevenidos, pois suas causas são variadas e, em muitos casos, não são completamente conhecidas. Fatores tais como: prematuridade, o baixo peso ao nascer, complicações durante a gestação e o parto e determinadas infecções ou lesões cerebrais ocorridas após o nascimento.

Cuidados durante a gestação, o acompanhamento pré-natal, a assistência ao parto e os cuidados com a saúde da criança podem contribuir para reduzir alguns riscos relacionados a alterações no desenvolvimento. É importante prevenir infecções e lesões que possam afetar o cérebro durante a infância.

Tratamento e Intervenções

Não existe uma cura para a paralisia cerebral, mas existem diferentes formas de tratamento, reabilitação e suporte que podem contribuir para a autonomia, a participação social e a qualidade de vida da pessoa.

O acompanhamento é individualizado e pode envolver profissionais de diferentes áreas, como fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, medicina, psicologia e outros profissionais conforme as necessidades de cada pessoa. Em alguns casos, podem ser utilizados medicamentos, órteses ou procedimentos cirúrgicos.

A intervenção precoce pode favorecer o desenvolvimento de habilidades e ajudar a prevenir ou minimizar complicações. O cuidado deve considerar não apenas os aspectos motores, mas também a comunicação, alimentação, educação, participação social e as necessidades da família.

Informação, respeito e inclusão

O Dia Mundial da Paralisia Cerebral reforça a importância de ampliar o conhecimento sobre a condição e combater barreiras que dificultam a participação plena das pessoas com deficiência na sociedade.

Mais do que conhecer os sinais e formas de acompanhamento, é fundamental promover acessibilidade, respeito, autonomia e inclusão nos serviços de saúde, na educação, no trabalho e nos demais espaços sociais.

A conscientização contribui para que famílias reconheçam possíveis alterações no desenvolvimento, busquem orientação profissional e tenham acesso oportuno aos serviços de saúde e reabilitação.

Fonte(s):

Ministério da Saúde.

Referência(s):

BRASIL. Ministério da Saúde. Diretrizes de atenção à pessoa com paralisia cerebral. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2014. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/diretrizes_atencao_pessoa_paralisia_cerebral.pdf. Acesso em: 2 out. 2026.

Dia Mundial de Combate à Meningite

Celebrado em 5 de outubro, o Dia Mundial de Combate à Meningite é uma data dedicada à conscientização sobre essa doença. Destaque à  importância da prevenção, reconhecimento dos sinais e sintomas e da busca por atendimento médico imediato. A iniciativa reforça o papel da vacinação e da informação na proteção da saúde individual e coletiva.

A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Pode ser causada por vírus, bactérias, fungos e outros agentes. Entre as formas da doença, a meningite bacteriana merece atenção especial por poder evoluir rapidamente e provocar complicações graves, sequelas permanentes ou até mesmo levar à morte.


Sinais e sintomas: reconhecer é fundamental

Os sintomas podem variar de acordo com a idade e o agente causador. Entre os principais sinais de alerta estão:

  • Febre alta e de início súbito;
  • Dor de cabeça intensa;
  • Rigidez na nuca;
  • Náuseas e vômitos;
  • Sensibilidade à luz;
  • Sonolência excessiva, confusão mental ou dificuldade para despertar;
  • Convulsões, em alguns casos.

Em bebês, os sinais podem incluir irritabilidade, recusa alimentar, choro persistente, moleira abaulada e sonolência incomum.
Atenção: Diante da suspeita de meningite, é fundamental procurar atendimento de urgência imediatamente. Não se deve esperar que todos os sintomas apareçam, pois a doença pode evoluir rapidamente.

Diagnóstico e Tratamento

O diagnóstico da meningite é realizado por meio da avaliação clínica e de exames laboratoriais, como a análise do líquor (líquido cefalorraquidiano), que envolve o cérebro e a medula espinhal. Exames de sangue também podem ser solicitados para identificar o agente causador da doença e orientar a conduta médica.

O tratamento depende da causa da infecção. Nos casos de meningite bacteriana, é necessária a administração de antibióticos específicos, geralmente em ambiente hospitalar. Já a meningite viral costuma exigir acompanhamento clínico e medidas de suporte, enquanto as formas causadas por fungos necessitam de medicamentos antifúngicos.

A rapidez no diagnóstico e no início do tratamento é fundamental para reduzir o risco de complicações, sequelas e óbitos. Por isso, diante de qualquer suspeita, a avaliação médica deve ser imediata.

Prevenção: a vacinação salva vidas

A vacinação é uma das principais medidas para prevenir determinados tipos de meningite, especialmente os causados por bactérias. No Sistema Único de Saúde (SUS), estão disponíveis vacinas que protegem contra agentes associados à doença, como as vacinas meningocócicas, pneumocócicas, pentavalente e BCG, conforme as indicações do calendário vacinal.

Além da imunização, outras medidas contribuem para a prevenção:

  • Manter a caderneta de vacinação atualizada.
  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabão.
  • Manter os ambientes limpos e bem ventilados.
  • Adotar medidas de higiene respiratória, cobrindo a boca e o nariz ao tossir ou espirrar.
  • Procurar atendimento de saúde diante de sinais e sintomas suspeitos.

É importante que as medidas preventivas variam conforme o agente causador, e nem todas as formas de meningite podem ser evitadas por vacinas.

O papel da Atenção Primária à Saúde

A Atenção Primária à Saúde (APS) desempenha um papel essencial na orientação da população, na atualização da caderneta de vacinação, na identificação de sinais de alerta e na promoção de ações educativas nos territórios.

Neste Dia Mundial de Combate à Meningite, a Estação OTICS-Rio Padre Miguel reforça a importância da informação, da prevenção e do acesso oportuno aos serviços de saúde. Conhecer os sintomas, manter a vacinação em dia e buscar atendimento rapidamente são atitudes fundamentais para proteger vidas e fortalecer a saúde coletiva.

Informação e prevenção são essenciais no combate à meningite. Em caso de suspeita, procure imediatamente um serviço de urgência.

Fonte:

Ministério da Saúde.

BRASIL. Ministério da Saúde. Meningite. Brasília, DF: Ministério da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/m/meningite . Acesso em: 1 out. 2026.

Auditoria e Planejamento Estratégico em Tuberculose

Na manhã do dia 1º de outubro de 2026 foi realizada, no auditório da Estação OTICS-Rio Padre Miguel, uma reunião de Auditoria e Planejamento Estratégico em Tuberculose, direcionada aos profissionais de saúde da Clínica da Família Olímpia Esteves (CFOE), da Área Programática 5.1 (AP 5.1).

O encontro teve como foco o planejamento, o manejo e os ajustes técnicos relacionados à tuberculose na unidade, considerando o período de janeiro a setembro de 2026. A atividade teve o objetivo de promover a articulação entre os profissionais, identificar fragilidades nos processos de trabalho e analisar de indicadores relacionados à doença, contribuindo para o aprimoramento das ações de prevenção, diagnóstico, acompanhamento e tratamento dos pacientes.

A reunião foi conduzida por Ana Cristina (representante da Linha de Cuidados em Tuberculose) e Vanessa Rodrigues (responsável técnica de Enfermagem da CAP 5.1). Participaram também Rose Procópio, gerente da Clínica da Família Olímpia Esteves; Lenir Marçal, enfermeira responsável técnica; Paulo Morone, médico responsável técnico e Bruna Soares, enfermeira líder da Linha de Cuidados da CFOE.

A análise dos indicadores e a discussão sobre os processos de trabalho são fundamentais para reconhecer desafios, estabelecer estratégias e qualificar o cuidado oferecido aos usuários. Nesse contexto, o planejamento estratégico contribui para fortalecer as ações de controle da tuberculose na Atenção Primária à Saúde, favorecendo o acompanhamento dos casos e a organização dos serviços.

A Estação OTICS-Rio Padre Miguel atuou como parceira na realização da atividade, disponibilizando seu espaço para o encontro e contribuindo para a integração dos profissionais e o fortalecimento das ações de educação permanente em saúde no território da AP 5.1.